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Brasil

Apostador de São Paulo ganha R$ 13,5 milhões em sorteio da Quina

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O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 17, é de R$ 600 mil

Um apostador de São Paulo (SP) acertou as cinco dezenas do concurso 4777 da Quina, realizado neste sábado (15) em Serra Negra (SP), e levou o prêmio de R$ 13.541.890,56. Os números sorteados foram: 02, 03, 33, 49 e 76. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 17, é de R$ 600 mil.

Confira o rateio oficial:

Quina – 5 números acertados – 1 aposta ganhadora, R$ 13.541.890,56

Quadra – 4 números acertados – 160 apostas ganhadoras, R$ 5.212,46

Terno – 3 números acertados – 12343 apostas ganhadoras, R$ 101,60

Duque – 2 números acertados – 304996 apostas ganhadoras, R$ 2,26

MEGA-SENA

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2078 da Mega-Sena, realizado neste sábado (15) em Serra Negra (SP). Os números sorteados foram 02, 11, 15, 30, 36 e 39. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 18, é de R$ 5 milhões.

Confira o rateio oficial:

Sena – 6 números acertados – Não houve acertador

Quina – 5 números acertados – 26 apostas ganhadoras, R$ 58.827,22

Quadra – 4 números acertados – 2715 apostas ganhadoras, R$ 804,79

TIMEMANIA

Nenhum apostador acertou as sete dezenas do concurso 1232 da Timemania, realizado neste sábado (15) em Serra Negra (SP). Os números sorteados foram 26, 56, 57, 60, 61, 62 e 79. O time do coração foi o Inter Limeira (SP). O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 18, é de R$ 7,8 milhões.

Confira o rateio oficial:

7 números acertados – Não houve acertador

6 números acertados – 3 apostas ganhadoras, R$ 38.309,10

5 números acertados – 197 apostas ganhadoras, R$ 833,41

4 números acertados – 3278 apostas ganhadoras, R$ 6,00

3 números acertados – 32326 apostas ganhadoras, R$ 2,00

Time do Coração – INTER LIMEIRA/SP – 8591 apostas ganhadoras, R$ 5,00

DUPLA-SENA

O concurso 1840 da Dupla-Sena, sorteado neste sábado em Serra Negra (SP), também acumulou. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 18, é de R$ 6,1 milhões. Confira os números sorteados e o rateio oficial:

Premiação – 1º Sorteio

Números: 12, 18, 22, 31, 37 e 49

Sena – 6 números acertados – Não Houve ganhadores

Quina – 5 números acertados – 20 apostas ganhadoras R$ 3.780,81

Quadra – 4 números acertados – 1088 apostas ganhadoras R$ 79,42

Terno – 3 números acertados – 20176 apostas ganhadoras R$ 2,14

Premiação – 2º Sorteio

Números: 03, 04, 21, 28, 42 e 46

Sena – 6 números acertados – Não Houve ganhadores

Quina – 5 números acertados – 22 apostas ganhadoras R$ 3.093,40

Quadra – 4 números acertados – 107 – 9 apostas ganhadoras R$ 80,09

Terno – 3 números acertados – 2064 – 5 apostas ganhadoras R$ 2,09

FEDERAL

A Caixa também divulgou neste sábado (15) os números do sorteio 5319 da Loteria Federal, realizado em Serra Negra (SP). Confira:

1º bilhete – 68101 – 1.350.000,00

2º bilhete – 39414 – 20.000,00

3º bilhete – 08551 – 18.000,00

4º bilhete – 03699 – 17.000,00

5º bilhete – 43247 – 15.008,00

Por Folhapress.

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Brasil

População de rua deve ficar fora do Censo 2020

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De acordo com o IBGE, o assunto é estudado pela equipe técnica, porém ainda sem previsão de inclusão no levantamento

Pauta antiga de entidades da área de direitos humanos, a informação sobre o número de pessoas em situação de rua no país deve continuar desconhecida após o Censo 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o instituto, o assunto é estudado pela equipe técnica, porém ainda sem previsão de inclusão no levantamento.

“Nossas pesquisas consideram apenas domicílios permanentes, e identificar pessoas em situação de rua exige um grande esforço de mobilização, em particular em países com grandes territórios, como o Brasil”, informa o IBGE.

De fevereiro a abril deste ano o IBGE abriu pela primeira vez uma consulta pública para que pessoas e instituições apresentassem sugestões de temas e perguntas para o questionário do Censo Demográfico 2020 por meio do Portal do IBGE.

