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Escolas do Agreste e Sertão têm melhores índices de desenvolvimento em educação de Pernambuco

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Idepe atingiu maior nota desde o início do monitoramento, em 2000, e apontou os três melhores resultados de 12 categorias dos ensinos municipais e estadual.

As escolas do Agreste e do Sertão tiveram os melhores resultados no Índice de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco (Idepe) 2017. A média geral das unidades de ensino públicas foi de 4,5, maior índice registrado pelo estado, desde o início do monitoramento, em 2000. Também foram premiados os três melhores resultados de 12 categorias, das redes municipais e estadual.

Os destaques na educação receberam prêmios, na manhã desta quinta-feira (28), no Palácio do Campo das Princesas, sede do governo estadual, no Centro do Recife. Professores e gestores de diversas escolas, além de prefeitos e secretários municipais, participaram da cerimônia.

A pontuação das escolas de Pernambuco, segundo o governo do estado, subiu de 4.1 para 4.5, de 2016 para 2017. Este também foi o primeiro ano em que uma escola atingiu as médias 7 e 8 na avaliação. 

“Isso é fruto de um trabalho de muita gente, de gestores, professores, alunos, da comunidade escolar e de todos nós. É um caminho que vem dando certo, que tem melhorado as notas, as estruturas e a forma de se fazer educação”, discursou o governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB).A lista completa com as escolas premiadas pode ser conferida aqui.

O secretário de Educação de Pernambuco, Fred Amâncio, também falou do destaque entre as escolas do interior do estado. “A gente percebe que a melhoria na educação se dá aqui no Recife sim, mas o interior do estado também está avançando muito”, afirmou o secretário.

Redes municipais de ensino

Entre as 10 escolas municipais com melhores resultados nos anos iniciais do ensino fundamental, do 1º ao 5º ano, quatro delas são do município de Bonito, no Agreste. Outras quatro são da mesma região e duas, do Sertão.

A melhor unidade de ensino da categoria foi a Escola Municipal Alaíde Barbosa de Lima, do município da Ingazeira, no Sertão, com média 8,46, a maior entre todas as categorias.

Em segundo lugar ficou a Escola Municipal Severino André de Luna, de Orobó, no Agreste, com média 8,07. E a terceira colocada foi a Escola Municipal Bernardo Sayao, de Bonito, com média 8,01.

Já na categoria dos anos finais do ensino fundamental, entre o 6º e o 9º ano, quatro das 10 melhores escolas são do Agreste, sendo três delas do município de Bonito. Outras seis são de diferentes cidades do Sertão.

Nesta categoria, a melhor escola, com média 7,56 foi a Escola Milton Pessoa, de Triunfo, no Sertão. Em segundo colocado ficou a Escola Municipal Bernardo Sayao, de Bonito, com média 7,39. E com média 6,84 ficou o Grupo Escola Barra Azul, também de Bonito.

Pela primeira vez também foram eleitos os 10 municípios com as melhores médias, considerando o resultado de todas as escolas de cada cidade.

Segundo a premiação do Idepe, as cidades com melhor índice nos anos iniciais do ensino fundamental são os municípios de Quixabá (6,41), Carnaíba (6,33) e Orobó (6,31). Já nos anos finais, os municípios que se destacam Panelas (5,94), Brejinho (5,74), Triunfo (5,47).

Em nenhuma das categorias das redes de ensino municipais foram eleitas escolas do Recife ou de municípios da Região Metropolitana.

Rede estadual de ensino

Na rede estadual de ensino, há apenas os anos finais do ensino fundamental. Das 10 melhores escolas da categoria, oito são do Sertão pernambucano, uma do Agreste e uma da Zona da Mata Norte.

Nesta categoria, foram eleitas com melhor resultado as escolas Tomé Francisco da Silva, de Quixaba, no Sertão, com nota 6,86, a Dário Gomes de Lima, de Flores, no Sertão, com 6,50 e a Professor Sebastião Ferreira Rabelo Sobrinho, de São José do Egito, na mesma região, com 6,39.

Entre as escolas dos anos finais do ensino fundamental da rede estadual também foram eleitas aquelas que obtiveram o maior crescimento se comparado com o ano de 2016.

As vencedoras foram Lions Clube de Carpina, na Zona da Mata Norte, com 58,2%; Escola de Referência em Ensino Médio (EREM) Carlos Pena Filho, de Salgueiro, no Sertão, com 55,5%; e Erica da Silva Leite, de Petrolina, no Sertão, com 50,8%.

No que diz respeito às escolas estaduais de Ensino Médio, oito das 10 melhores são do Sertão de Pernambuco e as outras duas são do Agreste. A escola Apolônio Alves da Silva, de Ibimirim, no Sertão, foi eleita a melhor entre elas, com nota 7,28. A unidade também venceu a categoria de maior crescimento, batendo 117,9% se comparado ao ano anterior.

A segunda melhor escola em ensino médio é a João Rodrigues Leite, de Carnaubeira da Penha, no Sertão, com 7,11. Ela também ficou em segundo na categoria de crescimento, com 73% a mais do que no ano anterior.

