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Saúde

Conheça a incômoda disfunção sexual que afeta as mulheres

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Muito comum, a secura vaginal afeta a vida sexual e a autoestima de muitas mulheres.

A secura vaginal é um dos problemas ginecológicos mais frequentes nas mulheres e dos que mais afeta a vida sexual. A psicóloga e sexóloga Felipa Gea López explicou ao jornal El Mundo que, ainda que este seja um problema comum durante a menopausa, ele pode afetar todas as mulheres férteis que têm dificuldade em lubrificar.

A especialista diz que em termos sociais e de autoestima “é equivalente à disfunção erétil no homem”. No entanto admite que a ciência nunca deu a devida atenção ao problema, por ser menos propício a causar transtornos físicos e psicológicos.

“A secura vaginal pode ocorrer por muitos motivos, nem sempre fisiológicos ou patológicos”, destaca a especialista, explicando que a lubrificação é a expressão da excitação sexual e, por isso, a secura vaginal pode indicar falta de excitação – seja porque é preciso mais estímulos ou porque as condições não são as adequadas. O estresse também tem um papel muito importante na sexualidade e é possível que também se torne num fator condicionante.

Quando o problema tem origem psicológica, usar gel hidratante e lubrificante pode ser suficiente para resolver o problema e melhorar a vida erótica do casal. Contudo, o ideal é que mulher consulte sua ginecologista para identificar as causas da secura do problema.

Saúde

Veja dez dicas para manter sua coluna saudável

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Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), oito em cada dez pessoas, em todo mundo, terão em algum momento da vida.

Dor nas costas. Eis um desconforto que, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), oito em cada dez pessoas, em todo mundo, terão em algum momento da vida. Para evitar esse mal, sempre se ouve o conselho focado nos exercícios físicos e na boa postura, mas, além disso, o que pode ser feito para garantir uma coluna saudável? Para responder essa pergunta, o médicoAndré Evaristo, especialista em cirurgia de coluna e membro do corpo clínico do Hospital Sírio-Libanês, separou dez dicas fundamentais que citamos a seguir:

1. Boa Postura: no dia a dia, é comum as pessoas forçarem certas regiões do corpo sem necessidade e isso provoca desgaste. Não é apenas em funções que exigem esforço físico que precisamos prestar atenção à nossa postura, mas, também, em atividades corriqueiras como escovar os dentes, pegar uma caneta do chão, calçar os sapatos, amamentar, dirigir, usar o computador ou cuidar da casa, por exemplo.

2. Atividades físicas: esse item faz bem para a saúde de qualquer pessoa. Quando falamos em coluna, seus benefícios também são diversos, pois o sedentarismo é uma das causas mais frequentes para os desconfortos do corpo e causas de outras doenças. Pensar em atividade física pode ser difícil quando ela é vista como uma obrigação, mas é possível encontrar uma atividade mais prazerosa como a musculação, que resguarda a região da coluna por meio do fortalecimento; a dança, que aumenta a flexibilidade, a consciência corporal e fortalece a musculatura; a natação, que é extremamente funcional para aqueles que precisam reduzir impactos e alinhar a postura. Além de caminhadas, hidroginástica, pilates e esportes.

3. Manter o peso corporal adequado: o peso extra muda o centro da gravidade do corpo, e isso é mais intenso quando ele está concentrado na região abdominal, pois ele joga uma tensão desnecessária sobre os músculos da coluna lombar. “Por outro lado, estar muito abaixo do peso pode colaborar com baixa massa óssea, o que leva a um maior risco de osteoporose. Por isso, falamos em peso adequado para a estrutura do seu corpo e o ideal é o acompanhamento de um especialista para definir isso”, esclarece Evaristo.

4. Evite fumar: o tabagismo é um grande vilão da saúde! Agora, quando o assunto é coluna, estudos mostram que componentes presentes no cigarro aumentam o nível de circulação da carboxi-hemoglobina, substância que impede que o oxigênio vá para os tecidos do corpo. Esse fator causa má nutrição dos discos e induz sua degeneração.