A necessidade da contagem do número de pessoas que se encontram atualmente nessa condição é uma reivindicação principalmente de instituições e movimentos ligados ao tema, mobilizados em nível nacional. “A população em situação de rua tem pressa, tem uma urgência histórica de ser visibilizada nessa pesquisa”, ressalta Manuel Torquato, representante da Campanha Nacional Criança Não é da Rua, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda).

Em maio, o IBGE começou o primeiro teste de coleta de dados pela internet em 52 municípios das cinco grandes regiões, incluindo domicílios de todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes.

Entre 20 de agosto e 6 de setembro foi realizada a primeira prova piloto do questionário temático do Censo 2020, com perguntas específicas para indígenas, quilombolas e outros povos e comunidades tradicionais. O Censo 2020 pretende refinar a identificação de povos indígenas e pretende incluir as comunidades quilombolas por meio de uma questão de pertencimento específica, em conformidade com o Decreto nº 8.750 de 2016, que institui o Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais.

A inclusão da população em situação de rua no Censo 2020 já havia sido solicitada pelo Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento da Política Nacional para a População em Situação de Rua (Ciamp-Rua), instituído em conjunto com a Política Nacional em Situação de Rua pelo Decreto nº 7.053 de 2009.

“Depois de muita dificuldade, o IBGE vai incorporar agora povos e comunidades tradicionais, já incorporou populações indígenas e quilombolas, agora é preciso avançar na identificação dessa população invisibilizada pela nossa sociedade. É muito importante que o IBGE como órgão oficial de pesquisa faça essa investigação, porque trabalha com categorias próprias, é uma política pública importante, é preciso conhecer para poder atuar”, destaca a procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat.

Em 2014, o IBGE chegou a fazer um pré-teste no município do Rio de Janeiro. Segundo o instituto, houve dificuldade em executar a pesquisa com populações sem domicílio devido à necessidade de metodologias de amostragem, logística de campo e abordagem do entrevistado.

“A gente não pode aceitar que o principal instituto de pesquisa do país não faça essa contagem porque diz não ter metodologias. No mundo, existem várias e aqui mesmo no Brasil temos metodologias interessantíssimas. A gente tem apontado isso para o IBGE e esse diálogo não acontece por falta de abertura do órgão”, afirma Manuel Torquato, do Conanda.

O levantamento mais recente sobre essa população foi feito em 2016 pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), que estimou em 101.854 pessoas o número de pessoas situação de rua no Brasil.

A pesquisa usou dados de 1.924 municípios por meio do Centro Suas, e a estimativa considerou fatores crescimento demográfico, centralidade e dinamismo urbano, vulnerabilidade social, serviços voltados à população de rua e o número de pessoas em situação de rua inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (Cadastro Único). O documento publicado pelo Ipea aborda a necessidade de dados oficiais sobre a população em situação. “[A ausência de dados oficiais sobre a população em situação de rua], justificada pela complexidade operacional de uma pesquisa de campo com pessoas sem endereço fixo, prejudica a implementação de políticas públicas voltadas para esse contingente e reproduz a invisibilidade social da população de rua no âmbito das políticas sociais.”

No dia 23 de julho deste ano, data em que foram lembrados 25 anos da Chacina da Candelária no Rio de Janeiro, quando oito jovens em situação de rua foram assassinados, organizações ligadas ao tema se mobilizaram nas sedes do IBGE em 15 estados para entregar à coordenação geral do Instituto um documento com a proposta de inclusão de uma pergunta na pesquisa domiciliar do Censo 2020 relacionada a essa população. A proposta é que as pessoas entrevistadas em suas casas respondessem sobre a existência de algum integrante da família em situação de rua.

“A inclusão dessa pergunta não nos diria quantas pessoas estão em situação de rua, mas já nos daria o dado de quantas famílias dizem possuir pessoas em situação de rua no Brasil. O IBGE respondeu novamente que não possui metodologia pra fazer uma pesquisa com essa população, mas não era isso que estávamos pedindo naquele momento”, acrescenta Torquato.

Estudos que pudessem quantificar e permitir a caracterização socioeconômica das pessoas em situação de rua são reivindicados como uma ação prioritária desde o 1º Encontro Nacional da População em Situação de Rua realizado, em setembro de 2005.