Já a terceira melhor escola de ensino médio foi a Erem João Batista de Vasconcelos, de Tacaratu, no Sertão, com 6,99. E a terceira maior em crescimento foi a Erem Jornalista João Ferreira Gomes, de Petrolina, com 72% a mais.

Entre as escolas estaduais com parcerias com outros órgãos, o Recife se destacou. O Colégio de Aplicação do Recife (FCAP UFPE) foi considerado o melhor nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio, com notas 7,94 e 7,37, respectivamente.

Nos anos finais, o segundo colocado foi a Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves, de Garanhuns, no Agreste, com 7,25, e a Escola Professora Vande de Souza Ferreira, em Petrolina, com 6,43.

No ensino médio, o segundo colocado foi o Anexo I do Colégio da Polícia Militar de Petrolina, com 6,45. O terceiro lugar foi também a Escola de Aplicação Professora Ivonita Alves, com 6,43.

As últimas duas categorias fizeram menção às Gerências Regionais de Educação (GRE), elegendo as que tiveram maiores médias e as que apresentaram maior crescimento em comparação com o ano de 2016.

Foram eleitas as melhores a GRE Vale Capibaribe, no Agreste, com média 5,19; a GRE Sub Médio do São Francisco, com 5,06; e a GRE Sertão do Pajeú, com média 4,89.

Já as que mais cresceram no último ano foram a GRE Moxotó Ipanema (14,3%), a GRE Metropolitana Sul (13,7%) e a GRE Sertão do Araripe (13,5%). (Do G1 PE)

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De olho em prêmio milionário, Timão encara Fla por vaga na decisão

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Uma vitória por um gol garante a classificação para qualquer uma das duas equipes, já que a primeira partida terminou em 0 a 0.

prêmio de cerca de R$ 60 milhões acumulados para o campeão da Copa do Brasil é grande atrativo para os quatro semifinalistas do torneio. Para o Corinthians, por exemplo, seria a solução de muitos problemas enfrentados ao longo deste ano.

É por esse motivo que a equipe alvinegra encara a partida de volta das semifinais contra o Flamengo, às 21h45, em Itaquera, como uma decisão de campeonato.

Uma vitória por um gol garante a classificação para qualquer uma das duas equipes, já que a primeira partida terminou em 0 a 0 – nesta edição gols marcados fora de casa não têm um peso maior.

Eliminado da Libertadores nas oitavas de final e 17 pontos atrás do São Paulo, líder do Brasileiro, o Corinthians passa por um 2018 difícil.

Atual campeão nacional, o time de Parque São Jorge iniciou o ano com a conquista do Campeonato Paulista sobre o arquirrival Palmeiras e parecia que mais uma vez surpreenderia os adversários, mesmo com poucos destaques em seu elenco.

No entanto, justamente a perda de alguns jogadores importantes é que fizeram o desempenho da equipe cair.

Primeiro foi o centroavante Jô, negociado ainda em dezembro. Durante o ano, o time também vendeu o volante Maycon e o meia-atacante Rodriguinho, tudo isso para fazer caixa em um momento financeiro bem complicado.

Em balancete recente apresentado pelo clube, referente ao mês de julho, foram registrados mais de R$ 107 milhões em negociações de jogadores. Mas o saldo negativo é preocupante. A dívida da agremiação supera R$ 500 milhões.

Em abril, a Folha de S. Paulo mostrou que o débito corintiano com o fundo que gere o Itaquerão aumentou 382% em 15 meses – de fevereiro de 2017 a abril deste ano saltou de cerca de R$ 11 milhões para aproximadamente R$ 53 milhões.

Para piorar a situação, o técnico campeão brasileiro no ano passado e bicampeão paulista, Fábio Carille, aceitou em maio uma proposta milionária para assumir o Al-Wehda, da Arábia Saudita.

Para o jogo decisivo contra o Flamengo, nesta quarta, o técnico Jair Ventura fez mistério em relação ao time que levará a campo. O treinador sabe que está pressionado pela diretoria para conquistar a classificação e o título, que desafogaria a questão financeira.

“Ele jogou uma pressão para mim [o presidente Andrés Sanchez], falou isso e depois me trouxe. Mas faz parte, você não pode achar que vai chegar aqui e não terá pressão. No Corinthians você tem pressão desde antes de chegar. Vamos fazer o nosso melhor para deixar o presidente feliz”, disse Ventura.

O último treino da equipe, realizado nesta terça (25) na arena, foi aberto para que milhares de torcedores incentivassem os jogadores antes do confronto contra os cariocas.

O Flamengo, além da Copa do Brasil, disputa o título do Campeonato Brasileiro.

Está a apenas três pontos da ponta da tabela, em quarto lugar, mas enfrenta cobranças de seus torcedores por um título de expressão. Assim como o Palmeiras, os cariocas investem alto em contratações.

Pressionado, o técnico Maurício Barbieri ressaltou o peso da partida desta quarta e da sequência do Brasileiro.

