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Esporte

Brasil vê Jesus desencantar e vence amistoso com a Arábia Saudita

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Ainda parecendo sentir a ressaca pela decepção na Copa do Mundo da Rússia, equipe de Tite fez 2 a 0 sobre o adversário asiático.

Em ritmo de treino e com pouco sustos, a seleção brasileira derrotou a Arábia Saudita nesta sexta-feira, em Riad, mesmo apresentando um futebol bastante pobre. Ainda parecendo sentir a ressaca pela decepção na Copa do Mundo da Rússia, a equipe de Tite fez 2 a 0 sobre o adversário asiático, com gols de Gabriel Jesus e Alex Sandro.

Foi a terceira vitória da seleção após a derrota para a Bélgica, com nove gols marcados e nenhum sofrido, mas em todos eles, até pela fragilidade dos adversários – Estados Unidos, El Salvador e Arábia -, o time pareceu pouco motivado. Isso deve mudar na próxima terça-feira, quando o Brasil enfrenta a Argentina em clássico que será realizado em Jeddah.

Talvez pensando justamente nesta motivação extra, Tite tem mexido na equipe desde a Copa e nesta sexta deu chances para nomes como Ederson, Pablo, Fabinho, Alex Sandro e Renato Augusto entre os titulares. Ao longo do confronto, ainda entraram Lucas, Walace, Arthur e Richarlison, que tentam ganhar espaço neste ciclo até a próxima Copa.

Mas mais uma vez a seleção dependeu demais de Neymar. As principais chances da equipe foram criadas pelo atacante do Paris Saint-Germain, quase sempre pelo meio, com liberdade para criar. Em um de seus lampejos em campo, ele deu passe perfeito para Gabriel Jesus marcar o único gol da partida, seu primeiro com a camisa amarela desde o amistoso contra a Áustria às vésperas da Copa. Foi Neymar também quem deu a assistência para o gol de Alex Sandro, já nos acréscimos do segundo tempo.

O primeiro bom momento do Brasil, porém, surgiu dos pés de Fred, que aos 10 minutos teve a chance mas preferiu ajeitar para Gabriel Jesus, que acertou a zaga. Na sequência, Neymar apareceu pela primeira vez com espaço na área, mas novamente a defesa da Arábia travou.

Em um dos cochilos da defesa brasileira, Al Shahrani passou como quis por Fabinho e tocou para Al Mogahwi, que foi travado por Marquinhos. Mas o jogo era mesmo de Neymar, que perdeu boa chance aos 19, após bela jogada e finalização para fora.

Gabriel Jesus teve bom momento aos 25, em tentativa de cabeça que exigiu grande defesa de Al Owais, mas foi aos 42 que desencantou. Neymar fez ótima jogada pelo meio e deu enfiada precisa para o atacante do City, que tocou na saída do goleiro para marcar.

Na etapa final, Tite voltou com Lucas na vaga de Fred, e o meia do Tottenham demorou apenas seis minutos para mostrar serviço. Ele recebeu ótimo passe de Neymar, saiu sozinho na área, mas parou em outra defesa de Al Owais. Aos nove, Neymar novamente apareceu bem pelo meio e arriscou de esquerda, de fora da área, acertando a trave.

Mas a cada sumiço de Neymar, o setor ofensivo do Brasil também desaparecia com ele. E quando o craque caiu de produção no segundo tempo, a seleção não mais criou. Nem mesmo as substituições de Tite deram novo ânimo ao time, que trocava passes sem objetividade.

Aos 39 minutos, o árbitro de vídeo foi acionado para a expulsão do goleiro árabe, por colocar a bola na mão fora da área. E, nos acréscimos, o Brasil chegou ao segundo gol. Neymar cobrou escanteio da direita e Alex Sandro finalizou para a rede.

