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Acordo entre governos Federal e de São Paulo antecipa em 30 dias a chegada da água do Rio São Francisco em Pernambuco e Paraíba

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Visando antecipar a chegada da água do Rio São Francisco aos estados da Paraíba e Pernambuco, o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, solicitou ao governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a disponibilização de quatro conjuntos de motobombas e outros equipamentos da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

O Termo de Cessão de Uso não Oneroso foi assinado nesta segunda-feira (26) pelo ministro e o governador, durante cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. Estiveram presentes a vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano, e o presidente da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), Roberto Tavares.

Em nota enviada para nossa redação, o Governo Federal afirma que está preocupado em assegurar que todas as medidas possíveis sejam adotadas para acelerar a entrega de água à população castigada pelo quinto ano consecutivo de seca. O empréstimo dos equipamentos, usados durante o período de restrição hídrica em SP, vai acelerar a passagem de água pelas estruturas já construídas do Eixo Leste e permitirá que os paraibanos, principalmente os moradores de Campina Grande, sejam beneficiados ainda no começo de 2017.

Do Blog Alvinho Patriota

Brasil

Advogada algemada em fórum ganha ato de apoio em Duque de Caxias

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Vídeos sobre o incidente foram compartilhados em todo o país.

advogada Valéria Lúcia dos Santos foi o centro das atenções de um ato de desagravo, em frente ao Fórum de Duque de Caxias, que contou com dezenas de pessoas, inclusive o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Cláudio Lamachia. Valéria, que é negra, foi detida e algemada no último dia 10, dentro do fórum, durante uma audiência, a pedido de uma juíza leiga. A cena foi gravada e causou indignação por todo o país.

A manifestação atraiu advogados e militantes defensores das causas raciais e dos direitos das mulheres, na tarde desta segunda-feira (17). Embora o ato tenha sido pacífico desde o início, o fórum teve as portas fechadas, o que deixou os advogados ainda mais inconformados.

Lamachia criticou o ambiente de extremismo em que o país vive e disse que a OAB investigará o fato.

“Este caso terá vários desdobramentos, na corregedoria estadual, no CNJ [Conselho Nacional de Justiça] e no âmbito da OAB. Porque a colega, juíza leiga, que determinou que Valéria fosse algemada, é uma advogada. Portanto, a sua ação também será examinada sob o prisma ético-disciplinar. Mas o que mais fica deste momento é se nós estamos agindo bem com esta linha de extremismos, de intolerância e de violência, que vimos esta colega sofrer”, disse Lamachia.

Segundo ele, o fato atentou contra o próprio Estado Democrático de Direito: “Algemar uma advogada, dentro de uma sala de audiência, no exercício de sua profissão, é algo inaceitável, sob qualquer aspecto. O meu sentimento é que, naquele momento, a democracia brasileira foi algemada”.

Apesar do trauma que o fato lhe deixou, com exposição de imagens compartilhadas por todo o país, Valéria disse que sua atitude será a de conversar com a juíza leiga que determinou a ordem de lhe colocar algemas.

“Eu me sinto muito acolhida, tanto pela OAB quanto pela sociedade civil. Sobre minha colega [juíza leiga], nós duas temos que sentar e conversar. Não é jogar pedra. Para a gente evoluir como pessoa. A gente não pode se dividir, temos de nos unir. Não importa a cor da pele. O que eu quero é que nunca mais isto aconteça. Nunca mais”, disse Valéria.

A advogada relatou que, no momento em que foi algemada, se sentiu muito mal e ofendida em sua dignidade. “Eu me senti muito ferida. Depois fui para casa e chorei sozinha. Me feriram, mas eu não fui vencida. Olha o que mobilizou o país. O Brasil respondeu. A gente precisa construir um país melhor para os nossos netos”, disse ela.

O Tribunal de Justiça (TJ) do Estado do Rio de Janeiro, que comanda o sistema de Justiça estadual do qual faz parte o Fórum de Duque de Caxias, se limitou a responder em nota que os fatos estão sendo apurados: “Em relação aos fatos ocorridos na audiência na semana passada, os fatos estão sendo apurados. O TJ vai se manifestar na conclusão da apuração”.

 

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Nas estradas, 4 em cada 10 pessoas dispensam uso do cinto de segurança

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Em 2017, a Polícia Rodoviária Federal registrou 3.588 acidentes em que os ocupantes estavam soltos no veículo

Ao menos 4 em cada 10 pessoas que trafegam pelas rodovias brasileiras não usam o cinto de segurança, indicam dados de empresas que administram as estradas. Como consequência, motoristas e passageiros morrem e ficam feridos em situações que poderiam ser evitadas. Em 2017, a Polícia Rodoviária Federal registrou 3.588 acidentes em que os ocupantes estavam soltos no veículo, resultando em 132 mortes – uma a cada três dias, em média – e 5.370 feridos.

