Conecte-se Conosco

Arte

Brad Pitt vai produzir filme sobre denúncias contra Harvey Weinstein

Publicado

em

Produção deve contar história das repórteres do New York Times que revelaram os abusos cometidos pelo magnata de Hollywood

ator Brad Pitt vai produzir um filme sobre os bastidores da reportagem que revelou o casos de abuso sexual cometidos pelo produtor Harvey Weinstein. As informações são da AFP.

A produção deve mostrar o trabalho das repórteres Jodi Kantor e Megan Twohey, do ‘New York Times’, na investigação do escândalo sobre o todo-poderoso de Hollywood.

O longa, que será Plan B Entertainment, de Pitt, e pela Annapurna Pictures, deve seguir a mesma estrutura de filmes sobre grandes investigações jornalísticas, como ‘Spotlight’ (2015) e ‘Todos os homens do presidente’ (1976).

Por Notícias ao Minuto

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe o nosso aplicativo gratuito.

 

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9200-1776.

Arte

Projeto celebra centenário do Maracatu Rural mais antigo do Brasil

Publicado

em

 

“Não deixem o brinquedo morrer”. Esse foi o pedido que João Padre, presidente e guardião do Maracatu Cambinda Brasileira durante 50 anos, fez aos filhos João Estevão e José Estevão antes de morrer. Seu pedido ainda ecoa no maracatu, que no dia 05 de janeiro de 2018 chega aos 100 anos. Com objetivo de contribuir para a manutenção dos saberes, projeto resgata em série de fotos e textos, através de relatos dos maracatuzeiros e bastidores do brinquedo, a memória do maracatu de baque solto em Pernambuco.

Unindo a tradição e a modernidade, o Cambinda é o mais antigo maracatu de baque solto em atividade ininterrupta no Brasil. E para celebrar e contribuir com o registro da memória do Cambinda e desta história da cultura popular pernambucana, o projeto Não deixem o brinquedo morrer: Memórias dos 100 anos do Cambinda Brasileira, encabeçado pela jornalista e pesquisadora Adriana Guarda e pelo fotógrafo Heudes Regis, apresenta um estudo sobre o processo de transmissão da herança cultural dentro do maracatu. O resultado disso é uma série de textos, relatos, entrevistas, ensaios fotográfico e vídeos, que ganham forma no acervo digital Não deixem o brinquedo morrer (https://goo.gl/E1FHyR), revelando, semanalmente, um novo capítulo dessa trajetória. Uma revistacondensando os principais questionamentos sobre como se dá manutenção da cultura popular na Mata Norte pernambucana, com artigos e séries fotográficas, além de palestras gratuitas sobre o tema, levam ainda, os saberes da resistência e reinvenção da cultura pernambucana para alunos da rede pública de ensino do Estado.
 
Da ideia de apresentar uma cobertura que não se pautasse apenas pelo Carnaval, abordando os bastidores do baque solto e “como funciona essa máquina de fazer maracatu desfilar”, o projeto, iniciado em 2015, conta com financiamento do Fundo Pernambucano de Incentivo à Cultura (Funcultura) e aborda temáticas como a religiosidade do maracatu de baque solto, a organização socioeconômica da agremiação, o processo de reconhecimento do baque solto como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), as mudanças enfrentadas pelo brinquedo ao longo das décadas para se manter em atividade e a história de personagens chaves desse processo, antes de tudo, de resistência. 

Para marcar o centenário, o projeto Não deixem o brinquedo morrer culminará com o lançamento de uma revista, concentrando o resultado das entrevistas e fotos, que será distribuída em 194 escolas municipais e estaduais da Região Metropolitana do Recife e Zona da Mata Norte do Estado, incluindo as seis instituições estaduais e 14 municipais que compõem a rede de ensino público do município de Nazaré da Mata, cidade sede dos Maracatus de Baque Solto. O resultado da pesquisa será apresentado ainda na sede do Maracatu Cambinda Brasileira, em evento de lançamento com projeção de fotos e roda de debate sobre as temáticas abordadas durante as entrevistas que formam o projeto. Alunos do Campus Mata Norte da Universidade de Pernambuco (UPE) e alunos e professores das redes municipal de estadual de Recife e Nazaré da Mata terão ainda a oportunidade de imergir na história e no processo de manutenção do brinquedo em uma série de palestras gratuitas.


