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Saúde

Cientistas criam biossensor para detectar câncer de pâncreas precocemente

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Esse exame, mais barato e eficaz do que os métodos disponíveis, pode aumentar as chances de cura desse tipo de tumor.

Pesquisadores do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP), em parceria com o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) do Hospital de Câncer de Barretos e com a Universidade do Minho, de Portugal, criaram um biossensor capaz de diagnosticar precocemente o câncer de pâncreas. Esse é um tipo de tumor menos comum no Brasil, porém altamente letal por ter sintomas que demoram para aparecer. Quando os sinais dão as caras, a doença geralmente já atingiu um estágio avançado, tornando o tratamento mais difícil.

Segundo informações da Fapesp, que apoia o projeto, os cientistas construíram um dispositivo que consegue identificar moléculas que, quando em excesso no corpo, acusam essa doença com alta sensibilidade e seletividade. O nome dessa partícula é CA19-9. “Conseguimos fazer um biossensor de baixo custo que demonstrou ser capaz de detectar o biomarcador do câncer de pâncreas em amostras reais de sangue e de células tumorais”, diz Osvaldo Novais de Oliveira Junior, professor do IFSC-USP envolvido no projeto.

O dispositivo é formado por duas lâminas minúsculas, que reconhecem o antígeno CA19-9. “Mas o antígeno CA19-9 não é completamente específico para o câncer de pâncreas. Pacientes com pancreatite (inflamação do pâncreas) também podem apresentar alteração na produção dessa proteína”, pondera Oliveira Junior.

Por Flávia Albuquerque (Agência Brasil)

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Saúde

Batimento cardíaco irregular pode aumentar risco de demência, diz estudo

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Fibrilação atrial pode levar ao acúmulo de sangue no coração e à formação de coágulos.

Pessoas com um tipo específico de batimento cardíaco irregular chamado fibrilação atrial podem experimentar um declínio mais rápido nas habilidades de pensamento e memória e ter um risco maior de demência do que aquelas sem fibrilação atrial, de acordo com um estudo publicado na edição on-line de 10 de outubro de 2018 da “Neurology”, o jornal médico da Academia Americana de Neurologia.

Com fibrilação atrial, uma forma de arritmia, o ritmo normal do coração está fora de sincronia. Como resultado, o sangue pode acumular-se no coração, possivelmente formando coágulos que podem ir para o cérebro, causando um derrame.

A boa notícia do estudo é que as pessoas com fibrilação atrial que estavam tomando anticoagulantes eram na verdade menos propensas a desenvolver demência do que aquelas que não tomavam.

“O fluxo sanguíneo comprometido causado pela fibrilação atrial pode afetar o cérebro de várias maneiras”, disse o autor do estudo, Chengxuan Qiu, do Instituto Karolinska e da Universidade de Estocolmo, na Suécia.

“Nós sabemos que conforme as pessoas envelhecem, a chance de desenvolver fibrilação atrial aumenta, assim como a chance de desenvolver demência. Nossa pesquisa mostrou uma ligação clara entre os dois e descobriu que tomar anticoagulantes pode realmente diminuir o risco de demência”, disse Qiu.

O estudo

Para o estudo, os pesquisadores analisaram dados sobre 2.685 participantes com uma idade média de 73 anos, que foram acompanhados durante cerca de seis anos como parte de um estudo maior. Os participantes foram examinados e entrevistados no início do estudo e, em seguida, uma vez após seis anos para os menores de 78 anos e uma vez a cada três anos para aqueles com 78 anos ou mais. Todos os participantes estavam livres de demência no início do estudo, mas 243 pessoas, ou 9%, tinham fibrilação atrial.

Através de entrevistas e exames médicos, os pesquisadores reuniram dados do estilo de vida e médicos sobre os participantes no início do estudo e durante cada visita de acompanhamento. Todos foram examinados para fibrilação atrial, para o pensamento global e habilidades de memória, bem como demência.

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Saúde

Outubro Rosa: mitos e verdades sobre câncer de mama e a mamografia

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Esse tipo de tumor, apesar de comum, ainda causa muitas dúvidas, especialmente sobre os exames e a prevenção. Aproveite o Outubro Rosa para se informar!

