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Brasil

63% de beneficiários do Bolsa Família não têm saneamento básico

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Fonte: Google

 

O IBGE divulgou nesta quarta-feira (29) informações sobre o perfil das pessoas atendidas pelos programas.

Quase 92% das pessoas atendidas pelo Bolsa Família pertencem ao grupo dos 30% de brasileiros que recebem os menores rendimentos no país.

O IBGE divulgou nesta quarta-feira (29) informações sobre o perfil das pessoas atendidas pelos programas de transferência de renda Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada.

Além de dados que mostram informações já conhecidas, como o Norte e o Nordeste estabelecidos como regiões de mais elevado percentual de pessoas que recebem dinheiro de programas sociais, a pesquisa mostra hábitos de consumo e características dos domicílios.

Esgotamento sanitário é um dos grandes aspectos que diferenciam um domicílio que recebe o Bolsa Família daquele que não recebe. Só 36,8% dos domicílios que levam dinheiro do programa estão situados em locais que têm rede geral, pluvial ou fossa ligada à rede. Como base de comparação, no total de domicílios que não recebem Bolsa Família no país, porque não necessitam ou porque não foram atendidos, há esgotamento sanitário em mais de 70% dos casos.

A coleta de lixo aparece em apenas 73,7% dos domicílios de Bolsa Família, quando no grupo dos domicílios sem ele a coleta supera 93%.

Apenas 29,7% dos lares que recebem Bolsa Família possuem máquina de lavar roupa. Entre os que não recebem, esse percentual sobe para 68,6%, o que mostra que o acesso a bens duráveis é mais difícil para as famílias atendidas.

O menor grau de escolaridade é outra característica que diferencia as famílias beneficiadas. Em cerca de 14,4% dos lares que não recebem o auxílio algum morador tem curso superior. Esse número cai para 0,8% entre os beneficiários do programa.

Podem participar do Bolsa Família as famílias que vivem em situação de pobreza que possuem renda por pessoa de até R$ 85 mensais. Também são atendidas pelo programa aquelas com renda por pessoa entre R$ 85 e R$ 170 mensais, desde que tenham crianças ou adolescentes de até 17 anos.

Já o BPC (Benefício de Prestação Continuada) garante salário mínimo mensal ao idoso acima de 65 anos ou pessoas com deficiência de qualquer idade, com dificuldades físicas ou intelectuais, entre outros detalhes. Neste caso, a renda por pessoa do grupo precisa ser inferior a um quarto do salário mínimo. Com informações da Folhapress.

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Brasil

Horário de verão muda de data e começará em novembro

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Início do período foi adiado para não atrasar divulgação do resultado das eleições

horário de verão deste ano será menor, por conta das eleições, e começará em 4 de novembro, uma semana após o segundo turno, marcado para 28 de outubro.

Normalmente, o período começava no fim de outubro. No entanto, o Tribunal Superior Eleitoral pediu ao presidente Michel Temer que o horário de verão de 2018 tivesse início somente após o segundo turno para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito.

Moradores dos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, mais o Distrito Federal terão que adiantar os relógios em uma hora.

O horário de verão irá até 17 de fevereiro de 2019.

Por Notícias ao Minuto

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Brasil

Tempo para travessia em semáforos aumenta em 12 vias de São Paulo

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Mudanças também incluem mais interrupções para passagem de pedestres em vias

tempo de travessia para pedestres em semáforos de 12 endereços de São Paulo ficou maior nesta segunda (24). De acordo com a prefeitura, a elevação de tempo para a passagem de pedestres nas faixas de segurança foi de 20% em média. As mudanças integram a expansão de um programa de segurança no trânsito, já realizado em outras áreas da cidade.

Segundo a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o objetivo é oferecer mais recursos e organização para evitar acidentes e mortes nas vias públicas paulistanas.

Além do tempo maior, os pedestres terão mais ciclos para atravessar. As sinalizações horizontais e verticais nos corredores abrangidos nesta fase da campanha também aumentaram.

Todas as alterações foram anunciadas pela gestão de Bruno Covas (PSDB) nesta segunda, em alusão à Semana da Mobilidade.

Na etapa, foram abrangidas as avenidas Raimundo Pereira Magalhães, Aricanduva, Engenheiro Caetano Álvares, Sapopemba, Senador Teotônio Vilela, Corifeu de Azevedo Marques, Bandeirantes, Eliseu de Almeida, professor Ignácio de Anhaia Mello e Assis Ribeiro, e a estrada de Itapecerica.

Em 2017, quando o projeto de segurança na mobilidade foi iniciado, outros semáforos de 21 corredores de São Paulo já tiveram tempo da travessia de pedestres ampliados. A companhia afirma que tem elencado importantes vias para receber as ações do programa, de acordo com o tráfego que possuem.

Na mesma linha das ações de segurança foi início do projeto Via Segura na avenida Carlos Caldeira Filho, na zona sul. Segundo a CET, implantada no ano passado na avenida M’ Boi Mirim, iniciativa similar foi responsável pela redução de 15 para oito do número de mortes entre julho de 2017 e julho de 2018.

O Via Segura surgiu na Suécia na década de 1990. Em São Paulo, o programa inclui diversas ações com o objetivo de reduzir acidentes e mortes no trânsito, como a maior fiscalização por meio de agentes e radares, e a instalação de câmeras de monitoramento.

Por Folhapress.

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Brasil

Importunação sexual agora é crime com pena de até 5 anos de prisão

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Pena para estupro coletivo foi aumentada.

presidente da República em exercício, ministro Dias Toffoli, sancionou nesta segunda-feira (24) lei que torna crime a importunação sexual e aumenta a pena para estupro coletivo.

Segundo informações do G1, pela lei sancionada, fica caracterizada importunação sexual o ato libidinoso praticado contra alguém, sem autorização, a fim de satisfazer desejo próprio ou de terceiro. A pena prevista é de um a cinco anos de cadeia.

O texto sancionado também torna crime a divulgação, por qualquer meio, vídeo e foto de cena de sexo ou nudez ou pornografia sem o consentimento da vítima, além da divulgação de cenas de estupro.

A lei aumenta a pena em até dois terços se o crime for praticado por pessoa que mantém ou tenha mantido relação íntima afetiva com a vítima, como namorado, namorada, marido ou esposa, para evitar casos conhecidos como pornografia de vingança.

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