Segundo Adriana Guarda, o projeto nasceu do desejo que imergir nos bastidores da brincadeira, repleta de segredos e mistérios preservados apenas pela tradição da oralidade, por quem faz viva a brincadeira em seu cotidiano. “A gente já tinha ido fazer coberturas jornalísticas dos encontros de maracatus em dois anos, e ficamos afim de descobrir os bastidores da festa e saber como funcionava o maracatu no dia a dia, o que as pessoas não veem nas apresentações”, revela. Nas imagens, Heudes Regis traz à tona cenas pouco conhecidas dos bastidores do Cambinda, como a correria e o nervosismo dos brincantes momentos antes de sair para uma apresentação, o preparo das indumentárias, o funcionamento da cozinha e dos dormitórios no período de Carnaval – quando os maracatuzeiros entram em resguardo, e homens e mulheres não podem dormir juntos -, o preparo do rei para brilhar e comandar o maracatu nas ruas.
 
“Nossa proposta é mostrar como funcionam os bastidores do maracatu, através dessas curiosidades periféricas. Imagina como é a cena dos maracatuzeiros pegando o ônibus para ir do engenho para a cidade brincar o Carnaval? É pegar esses momentos do cotidiano e mostrar o maracatu por quem faz o maracatu”, explica Regis. “O objetivo é trazer um pouco dessas memórias e explicar como se deu a transmissão dos saberes até agora. Tentar entender quais são mecanismos utilizados pelos maracatuzeiros para fazer com que o Cambinda Brasileira permaneça nas ruas. As grandes perguntas são: Como eles resistiram cem anos e, daqui prafrente, qual é o plano para existir mais cem?”, completa Adriana. 
 
Nesse processo, a partir dos relatos de mestres de apito, caboclos, arreiamar, guias e os mais diversos folgazões do Cambinda Brasileira, são abordados questionamentos sobre políticas públicas para a manutenção do folguedo. Não deixem o brinquedo morrer aborda ainda quais as mudanças que ocorreram no maracatu ao longo das décadas para que ele se mantivesse em atividade ininterrupta. “Nesse contexto, é preciso se questionar sobre a invenção das tradições. Para manter a tradição, o brinquedo tem que ficar imutável?”. A história mostra que não. O baque solto se revela uma máquina de reinvenção a cada sambada e desfile.

Projeto Não deixem o brinquedo morrer: Memórias dos 100 anos do Cambinda Brasileira

Confira alguns vídeos do projeto:

Não deixem o brinquedo morrer 01# – Os herdeiros do Cambinda

Não deixem o brinquedo morrer 02# – Mestre Anderson Miguel
Crédito das fotos: Heudes Regis/Divulgação
Seja sempre o primeiro a saber. Baixe o nosso aplicativo gratuito.

 

Siga-nos em nossas redes sociais no FacebookTwitter,  InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para a redação do Blog do Silva Lima por e-mail: blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9200-1776.

Continue lendo

Arte

Star Wars arrecada US$ 745 mi e tem 87ª maior bilheteria da história

Publicado

em

 

Estúdio espera que o filme atinja a terceira maior bilheteria do ano nos EUA após o Natal.

filme “Star Wars: Os Últimos Jedi” arrecadou US$ 745,4 milhões no mundo em dez dias. A estreia foi em 14 de dezembro. A fatia norte-americana do total foi de US$ 365 milhões até este domingo (24). Com isso, o filme já figura na 87ª posição entre as maiores bilheterias mundiais de todos os tempos.

O estúdio estima que serão arrecadados mais US$ 32 milhões no Natal. Caso as previsões se confirmem, o filme terá a terceira maior bilheteria doméstica do ano, atrás de “A Bela e a Fera” (US$ 504 milhões) e de “Mulher Maravilha” (US$ 412 milhões).