5. Vitamina D e Cálcio: a vitamina D ajuda o corpo a absorver o cálcio ingerido de forma eficiente e a depositá-lo juntamente com o fosfato no esqueleto. Já a falta dela aumenta as chances de osteoporose, do amolecimento dos ossos em adultos e do raquitismo em crianças. O Sol é responsável por 90% da produção da vitamina D que o organismo precisa, o ideal é tomar 20 minutos de sol por dia, sem protetor solar, para melhor absorção, antes das 10h ou depois das 16h, quando os efeitos dos raios ultravioletas são menores.

6. Mexa-se: mesmo com a postura correta, o corpo humano não foi feito para ficar na mesma posição por longos períodos. O maior problema é que muitas pessoas ficam paradas por muito tempo com a postura incorreta. Ou seja, temos aqui dois problemas. Para quem trabalha sentado, dirige por muitas horas ou fica em pé na mesma posição, é importante fazer pequenas pausas para alongar o corpo ou uma pequena caminhada.

7. Cuidado com o esforço repetitivo: assim como a falta de movimento causa problemas na coluna, quando ele é feito de maneira inadequada, repetitiva e continua, sem a devida atenção, deve-se ficar alerta. Um exemplo disso é a Lesão do Esforço Repetitivo ou LER e o seu nome já diz a sua causa. “A lesão instala-se lentamente no organismo humano e, muitas vezes, passa despercebida ao longo de toda uma vida de trabalho e quando é percebida já existe um severo comprometimento da área afetada. Por isso, é importante o cuidado tanto com a falta de movimento, quanto com o excesso continuo”, orienta o especialista.

8. Mochila: o uso da mochila não podia faltar nessa lista, pois ela importa para crianças, adolescentes e adultos. “O peso da mochila não pode ultrapassar os limites suportáveis para a estrutura corporal, de modo geral, nós recomendamos que o seu peso não passe de 10% do peso do corpo da pessoa. As alças precisam ser reforçadas, seu modelo não pode estar muito abaixo da lombar ou muito acima da cervical e ela deve ficar encostada nas costas inteira”, explica.

9. Tratamento de dor: a automedicação é muito danosa, pois dor constante não é normal e precisa ser avaliada por um especialista. Nesse quadro de dor, a pessoa poder estar desenvolvendo uma degeneração que seria controlada, em tempo, por meio do tratamento correto. Ou, até mesmo, de uma hérnia de disco que poderia ser absorvida com a avaliação adequada, por exemplo. Quando o individuo sente dores e toma medicações constantemente, por conta própria, ela está tratando os sintomas e não a causa e isso pode levar a um quadro grave.

10. Hábitos saudáveis: Aprenda que você vai estar nesse corpo durante toda a sua vida. Com o tempo, a medicina vai te ajudar a manter a qualidade dela, mas é você quem pode garantir a melhor prevenção mantendo hábitos saudáveis, fazendo as consultas de rotina, procurando um especialista em vez de optar pela automedicação e cuidando do seu corpo e da sua mente em conjunto. 

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Política

Humberto Costa agradece trabalho de cubanos e participa de despedida de médicos em Brasília

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A expulsão dos médicos cubanos do Brasil promovida por Jair Bolsonaro (PSL) já está causando, de acordo com o líder da Oposição no Senado, Humberto Costa (PT-PE), graves danos ao sistema público de saúde. O parlamentar lamentou, nesta segunda-feira (3), que a decisão do presidente eleito esteja deixando vários postos do SUS sem atendimento e também elogiou o trabalho e solidariedade dos cubanos. Hoje, ele participa de uma despedida dos profissionais no aeroporto de Brasília.

“As vagas ofertadas pelo edital aberto pelo Ministério da Saúde foram preenchidas, em grande parte, por profissionais que já estão no Sistema Único de Saúde e que simplesmente saíram de prefeituras ou de organizações sociais para ingressar agora Mais Médicos. Ou seja, muitos estão saindo dos postos que têm no SUS e isso ameaça desorganizar inteiramente a rede”, afirmou.