De 2007 a 2008, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário promoveu o 1º Censo e Pesquisa Nacional sobre População em Situação de Rua e apontou um total de 31.922 pessoas nessa situação nos 71 municípios onde a pesquisa foi realizada – cidades com mais de 300 mil habitantes e capitais.

O estudo teve como alvo pessoas com 18 anos ou mais que se encontravam nessa condição, mas não foi feito com o objetivo estimar o total da população em situação de rua no país. Importantes capitais que já contavam com pesquisas nesse sentido foram excluídas da pesquisa, caso de São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Brasília.

O ministério usou dados disponíveis nas secretarias e conselhos estaduais e municipais de assistência social por meio do Censo do Sistema Único de Assistência Social (Centro Suas) e equipamentos públicos os Centros de Referência da Assistência Social (Cras), Centros de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e Centros de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centros POP). Com informações da Agência Brasil.

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Brasil

Pesquisa: 53% dos brasileiros estão pessimistas com as eleições

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Combater corrupção, desemprego e criminalidade devem ser prioridades de quem for eleito

Faltando pouco mais de duas semanas para a votação que definirá o novo presidente do país, a maior parte dos brasileiros afirma estar pessimista com as eleições. Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) nas 27 capitais revela que mais da metade (53%) dos consumidores está com uma percepção negativa sobre as eleições presidenciais – o percentual sobe para 59% entre a parcela feminina de entrevistados. Somente 18% das pessoas ouvidas reconhecem estar confiantes com a eleição, enquanto 26% estão neutros.

Para os pessimistas com o processo eleitoral, a maior parte (34%) afirma não ter boas opções de candidatos à disposição. De forma semelhante, 30% não confiam nos nomes que disputam o Planalto, ao passo que 28% não acreditam que o novo presidente será capaz de promover mudanças positivas para a população na economia. Há ainda 27% de pessoas que estão desacreditadas com a possibilidade de renovação na política.

Considerando apenas a opinião dos brasileiros otimistas com as eleições, 39% acham que o novo governo terá mais estabilidade política para aprovar matérias de interesse para o país e 35% depositam esperança no fato de a sociedade estar mais vigilante com os políticos. Outros 18% de entrevistados esperam uma melhora porque haverá mudanças com relação às políticas adotadas pelo atual governo.

Brasileiro está dividido sobre futuro da economia pós-eleições: situação ficará melhor para 34%, mas 33% acham que tudo ficará igual

O levantamento demonstra que muito da percepção negativa sobre as eleições decorre da constatação de o país ainda sofre consequências da crise. Seis em cada dez (63%) brasileiros avaliam que a situação econômica do país está pior do que há um ano, enquanto 24% consideram que a situação é a mesma e somente 13% acham que ela está melhor. Para os brasileiros, mesmo com o fim da recessão, a maior parte dos impactos da crise ainda persistem, como desemprego elevado (90%), aumento de impostos (89%), endividamento das famílias (88%) e inadimplência crescente (86%).

Indagados sobre a situação da economia do Brasil após as eleições, a opinião pública mostra-se dividida: 34% esperam que a economia fique melhor sob o novo governo, mas uma parcela semelhante de 33% acredita que tudo continuará igual. Há ainda outros 17% que acreditam em uma piora do quadro.

Sob o novo governo, quatro em cada dez (44%) pessoas ouvidas acreditam que haverá aumento dos preços, aumento do dólar (44%) e elevação dos juros (42%). Quanto aos rumos do desemprego, as opiniões mais uma vez estão divididas: 33% acham que haverá mais cortes de vagas, enquanto 32% acreditam em criação de novos postos de trabalho. Para 28%, a situação permanecerá a mesma.

Diante da expectativa de um cenário macroeconômico mais difícil, 45% dos que estão pessimistas acreditam que terão de economizar mais e manter a disciplina nos gastos depois das eleições e 43% disseram que será mais complicado manter as contas em dia em 2019.

69% esperam grandes mudanças com presidente eleito. Para entrevistados, combater corrupção, desemprego e criminalidade devem ser prioridades

De modo geral, em cada dez entrevistados, sete (69%) esperam que o presidente eleito faça grandes mudanças em relação ao que vem sendo feito. Outros 26% argumentam em favor de mudanças pontuais, desde que sejam mantidos determinados programas e reformas já colocados em práticas. Somente 5% desejam a continuidade das políticas do atual governo.