Estudo nas cinco regiões do País feito pela Arteris, responsável por 3,2 mil quilômetros de rodovias no País, apontou que 8,9% dos motoristas não usam, eles próprios, o cinto de segurança e 36% dispensam o passageiro de colocá-lo. No Estado de São Paulo, levantamento da Artesp, a agência estadual de transporte, chegou a resultado semelhante: 7% dos motoristas e 35% dos passageiros do banco de trás não usam o dispositivo.

Considerado uma proteção vital em caso de acidente, o cinto de segurança é de uso obrigatório tanto no banco da frente quanto no de trás. O não uso configura infração grave, punida com 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e multa de R$ 195,23. No caso de criança sem cinto ou cadeirinha, a infração passa a ser gravíssima, com 7 pontos na carteira e multa de R$ 293,47.

A pesquisa da Arteris também levantou entre os motoristas as justificativas para a não utilização ou não indicação aos passageiros do equipamento de segurança. Entre os que estavam sem cinto, 35,5% admitiram que houve falta de atenção. Outros 15,5% transferiram a responsabilidade aos passageiros, enquanto 12,8% alegaram baixa necessidade do uso, pois fariam trajetos curtos.

O levantamento da Arteris foi realizado de 15 a 27 de julho de 2017 com 2.686 motoristas. Segundo a concessionária, o estudo retrata a distribuição de condutores pelo território nacional. A margem de erro é de 1,19%, para mais ou para menos.

Em São Paulo, a pesquisa feita pela Artesp em 2016 que apontou que 35% dos passageiros no banco de trás não usam o dispositivo também mostrou que o porcentual pode ser ainda maior, dependendo da cidade. Os municípios com os piores índices foram Franca (49%), Santos (46%) e Barretos (46%).

Outros estudos ainda em finalização devem chegar a conclusões semelhantes. “Estamos em fase de coleta para um estudo nacional sobre o cinto e os dados preliminares que obtivemos são assustadores”, afirma o médico especialista Aly Said Yassine, do Departamento de Inovação e Tecnologia da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet). A abordagem envolverá, até o mês de novembro, entrevistas com 3 mil motoristas de todas as regiões do Brasil e deve ser publicada em janeiro.

“A impressão é de que os passageiros que sentam atrás se acham protegidos mesmo sem o cinto. As pessoas ignoram que podem ser projetadas para fora, para a carroceria do carro ou, o que é pior, contra as pessoas que estão na frente”, diz Yassine.

Sensação de proteção

Dados de um levantamento mais antigo, realizado entre janeiro de 2012 e junho de 2016, também pela Artesp, mostram as consequências dessa falsa sensação de proteção. Em acidentes ocorridos nas rodovias paulistas concedidas, 57,4% dos mortos no banco traseiro estavam sem o cinto. A pesquisa confirma dados de estudos de medicina de tráfego, que apontam redução de 45% no risco de morte em acidentes para quem está com cinto no banco da frente e até 75% para passageiros do banco de trás.

O especialista da Abramet lembra que, sem o equipamento de segurança, o peso da pessoa com o impacto chega a ser 15 vezes maior. “O cinto reduz perto de 100% das lesões nos quadris, 60% das na coluna, 56% das lesões na cabeça, 45% no tórax e 40% no abdome”, diz Yassine, considerando os cintos de três pontos de fixação, os mais comuns nos automóveis.

Para Helvécio Tamm de Lima Filho, superintendente da Arteris, a maioria dos acidentes tem como causa falhas humanas, muitas vezes motivadas por comportamentos deliberados de risco, como é o caso de não colocar o cinto. “Precisamos motivar motoristas e passageiros a refletir sobre os riscos de viajar sem esse item.”

Relatos

O técnico de campo André Duarte Fellet, de 40 anos, não se esquece da noite em que seguia de carro, há quatro anos, para uma festa com amigos e, para não amassar a camisa, tirou o cinto de segurança. Ele estava no banco dianteiro, ao lado do motorista, que usava o cinto. No banco de traz, outros dois amigos também não adotavam o equipamento. Na Rodovia do Açúcar (SP-75), em Itu, o carro se desgovernou e capotou.

“Eu caí com o braço no vidro lateral, que quebrou. Senti os estilhaços entrando no braço e no lado do tórax. Perdi parte da pele e de tecidos. No hospital, não tiraram tudo e, um ano depois, ainda tinha caco de vidro sob a pele. Precisei passar por cirurgia corretiva”, relembra Fellet.

O amigo que estava atrás sofreu um corte profundo na cabeça, no choque com o teto do carro. Ele chegou inconsciente no hospital, mas se recuperou. O motorista, que usava o cinto, teve ferimentos leves. “Viajo muito e nunca mais deixei o cinto. Minha mulher tem mania de tirar quando está perto de casa, mas brigo. Carro em movimento, tem de estar com cinto.”