Da tribuna do Senado, Humberto agradeceu “em nome do povo brasileiro, de milhões de pessoas que tiveram a oportunidade de ter, nos seus municípios, nas aldeias indígenas, na periferia das grandes cidades, um atendimento com profissionais médicos altamente capacitados”.

“Eles nos deram uma lição de solidariedade, assim como o governo cubano, que nos ajudou de forma significativa a melhorar os indicadores de saúde do nosso país. Mais de 700 municípios tiveram, pela primeira vez na sua história, um médico atuando nos seus limites geográficos”, comentou.

O senador avalia que o rompimento do contrato do programa feito pela decisão de Bolsonaro de alterar unilateralmente as cláusula vai aumentar os custos do Estado com saúde. Ele citou um estudo realizado pela Fundação Getúlio Vargas, este ano, para ressaltar o número de ampliação do número de médicos no atendimento básico de saúde, que evitou 521 mil internações em 2015.

Segundo Humberto, a medida gerou uma economia de quase R$ 840 milhões, o que correspondeu a cerca de 33% dos R$ 2,6 bilhões dedicados ao Mais Médicos em 2017.

“O fim do programa já está trazendo graves prejuízos à sociedade, principalmente aos mais desfavorecidos. A forma profundamente desrespeitosa e agressiva com que o presidente eleito tratou os profissionais do país caribenho só prejudica os mais de 30 milhões de brasileiros atendidos exclusivamente por eles”, disse.

O líder da Oposição, que foi o relator da Medida Provisória que prolongou o funcionamento do programa no Brasil por mais três anos, em 2016, ressaltou que a iniciativa partiu da constatação de uma realidade de que a relação médico por mil habitantes no Brasil é muito baixa e os chamamentos públicos para preenchimento de cargos em locais longínquos não melhoravam o índice.

“Em cinco anos do programa, em nenhum dos editais, os médicos brasileiros supriram a necessidade apresentada, embora sempre tivessem prioridade em serem contratados. Em cinco anos, cerca de 20 mil médicos cubanos realizaram mais de 113 milhões de atendimentos”, observou. (Do Blog do Finfa)

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Saúde

O que é aids, dos sintomas iniciais ao tratamento, passando pelos exames

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Conheça, no Dia Internacional de Luta Contra a Aids, os detalhes dessa doença causada pelo HIV, o que ela causa no corpo e suas formas de transmissão.

A síndrome da imunodeficiência adquirida (aids, na sigla em inglês) é umadoença infectocontagiosa para a qual ainda não existe cura. Ela é causada pelo HIV, vírus da imunodeficiência humana, que invade e destrói células de defesa conhecidas como T-CD4, responsáveis por organizar a resposta imunológica.

Sem essa proteção, o organismo fica mais suscetível a diversas infecções oportunistas, como herpes, tuberculose, pneumonia, candidíase e meningite. Até alguns tipos de câncer são associados à aids.

O HIV é transmitido de uma pessoa para outra por sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno. O contágio ocorre via de regra por meio de relações sexuais desprotegidas, transfusões de sangue e procedimentos com material contaminado ou contato com ferimentos.

Mas há um ponto importante aqui: toda pessoa com aids é HIV positivo, mas o inverso não é verdadeiro. Se a pessoa infectada pelo vírus realizar o diagnóstico precoce, tomar os remédios e levar um estilo de vida saudável, cai muito o risco de a síndrome que arrasa as defesas (a aids propriamente dita) se manifestar.

Se ainda não há cura, a boa nova é que, hoje, a expectativa de vida das pessoas com HIV se assemelha ao das que não possuem o vírus no corpo – de novo, desde que se tratem adequadamente.