FICHA TÉCNICA:

ARÁBIA SAUDITA 0 X 2 BRASIL

ARÁBIA SAUDITA – Al Owais, Al Burayk (Al Mowalad), Omar Housawi, Al Bulayhi e Al Shahrani; Otaif, Al Mogahwi (Ghareeb), Al Faraj, Al Bishi (Al Shehri) e Al Dawsari (Sulaimani); Bahbri (Malayekah). Técnico: Juan Antonio Pizzi.

BRASIL – Ederson; Fabinho, Pablo, Marquinhos e Alex Sandro; Casemiro (Walace), Fred (Lucas), Renato Augusto, Philippe Coutinho (Arthur) e Neymar; Gabriel Jesus (Richarlison). Técnico: Tite.

GOL – Gabriel Jesus, aos 42 minutos do primeiro tempo. Alex Sandro, aos 50 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Danny Makkelie (Holanda).

CARTÃO AMARELO – Otaif (Arábia Saudita).

CARTÃO VERMELHO – Al Owais (Arábia Saudita).

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

ESTÁDIO – Estádio da Universidade King Saud, em Riad (Arábia Saudita).

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Esporte

Copa-22 terá locais para consumo de álcool e orientação sobre roupas

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“Nossa comunidade é um pouco conservadora, as pessoas precisam ser razoáveis”, disse o secretário-geral do comitê organizador do mundial, Hassan Al Thawadi.

Os torcedores que forem ao Qatar para assistir à Copa do Mundo em 2022 terão de respeitar os costumes locais na hora de se vestir – nada de decotes profundos ou minissaias.

“Nossa comunidade é um pouco conservadora, as pessoas precisam ser razoáveis, não vão poder andar nas ruas sem roupas”, afirmou o secretário-geral do comitê organizador da Copa do Qatar, Hassan Al Thawadi, em entrevista a jornalistas neste domingo (17).

No Qatar, as mulheres não precisam cobrir a cabeça com véu ou vestir blusas soltas e de mangas compridas, como ocorre em outros países islâmicos mais conservadores. Mas estrangeiros devem evitar regatas decotadas, minissaias e shorts muito curtos.

Al Thawadi havia afirmado no dia anterior que os turistas não poderão consumir bebidas alcoólicas em público -haverá lugares especiais para isso.

“Nas ruas não se pode beber, essa é a nossa lei, e em muitos outros países também é assim”, afirmou. Bebidas alcoólicas são servidas apenas dentro de hotéis e alguns bares em Doha. “Ainda não sabemos se o consumo de álcool dentro dos estádios será permitido, estamos negociando com a Fifa”, disse o secretário-geral neste domingo.

Al Thawadi também não garantiu que fabricantes de bebidas alcoólicas poderão patrocinar o evento – ele disse que não haveria necessidade disso, e que era possível recorrer a patrocínio de bebidas sem álcool, por exemplo.A Budweiser é patrocinadora oficial da Fifa desde a Copa do México, em 1986.

No entanto, al Thawadi acredita que as diferenças culturais não serão um obstáculo. “Pelo contrário, será uma oportunidade de experimentar a cultura árabe, que muitos não conhecem, e nossa hospitalidade. Ninguém vai deixar de se divertir aqui”, diz. “Não há o que temer, recebemos pessoas de todos os lugares do mundo e já sediamos diversos eventos, ainda que não dessa magnitude.”

A Fifa está pressionando para que a Copa no Qatar seja a primeira a abrigar 48, em vez de 32 equipes. Alguns jogos seriam realizados em países vizinhos hostis ao Qatar, mas a Fifa acredita que isso serviria para promover a paz na região.

O qatariano afirmou que a ampliação do número de equipes deve ser decidida até, no máximo, o fim de 2019. Nesse caso, ele disse que ainda não é possível dizer se os oito estádios previstos no país serão suficientes.

O Qatar está construindo sete estádios do zero e adaptando um que já existe. Todos terão um moderno sistema de ar-condicionado para estádio ao ar livre, para permitir que o campeonato aconteça no calor do deserto. Além disso, a Copa será realizada em novembro e dezembro, inverno no país, em vez de junho e julho, como é a tradição do campeonato.