“É o jogo mais importante do ano. Vamos fazer de tudo para passar, mas não diminui a responsabilidade no Campeonato Brasileiro, disse.

Há uma chance de a final da Copa do Brasil de 2017 se repetir neste ano, caso Flamengo e Cruzeiro avancem à decisão.

CORINTHIANS

Cássio; Fagner, Léo Santos, Henrique, Danilo Avelar; Ralf (Gabriel), Douglas, Jadson; Romero, Mateus Vital, Clayson. T.: Jair Ventura

FLAMENGO

Diego Alves; Pará, Réver, Léo Duarte, Renê; Cuéllar, Willian Arão, Lucas Paquetá, Everton Ribeiro, Diego (Matheus Savio); Henrique Dourado (Uribe). T.: Maurício Barbieri

Estádio: Itaquerão, em São Paulo

Horário: 21h45 desta quarta

Juiz: Ricardo Marques Ribeiro

(Da Folhaopress)

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Veja as capas dos principais jornais de PE, dessa quarta-feira(26)

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O centro, como se chega ao centro?

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Haddad e Bolsonaro devem se afastar dos extremos para convencer eleitores.

Tudo indica que Jair Bolsonaro e Fernando Haddad disputarão o segundo turno. Na última pesquisa do Ibope, um tem 28% das preferências e o outro ficou com 22%. Ciro Gomes, Geraldo Alckmin, Marina Silva, Alvaro Dias, Henrique Meirelles e João Amoêdo têm juntos 31%. Esse percentual, somado ao total dos que não responderam e aos que preferem o voto nulo ou em branco, vai a 49%. Portanto, perto da metade do eleitorado ainda estaria potencialmente disponível num segundo turno.

Os candidatos dos partidos de Lula e de Levy Fidelix (o do Aerotrem) deverão buscar a diferença no mar dos disponíveis, ambos procurando afastar a imagem de radicais. O centro não foi à campanha, mas Bolsonaro, com 46% de rejeição e Haddad, com 30%, tentarão buscá-lo. Será um exercício de acrobacia política, e a responsabilidade final ficará para os eleitores que vierem a acreditar na versão light do PT ou na de Bolsonaro.

O capitão reformado dizendo que nada tem contra as mulheres poderá até ser verdade, mas nesse caso, não se deve acreditar nele, pelo que disse através dos tempos. O mesmo pode ser dito de Haddad quando ele repete que acredita nos mecanismos de combate contra a corrupção, apesar de nunca ter concordado com a prisão de um só petista condenado por corrupção.

Uma coisa é certa: por mais que se deteste o PT, ele tem um comprovante factual de respeito à democracia: governou o país durante 14 anos respeitando a Constituição. Ocorreram alguns incidentes de violência, mas eles não afetam essa constatação. Petistas quebraram o nariz de um manifestante nos primeiros meses do mandato de Lula e em abril passado um cidadão que protestava em frente ao Instituto Lula foi espancado por companheiros do ex-presidente.

Bem outra é a trajetória de Bolsonaro e de seu candidato a vice-presidente, o general Hamilton Mourão. Um negou que o Brasil tenha vivido uma ditadura entre 1964 e 1985. O outro expôs críptica e didaticamente uma hipotética situação de desordem, usando a palavra “autogolpe”, coisa que “já houve em outros países”, mas “aqui nunca houve”. Engano, na ditadura que ditadura não teria sido, deram-se três autogolpes. O primeiro, em 1965, com o AI-2, que extinguiu as eleições diretas. O segundo, em 1968, com o AI-5, que fechou o Congresso e suspendeu o habeas-corpus. O terceiro, em 1969, quando foi deposto o vice-presidente Pedro Aleixo, empossando-se a “Junta dos Três Patetas”, nas palavras de Ernesto Geisel (em privado) e de Ulysses Guimarães (em público).

Bolsonaro tem um longo caminho a percorrer para chegar a um centro no qual se coloque como defensor das instituições democráticas. Seus eventuais eleitores terão a tarefa de acreditar nele. Nesse aspecto, vale uma ressalva: é considerável o número de defensores da sua candidatura com bom nível de escolaridade e sobretudo de renda que flertam com o colapso das instituições democráticas. Essa camada de viúvas da ditadura foi magistralmente tipificada pelo marechal Castello Branco quando se referiu às “vivandeiras alvoroçadas, (que) vêm aos bivaques bolir com os granadeiros e provocar extravagâncias do Poder Militar.” Ele as sentiu na pele em 1965 e morreu dois anos depois, supondo que poderia impedir o encantamento dos granadeiros em 1968.

As vivandeiras de hoje sonham com um governo de Bolsonaro com o economista Paulo Guedes no Ministério da Fazenda. Quando podem, escondem-se atrás do que se chama de “mercado”. Se pusessem a cara na vitrine, estariam batalhando pelo tão apreciado Henrique Meirelles (2%) ou por João Amoêdo (3%). Preferiram o atalho Bolsonaro. (Por Elio Gaspari – Folha de S.Paulo)

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