Se você desconsiderar os tumores de pele, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres, com 59 700 novos casos esperados para 2018, segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca). Ainda assim, o Outubro Rosa nos mostra que sobram dúvidas sobre essa doença e, em especial, sobre as formas de prevenção e de detecção precoce, com a mamografia.

Para discutir o assunto, a médica radiologista Santuzza Kelmer elencou mitos e verdades sobre o câncer de mama. Responsável técnica pelo setor de Diagnóstico Mamário da ProEcho (empresa especializada em diagnóstico por imagem), ela aborda o impacto da menstruação e da hereditariedade no risco de desenvolver nódulos malignos nos seios, os exames a serem feitos e por aí vai.

Por Da Redação

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Saúde

Entenda o que é o ‘blackout’ alcoólico e o perigo que ele representa

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Isso acontece porque os circuitos do hipocampo – área do cérebro que tem um papel crucial em consolidar as memórias do cotidiano – são inibidos pelo álcool

Segundo uma reportagem mostrada pela BBC News, a amnésia provocada pelo excesso de álcool ocorre quando o cérebro se torna incapaz de registrar os eventos vividos durante a bebedeira.

Isso acontece porque os circuitos do hipocampo – área do cérebro que tem um papel crucial em consolidar as memórias do cotidiano – são inibidos pelo álcool, explica o Instituto Nacional de Abuso do Álcool e de Alcoolismo dos EUA (NIAAA).

Por sua vez, esse processo resulta em falhas no sistema de registro cerebral.

Há dois tipos de ‘blackouts’ ou de ‘apagões’. O mais comum, chamado ‘blackout’ fragmentado, acontece quando um indivíduo retém pedaços dispersos de memória, embora tenha se esquecido de alguns detalhes do que aconteceu enquanto estava embriagado. Por exemplo, essa pessoa talvez se lembre de ter bebido alguns shots, mas não de quem pagou a conta. Nesses casos, os especialistas afirmam que um esforço de memória muitas vezes ajuda a recordar os detalhes ausentes.

Já o segundo tipo trata-se do ‘blackout’ total, ou ‘en bloc’: uma amnésia severa que abrange um período de diversas horas. Geralmente é difícil lembrar o que aconteceu, porque essa informação não chegou a ser registrada pelo cérebro.

É comum?

Os ‘blackouts’ fragmentados são bastante comuns, especialmente entre jovens consumidores de álcool, apontam vários estudos.

“Entre 30% e 50% dos jovens adultos que bebem de fato relatam ter tido alguma experiência de ‘apagão’ relacionado ao consumo de álcool”, diz Kate Carey, professora de ciências sociais e comportamentais na Universidade Brown, nos EUA.

Esse efeito entra em ação quando a concentração de álcool no sangue sobe abruptamente e alcança níveis elevados – comumente quando se consome muito álcool em pouco tempo ou quando se bebe de estômago vazio.

Segundo a NIAAA, as mulheres são mais vulneráveis: “elas têm maior propensão a beber com o estômago vazio do que os homens e tendem a ingerir bebidas com maior concentração de álcool do que cerveja, como cocktails, shots e vinho”, diz a organização.

Sinais

Carey explica que não há necessariamente sinais visíveis de que uma pessoa esteja em processo de ‘blackout’ alcóolico.

Como as nossas funções básicas de curto prazo se mantêm ativas a despeito da intoxicação por álcool, é possível que a pessoa esteja acordada e ativa, mas que se não vá lembrar das coisas posteriormente.

No entanto, algumas pessoas de fato mostram sinais de risco: ficam distraídas e incapazes de dar continuidade a uma conversa, por exemplo.

Consequências perigosas

Segundo os American Addiction Centers (centros de combate a vícios nos EUA), esse aumento do nível do álcool no sangue leva as pessoas a comportamentos de risco, já que a sua capacidade decisória fica comprometida.

Além da perda de memória, a ocorrência constante de ‘blackouts’ pode indicar que a pessoa tem um problema de saúde grave com a bebida, como sofrer de alcoolismo.

Por Notícias ao Minuto

 

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