O Qatar sofre embargo econômico da Arábia Saudita, Emirados Árabes, Bahrain e Egito desde junho de 2016. Os países acusam o Qatar de patrocinar o terrorismo e fazem uma lista de exigências duras, entre elas o fechamento da rede de Tv Al Jazeera, cuja cobertura da primavera árabe enfureceu muitos ditadores da região. As tensões entre Arábia Saudita e Qatar vinham crescendo há tempos por causa da postura independente da política externa do Qatar e sua insistência em atuar como mediador e se relacionar com diversos atores da região, inclusive o Irã, arqui-inimigo dos sauditas.

Com o embargo, o Qatar não pode mais fazer transações comerciais com esses países, nem usar seu espaço aéreo. Os qatarianos estão proibidos de entrar nessas nações, que, por sua vez, proíbem seus cidadãos de irem ao Qatar.

“É uma pena, porque o Mundial não é apenas do Qatar, é do mundo árabe, que é apaixonado por futebol; o Oriente Médio vai sediar sua primeira copa e muitas pessoas não vão poder tirar proveito dessa oportunidade, seja para trabalhar no Qatar ou para assistir aos jogos”, disse.

Mas, segundo al Thawani, o bloqueio econômico não atrasou, nem encareceu as obras necessárias para a Copa. “Nas primeiras semanas, foi difícil para mudarmos a cadeia de fornecedores, mas, com o tempo, encontramos materiais com mais qualidade e mais baratos, foi até uma vantagem.”

Não se veem sinais de bloqueio econômico neste pequeno país de 300 mil habitantes, cuja renda per capita é uma das mais altas do mundo -US$ 63,500 mil (no Brasil, está em US$ 9.821). O país é o maior exportador de gás do mundo.

A comunidade internacional condena o bloqueio econômico imposto pelos sauditas, e, no país, o isolamento gerou uma onda de patriotismo. Um retrato do emir Tamim bin Hamad Al Thani Tamim, feito por um artista local após a declaração do bloqueio, estampa painéis gigantes em vários hotéis e prédios de Doha, além de adesivos e camisetas usados por muitos qatarianos.

Mas o país é alvo de críticas por causa das condições precárias de trabalho a que são submetidos os trabalhadores migrantes do país, muitos empregados na construção dos estádios. O Qatar tem 1,9 milhão de trabalhadores migrantes, a maioria de Índia, Nepal, Bangladesh, Paquistão e Filipinas, que são tratados como cidadãos de segunda classe. Em uma sexta-feira, feriado semanal em países islâmicos e dia tradicional de passeio, a reportagem testemunhou seguranças impedindo diversos trabalhadores migrantes de passear no Souq Waqif, centro comercial cheio de turistas e qatarianos. (Com informações da Folhapress)

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Flamengo não iguala oferta, e Réver se aproxima de retorno ao Galo

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Caso tais termos do contrato ditos por seus representantes procedam, o clube carioca já decidiu que não irá cobrir a oferta.

A pós quatro anos, Réver está por detalhes para retornar ao Atlético-MG. O zagueiro alega ter recebido uma proposta de três anos com salários maiores do que recebe atualmente no Flamengo. Caso tais termos do contrato ditos por seus representantes procedam, o clube carioca já decidiu que não irá cobrir a oferta, o que deixará o caminho livre para o zagueiro voltar à Belo Horizonte (MG).

No Rubro-Negro, Réver tem vínculo até dezembro de 2019 e salários de cerca de R$ 400 mil. Há um cláusula no contrato do jogador que permite ao Flamengo a preferência em tentar igualar eventuais propostas.

Segundo o estafe do atleta, a oferta é de vencimentos na casa dos R$ 450 mil a R$ 500 mil, algo que -junto com o tempo de contrato- os dirigentes da Gávea avaliam estar acima do que podem oferecer.