Fora dos Estados Unidos, arrecadou US$ 380,3 milhões. No mercado europeu, teve a quarta maior bilheteria do ano. O Reino Unido é o maior deles, com US$ 67,4 milhões, seguido por Alemanha (US$ 40 milhões), França (US$ 29,3 milhões) e Austrália (US$ 26,9 milhões).

“Jumanji: Bem-vindo à Selva” e “a Escolha Perfeita 3” também tiveram estreias sólidas, e “O Rei do Show” está avançando bem nos cinemas norte-americanos. O público tem mostrado pouco interesse em “Downsizing” e “Father Figures”. Com informações da Folhapress.

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe o nosso aplicativo gratuito.

 

Siga-nos em nossas redes sociais FacebookTwitter e Instagram. Você também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para nossa a redação do Blog do Silva Lima por e-mail blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9200-1776.

Continue lendo

Arte

Comédias brasileiras bambeiam na bilheteria em 2017

Publicado

em

 

Quantas vezes uma piada pode ser contada até perder a graça? Na última década, o cinema brasileiro apostou pesado nelas, mas vem colhendo sorrisos amarelos em 2017.

Outrora galinhas dos ovos de ouro da produção nacional, as comédias bambearam nesse ano que chega ao fim.

Entre as obras do gênero lançadas no período, nenhuma superou a marca do milhão de ingressos vendidos. Mas nos últimos 11 anos, a barreira foi batida por mais de 30 títulos, puxados por “Se Eu Fosse Você 2” (6,1 milhões, em 2009) e “De Pernas pro Ar 2” (4,8 milhões, em 2012).

Em 2017, só três filmes brasileiros venderam mais do que um milhão de ingressos. “Minha Mãe É Uma Peça 2” encabeça o ranking, com 5,2 milhões, mas o longa protagonizado por Paulo Gustavo foi lançado no fim de 2016. Os outros dois filmes são o thriller “Polícia Federal” (1,3 milhão) e o infantojuvenil “Detetives do Prédio Azul” (1,2 milhão).

Teriam as comédias nacionais perdido a graça em tempos de um Brasil tão sinistro?

É fato que puxadores de público em outras épocas terminaram à deriva. “Os Penetras” conseguiu público de 2,5 milhões em 2012. Mas a sua continuação, com mesmo elenco e diretor, não chegou a um quarto disso ao ser lançada, em janeiro, e saiu de cartaz com 402 mil ingressos.

Danilo Gentili, que participou de “Mato Sem Cachorro” (1,1 milhão de pessoas em 2013), vendeu 464 mil ingressos ao protagonizar a politicamente incorreta “Como se Tornar o Pior Aluno da Escola”, que estreou em outubro.

E a youtuber Kéfera, que pôde arregimentar uma multidão de 1,7 milhão de pessoas em 2016 com “É Fada!”, não superou nem 120 mil em 2017 com “Gosto se Discute”.

Uma ressalva nesse último caso: o primeiro filme estreou em 696 salas; o segundo, em metade do circuito. Ainda assim, fez menos do que 10% do público do anterior.

“Não há receita de bolo”, diz Paulo Sérgio Almeida, diretor do site Filme B, que monitora as bilheterias no país.

Sobre o caso Kéfera, ele arrisca palpites: “É Fada!” é juvenil, escrachado, conta com diretor bastante conhecido (Daniel Filho) e teve divulgação pesada da Globo (é uma produção da Globo Filmes).

Já “Gosto se Discute” é uma aposta arriscada: é comédia dramática, terreno ao qual a youtuber não está necessariamente ligada, e se passa num universo (o da gastronomia) que é alienígena para o cinema brasileiro.

“A comédia é o melhor caminho para se ter sucesso? É. O brasileiro gosta de comédia, ponto e acabou. Mas nem todas darão certo”, afirma.

SEM HERÓIS NACIONAIS

A observação de Almeida sobre as apostas arriscadas esbarra num aspecto que foi fundamental para colocar as comédias no topo do pódio da preferência nacional desde que “Se Eu Fosse Você”, dirigido por Daniel Filho, promoveu uma guinada nesse gênero, a partir de 2006.