Salvo. O publicitário Gabriel Mello, de 35 anos, de Sorocaba, não se cansa de dizer que o cinto de segurança salvou sua vida. Em 2013, ele voltava para casa de um evento e cochilou ao volante, atingindo a barreira de concreto que separa as cabines de um pedágio, na Rodovia Raposo Tavares. “Foi coisa de segundos, mas o estrago foi enorme. Como o carro não tinha air bag, o cinto segurou meu corpo. Mesmo assim, trinquei alguns dentes e fraturei o fêmur.”

Mello sofreu embolia pulmonar e ficou 17 dias em coma em um hospital de Sorocaba. Depois da cirurgia no fêmur, teve de usar muletas e fazer fisioterapia por seis meses. “Mesmo estando em baixa velocidade, se eu estivesse sem o cinto, dificilmente teria sobrevivido.”

O empresário N., de 56 anos, também sobreviveu a um acidente, mas pagou um preço alto por estar sem o cinto. Ele seguia para Itapetininga, em 2007, e foi fechado por um caminhão na Raposo Tavares. O veículo, desgovernado, saiu da pista e capotou. O filho dele, de 15 anos, que também não usava o equipamento, acabou sendo lançado para fora e morreu.

O empresário ficou vários anos sem dirigir e nunca se perdoou. “Se estivesse de cinto, talvez controlasse o carro. Não pus, ele também não. Naquela época não havia tanta fiscalização. Prefiro dizer que havia chegado a hora. Hoje, sou o cara que não liga o carro se todos não estiverem com o cinto.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Por Estadão Conteúdo

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Apostador de São Paulo ganha R$ 13,5 milhões em sorteio da Quina

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O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 17, é de R$ 600 mil

Um apostador de São Paulo (SP) acertou as cinco dezenas do concurso 4777 da Quina, realizado neste sábado (15) em Serra Negra (SP), e levou o prêmio de R$ 13.541.890,56. Os números sorteados foram: 02, 03, 33, 49 e 76. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 17, é de R$ 600 mil.

Confira o rateio oficial:

Quina – 5 números acertados – 1 aposta ganhadora, R$ 13.541.890,56

Quadra – 4 números acertados – 160 apostas ganhadoras, R$ 5.212,46

Terno – 3 números acertados – 12343 apostas ganhadoras, R$ 101,60

Duque – 2 números acertados – 304996 apostas ganhadoras, R$ 2,26

MEGA-SENA

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2078 da Mega-Sena, realizado neste sábado (15) em Serra Negra (SP). Os números sorteados foram 02, 11, 15, 30, 36 e 39. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 18, é de R$ 5 milhões.

Confira o rateio oficial:

Sena – 6 números acertados – Não houve acertador

Quina – 5 números acertados – 26 apostas ganhadoras, R$ 58.827,22

Quadra – 4 números acertados – 2715 apostas ganhadoras, R$ 804,79

TIMEMANIA

Nenhum apostador acertou as sete dezenas do concurso 1232 da Timemania, realizado neste sábado (15) em Serra Negra (SP). Os números sorteados foram 26, 56, 57, 60, 61, 62 e 79. O time do coração foi o Inter Limeira (SP). O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 18, é de R$ 7,8 milhões.

Confira o rateio oficial:

7 números acertados – Não houve acertador

6 números acertados – 3 apostas ganhadoras, R$ 38.309,10

5 números acertados – 197 apostas ganhadoras, R$ 833,41

4 números acertados – 3278 apostas ganhadoras, R$ 6,00

3 números acertados – 32326 apostas ganhadoras, R$ 2,00

Time do Coração – INTER LIMEIRA/SP – 8591 apostas ganhadoras, R$ 5,00

DUPLA-SENA

O concurso 1840 da Dupla-Sena, sorteado neste sábado em Serra Negra (SP), também acumulou. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 18, é de R$ 6,1 milhões. Confira os números sorteados e o rateio oficial:

Premiação – 1º Sorteio

Números: 12, 18, 22, 31, 37 e 49

Sena – 6 números acertados – Não Houve ganhadores

Quina – 5 números acertados – 20 apostas ganhadoras R$ 3.780,81

Quadra – 4 números acertados – 1088 apostas ganhadoras R$ 79,42

Terno – 3 números acertados – 20176 apostas ganhadoras R$ 2,14

Premiação – 2º Sorteio

Números: 03, 04, 21, 28, 42 e 46

Sena – 6 números acertados – Não Houve ganhadores

Quina – 5 números acertados – 22 apostas ganhadoras R$ 3.093,40

Quadra – 4 números acertados – 107 – 9 apostas ganhadoras R$ 80,09

Terno – 3 números acertados – 2064 – 5 apostas ganhadoras R$ 2,09

FEDERAL

A Caixa também divulgou neste sábado (15) os números do sorteio 5319 da Loteria Federal, realizado em Serra Negra (SP). Confira:

1º bilhete – 68101 – 1.350.000,00

2º bilhete – 39414 – 20.000,00

3º bilhete – 08551 – 18.000,00

4º bilhete – 03699 – 17.000,00

5º bilhete – 43247 – 15.008,00

Por Folhapress.

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