O jogador de 33 anos é visto como um grande reforço para o setor na próxima temporada e gostaria de voltar a Belo Horizonte.

O presidente do Atlético-MG, Sérgio Sette Câmara, é quem negocia com Fábio Mello, agente do atleta que levantou a Libertadores 2013, a Recopa Sul-Americana 2014 e a Copa do Brasil 2014 na Cidade do Galo. O mandatário é o grande entusiasta da negociação. Ele é admirador do defensor e acredita em sua volta como um nome de peso para a retaguarda. Com informações da Folhapress.

Consultado pela diretoria nos últimos dias, o técnico Levir Culpi aprovou o retorno de Réver à capital mineira. O comandante não teve chances de trabalhar com o zagueiro em sua última passagem devido ao elevado número de lesões. (Com informações da Folhapress)

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CR7 marca, Juventus vence clássico de Turim e continua soberana

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Assim, a Juve se manteve soberana na competição, agora com 46 pontos na liderança, e abriu 11 de vantagem sobre o Napoli, segundo colocado.

A tuando fora de casa no clássico de Turim, a invicta Juventus contabilizou neste sábado à noite a sua 15ª vitória em 16 jogos neste Campeonato Italiano ao superar o Torino por 1 a 0, graças a um gol de pênalti marcado por Cristiano Ronaldo.

Assim, a Juve se manteve soberana na competição, agora com 46 pontos na liderança, e abriu 11 de vantagem sobre o Napoli, segundo colocado, que neste domingo enfrenta o Cagliari, também como visitante, com o objetivo de voltar a reduzir a enorme vantagem da atual heptacampeã nacional.

Já o Torino estacionou nos 22 pontos e ocupa a sexta posição da tabela, fechando a zona de classificação para a Liga Europa. Neste domingo, porém, a equipe pode ser ultrapassada por mais de um time. Roma, Sassuolo e Parma estão empatados com 21 pontos e a Sampdoria vem logo atrás, com 20, e é outro clube que ameaça o posto do clube de Turim.

Marcado aos 25 minutos do segundo tempo, este também foi o 11º gol de Cristiano Ronaldo neste Italiano, no qual ele divide o topo da artilharia com o polonês Krzystof Piatek, autor de 11 bolas na rede pelo Genoa.

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O gol de Cristiano Ronaldo foi emblemático também pelo fato de que é o de número 5 mil da Juventus na Série A da Itália. E esse gol só se tornou possível graças a uma falha da zaga do Torino aos 22 minutos do segundo tempo do clássico deste sábado. Zazá atrasou mal a bola, Mandzukic aproveitou o vacilo e, na hora da finalização do atacante, o goleiro Ichazo derrubou o rival dentro da grande área ao tentar dar um carrinho para evitar a finalização do croata.

E, aos 24 minutos, Cristiano Ronaldo foi para a cobrança da penalidade e bateu forte no canto esquerdo de Ichazo, que chegou a tocar na bola, mas não conseguiu evitar que ela entrasse no gol. Logo em seguida, o astro português causou polêmica ao dar uma “peitada” no goleiro adversário em sua comemoração, mas não houve confusão entre os dois.

A Juventus chegou a fazer um segundo gol pouco depois, aos 27 minutos, mas o lance foi impugnado pela arbitragem. Após cobrança de falta, Cristiano Ronaldo desviou de cabeça e Mandzukic completou paras as redes. O português, porém, estava impedido quando recebeu a bola e deu a assistência ao croata.

Mas o 1 a 0 já bastava para a Juventus, que voltará a jogar pelo Italiano no clássico do próximo dia 22, contra a Roma, em Turim. No mesmo dia, o Torino encara o Sassuolo, fora de casa, por esta 17ª rodada da competição. Com informações do Estadão Conteúdo. (Do Blog do Esporte ao Minuto)

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