O filme, que na época arrastou 3,4 milhões de pessoas, se assentava em um terreno seguro. Trazia um elenco conhecido do público (Tony Ramos e Gloria Pires) numa trama manjada de troca de identidades entre o casal.

“Se Eu Fosse Você” abriu a porteira para a atual leva de comédias, que aposta em rostos conhecidos da TV (caso de Leandro Hassum, Ingrid Guimarães, Paulo Gustavo etc), e que, nos últimos 11 anos, alavancou a venda de ingressos de toda produção nacional.

Mas em 2017, tirando Paulo Gustavo, “não tivemos nenhum dos ‘super-heróis’ do cinema brasileiro”, lembra Mayra Lucas, produtora por trás de sucessos do gênero como “Loucas pra Casar” (2015).

A produtora crê que, diante da ausência dos “heróis nacionais”, o público tenha escolhido os estrangeiros –no caso, os super-heróis. É fato. Quatro dos dez filmes mais vistos no ano no Brasil são de justiceiros superpoderosos: “Mulher-Maravilha”, “Homem-Aranha”, “Thor: Ragnarok” e “Logan”.

“O público que vai ver o filme brasileiro, sobretudo a comédia nacional, e que fez nossos números, é o das classe C e B2, que agora tem de escolher muito bem onde vai gastar seu dinheiro”, ela afirma.

ALÉM DA COMÉDIA

O diagnóstico da fuga da classe C é partilhado pelo produtor LG Tubaldini Jr., de comédias como “Qualquer Gato Vira-Lata” (2011) e “O Concurso” (2013). Para ele, o fenômeno vai além das comédias.

“O cinema nacional como um todo não foi bem neste ano.” Ele acrescenta a concorrência com serviços sob demanda e até a violência urbana como outros empecilhos. “As pessoas estão saindo menos de casa, e o cinema e o teatro pagam esse preço.”

O produtor lançou “Divórcio”, quarta comédia mais vista em 2017, com público total de 480 mil pessoas. Embora o filme com Murilo Benício e Camila Morgado não tenha ultrapassado a marca do milhão, ao menos rompeu com outra fronteira do gênero: conseguiu agradar a crítica.

“Botamos elementos de ação e aventura para elevar a barra”, diz. O produtor também levou a obra para um terreno em ascensão, o mundo sertanejo do interior paulista.

Tubaldini afirma que o caminho do cinema nacional é produzir outros gêneros. Ele cita casos como o da Rússia e da Coreia do Sul, cujos rankings nacionais não se limitam a comédias, e já abrigam ficções científicas e thrillers.

Presidente interina da Ancine (Agência Nacional do Cinema), Débora Ivanov afirma ter ouvido queixas de que os filmes americanos ocupam o primeiro semestre e deixam “as produções nacionais com potencial muito estranguladas no segundo semestre”.

Segundo ela, o órgão estuda mudar a cota de tela, isto é, a obrigatoriedade de exibição de um mínimo de filmes nacionais que recai sobre as salas de cinema. Em vez de anual, ela pode ser semestral.

O ano de 2018 promete continuar com humor nas telonas. Cauã Reymond e Tatá Werneck farão policiais fracassados em “Uma Quase Dupla”, e Marcos Veras e Rosanne Mulholland estarão na comédia corporativa “Tudo Acaba em Festa”. E os “heróis” voltam: Paulo Gustavo em “22 Volts”, e Leandro Hassum em “Não se Aceitam Devoluções”. Com informações da Folhapress.

Seja sempre o primeiro a saber. Baixe o nosso aplicativo gratuito.

Siga-nos em nossas redes sociais no FacebookTwitter,  InstagramVocê também pode ajudar a fazer o nosso Blog, nos enviando sugestão de pauta, fotos e vídeos para a redação do Blog do Silva Lima por e-mail: blogdosilvalima@gmail.com ou WhatsApp (87) 9 9937-6606 ou 9 9200-1776.

Continue lendo

Trending