Na avaliação dos entrevistados, o combate a corrupção (47%) e o desemprego (45%) lideram como os temas nacionais a serem tratados com prioridade pelo novo presidente e sua equipe. A criminalidade é citada por 38% das pessoas ouvidas e a precariedade da saúde pública por 32%. Outros assuntos considerados relevantes para a nova gestão são a necessidade de ajuste fiscal (23%) e corte de impostos (22%). Embora elejam uma série de temas a serem enfrentados pela nova gestão, um quarto (25%) dos entrevistados acha que nenhum problema será de fato resolvido pelo novo presidente. Além disso, 87% concordam que os candidatos fazem mais promessas na campanha do que podem cumprir depois de eleito.

Dentre as diretrizes que vão nortear o novo governo, 61% discordam da avaliação de que o presidente deve intervir menos na economia. Dessa forma, 88% pensam que o vencedor deve fortalecer a produção nacional e 73% concordam que a prioridade deve ser a distribuição de renda. Outros temas que recebem destaque são o estímulo ao comércio internacional (70%) e a garantia de direitos às minorias (67%).

Indagados sobre o Brasil que querem para o futuro, 44% dos entrevistados desejam um país em que políticos corruptos sejam presos e cumpram suas penas até o fim. Já 39% querem um sistema de saúde mais eficiente e 33% almejam um país mais seguro.

70% querem candidato que ‘põe a mão na massa’ e 53% valorizam honestidade; 24% dos brasileiros discutem eleições nas redes sociais

A CNDL e o SPC Brasil também investigaram o que os brasileiros esperam das habilidades do novo presidente. De modo geral, a população procura um candidato com perfil proativo e ao mesmo tempo articulado, com capacidade de se comunicar com a população e dialogar com a classe política. Para 70% dos entrevistados, é importante que o presidente eleito seja alguém que ‘ponha a mão na massa’ e realize projetos de melhorias em áreas como saúde, educação e infraestrutura. Para 30%, o candidato precisa ser uma pessoa próxima do povo e para 22%, ser um político influente para aprovar projetos no Congresso.

A pesquisa revela também que algumas características pessoais pesam na hora do eleitor decidir seu voto. As mais mencionadas são honestidade (53%), cumprir o que promete (37%), saber abrir mão de interesses particulares em detrimento do interesse da população (34%), ser sensível aos problemas da população (33%) e ter ‘pulso firme’ (31%). A maioria (60%) dos brasileiros disse rejeitar candidatos envolvidos em escândalos de corrupção, enquanto 59% descartam a possibilidade de votar em candidatos desonestos e que mentem.

O levantamento ainda revela que parte considerável dos brasileiros tem se engajado nas eleições: 36% tentam influenciar as pessoas que conhecem a votar no candidato que acreditam ser o melhor e 24% costumam entrar em discussões políticas nas redes sociais.

Metodologia

A pesquisa ouviu 800 brasileiros de ambos os gêneros, acima de 18 anos e de todas as classes sociais nas 27 capitais do país. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

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Brasil

Chegada da primavera intensifica descarga de raios

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Estimativa do Inpe aponta que 90% das descargas elétricas ocorrem entre a primavera e o verão

No próximo sábado (22), a primavera começa em todo o País com o equinócio – data em que o dia e a noite têm a mesma duração. Nessa época, sobretudo no Sudeste e no Centro-Oeste, aumenta o volume de chuvas e, consequentemente, de raios. Por isso, é preciso tomar muito cuidado e evitar situações em que eles podem causar graves danos.

O Brasil é o líder mundial em registro dessas descargas. A estimativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) é de que haja 50 milhões todos os anos, 90% durante a primavera e o verão.

Isso ocorre porque, nesse período, o choque entre massas de ar com temperaturas diferentes se intensifica. As de ar quente, menos densas, sobem à atmosfera. Nas camadas mais elevadas, o vapor de água se cristaliza e fica carregado eletricamente. 

Perigo

No Brasil, cerca de 200 pessoas ficam feridas e 110 morrem todos os anos após serem atingidas por raios, que descarregam 30 mil ampères, o equivalente a mil vezes a intensidade de um chuveiro elétrico.  Mas, adotando práticas simples, é possível evitar até 80% das mortes por descargas elétricas.

Durante uma tempestade, não é recomendado realizar atividades relacionadas à agropecuária ou ficar perto de veículos ou objetos que conduzem eletricidade. Nesses casos, o ideal é procurar um abrigo fechado.

Na página do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é possível conferir as áreas onde há maior chance de incidência de raios.  Com informações do Portal Brasil.

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