Os sintomas da aids

Dificilmente aparecem sinais significativos da doença logo após a infecção pelo HIV. Depois de um período, que em geral varia de três a seis semanas, podem surgir sintomas iniciais e não específicos, como:

  • Febre e mal-estar que lembram uma gripe
  • Fraqueza
  • Diarreia
  • Gânglios aumentados

No entanto, após um tempo da invasão do HIV, consequências mais graves dão as caras:

  • Perda de peso
  • Anemia
  • Perda de memória e dificuldade de concentração
  • Doenças oportunistas (hepatites virais, tuberculose, pneumonia, toxoplasmose, candidíase e sarcoma de Kaposi, um tumor de pele)

Fatores de risco

  • Sexo desprotegido (sem camisinha)
  • Compartilhamento de materiais contaminados (seringas entre usuários de drogas, por exemplo)
  • Procedimentos hospitalares que não observam recomendações técnicas contra a infecção
  • Transmissão pelo parto (quando não são respeitados os cuidados médicos exigidos)
  • Aleitamento materno por mãe infectada

A prevenção

Em se tratando de HIV, podemos separar as medidas de prevenção em estratégias para impedir o contágio em si e as táticas para evitar que a infecção, uma vez estabelecida, evolua para a aids em si.

  • Usar sempre o preservativo durante o sexo
  • Não compartilhar seringas, agulhas e objetos cortantes
  • Materiais usados para tatuagens e piercings também devem ser feitos com material descartável
  • Realizar periodicamente o teste de HIV, disponibilizado em postos de saúde gratuitamente
  • Grávidas infectadas precisam iniciar o tratamento quanto antes para que seja possível evitar a disseminação do HIV para a criança ao longo da gravidez na hora do parto
  • Pessoas que se expuseram a situações de risco podem ser encaminhadas à PEP, profilaxia pós-exposição, em que são administrados medicamentos para conter a infecção inicial
  • Outra opção é que os indivíduos comumente expostos a essas situações de risco recorram à Profilaxia Pré-Exposição (PREP), também disponível na rede pública

O diagnóstico

Dois exames de sangue são usados para detectar a presença de anticorpos contra o HIV. No convencional, chamado Elisa, o resultado sai em alguns dias.

Já no teste rápido – oferecido gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, nas unidades da rede pública e nos Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) – é possível obter a resposta em 30 minutos.

Ambos os métodos são realizados depois de passadas duas a seis semanas da suspeita de contágio. Esse período, conhecido como janela imunológica, é o tempo que as defesas do corpo levam para criar os anticorpos contra o vírus. Antes disso, portanto, é considerável a possibilidade de um resultado falso negativo.

Se o Elisa ou o teste rápido derem positivo, essa informação deve ser confirmada em novo exame. Para a segunda avaliação, normalmente emprega-se o Western Blot, método mais preciso, mais complexo e, portanto, mais caro. Ele é necessário, porque enfermidades como artrite reumatoide, lúpus e alguns tipos de câncer podem interferir no processo e gerar um resultado falso positivo.

O tratamento

Embora não se tenha chegado à cura, hoje já é possível falar em controle total da aids. Se a descoberta da presença do HIV ocorre logo após a infecção, os danos ao sistema imunológico são mínimos.

Com o coquetel anti-HIV, uma combinação de drogas que atacam o vírus em diferentes estágios, as defesas do portador não vão ruir e, consequentemente, ele evita as complicações derivadas da imunodeficiência.

O coquetel antirretroviral é composto de algumas drogas e receitado até mesmo antes de a síndrome se manifestar. O tratamento aumenta a sobrevida e melhora a qualidade de vida do paciente, embora, sobretudo na fase inicial, possa levar a efeitos colaterais como diarreia, vômito, náusea e insônia.

A medicação nunca deve ser interrompida por conta própria, e o acompanhamento médico é fundamental para monitorar possíveis alterações causadas pelo medicamento nos rins, fígado e intestino, além do aparecimento de doenças metabólicas como o diabetes.

Isso reforça inclusive a necessidade de adotar um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada, prática regular de atividade física e gerenciamento do estresse.

Quando há suspeita de contato com o vírus – em relação sexual sem proteção, por exemplo –, a recomendação é partir para a profilaxia pós-exposição. Popularmente conhecido como “coquetel do dia seguinte”, o tratamento deve ser iniciado entre duas e 72 horas após a exposição ao HIV.

Nessas ocorrências, o tratamento dura 28 dias consecutivos e igualmente pode provocar reações como tontura, náusea e sensação de fraqueza.

Por Goretti Tenorio e Chloé Pinheiro

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