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EUA: Menino atacado por puma é salvo pela mãe

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Foto de arquivo mostra puma em zoológico nos Estados Unidos; animal que atacou menino foi abatido  (Foto: Greg Hume/Wikimedia Commons  )

Foto de arquivo mostra puma em zoológico nos Estados Unidos; animal que atacou menino foi abatido (Foto: Greg Hume/Wikimedia Commons )

Garoto brincava no quintal de casa, no Colorado, quando foi atacado.
Animal foi abatido por agentes florestais.

Um menino foi atacado por uma puma – animal também conhecido como leão da montanha ou onça-parda – enquanto brincava no quintal de sua casa no Colorado, Estados Unidos, mas sua mãe conseguiu salvá-lo do animal.

A criança de 5 anos sofreu ferimentos no rosto, cabeça e pescoço, e sua mãe nas mãos e nas pernas durante o ataque, que ocorreu nesta sexta-feira (18), numa área rural de próxima de Aspen.

O menino estava brincando no quintal com seu irmão mais velho quando a mãe ouviu os gritos, correu para fora e conseguiu afastar o filho do felino.

O pai levou o filho para o hospital e, quando quando os serviços florestais locais chegaram à casa, o leão ainda se encontrava no quintal. O animal foi abatido pelos agentes florestais.

(Da France Presse)

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Juiz canadense concede liberdade condicional a executiva da Huawei

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Meng foi detida por autoridades canadenses no dia 1º de dezembro

Um juiz canadense concedeu, nesta terça-feira (11), liberdade condicional a Meng Wanzhou, 46, diretora financeira e filha do fundador da gigante de tecnologia chinesa Huawei, sob o pagamento de uma fiança de 10 milhões de dólares canadenses.

Meng foi detida por autoridades canadenses no dia 1º de dezembro, a pedido dos Estados Unidos, no aeroporto de Vancouver. O governo americano alega que a fabricante de smartphones infringiu regras à sanção do Irã.

A executiva, no entanto, deve permanecer em uma de suas casas em Vancouver. Como condição para sua libertação, ela precisou entregar seus passaportes e concordar em usar uma tornozeleira com GPS.

Meng aguarda uma possível extradição para os Estados Unidos. Seu advogado, David Martin, argumentou que ela deveria ser libertada sob fiança enquanto aguarda pela audiência de extradição devido a problemas de saúde.

A executiva tem hipertensão, o que a fez ser hospitalizada após a prisão.

Por Folhapress.

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Macron aumenta salário mínimo após protestos de ‘coletes amarelos’

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Em pronunciamento transmitido pelos principais canais de TV, ele disse que o salário mínimo, hoje fixado em 1.500 euros (R$ 6.500), será reajustado em 100 euros (R$ 445)

presidente da França, Emmanuel Macron, anunciou, na noite desta segunda-feira (10), um pacote de medidas para responder à sequência de manifestações dos “coletes amarelos”, que há quase um mês leva centenas de milhares de pessoas às ruas e estradas do país.

Em pronunciamento transmitido pelos principais canais de TV, ele disse que o salário mínimo, hoje fixado em 1.500 euros (R$ 6.500), será reajustado em 100 euros (R$ 445).

A recomposição do poder aquisitivo é a principal pauta do movimento, que surgiu em oposição ao aumento de uma taxa sobre combustíveis, já revogado na semana passada.

Além disso, o presidente afirmou que a remuneração de trabalhadores por horas extras não será taxada (ou seja, não haverá deduções tributárias) e que anularia a alta de uma contribuição compulsória que incide sobre aposentadorias -a medida valerá para quem recebe até 2.000 euros (R$ 8.900).

Por fim, incentivou empregadores a oferecer um abono de fim de ano a funcionários, pagamento que também estará isento de taxas e deduções.

Por outro lado, Macron voltou a dizer que não recuará da extinção do imposto sobre fortunas (na verdade, convertido em imposto sobre propriedades imobiliárias), uma das de suas primeiras medidas ao chegar ao Eliseu, em maio de 2017.

O fim do tributo é uma das decisões do chefe de Estado mais atacadas por opositores e por integrantes do movimento dos “coletes amarelos”, que o chamam de “presidente dos ricos” e criticam o suposto descolamento da realidade do antigo executivo de um banco de investimentos.

Durante o pronunciamento, Macron abordou essas alegações de insensibilidade social, pedindo desculpas indiretamente.

“Não conseguimos trazer resposta rápida e forte a um sofrimento de mães solteiras, aposentados e trabalhadores que já dura 40 anos. Assumo minha parte de responsabilidade por isso”, afirmou. “Por vezes, posso ter magoado alguns de vocês com minhas palavras.”

Ele se referia a episódios de interação com cidadãos comuns que acabaram em saia justa, como aquele em que, diante da reclamação de um jovem sobre a dificuldade de encontrar emprego na França, disse que poderia achar um posto para ele no ato, atravessando a rua, em qualquer restaurante ou hotel (“eles só querem quem esteja disposto a trabalhar”).

A taxa de desocupação entre franceses de até 24 anos é de 20%, enquanto fica nos 9% na população como um todo.

Também durante o discurso, Macron voltou a condenar a violência de alguns manifestantes (“nenhuma raiva justifica atacar policiais e prédios”) e falou em termos vagos sobre a necessidade de descentralizar o Estado francês e de conduzir um “debate sem precedentes” sobre a identidade nacional e a imigração.

Mencionou ainda a urgência de pautar uma discussão sobre o oferecimento de serviços públicos em todo o território francês.

Nessa seara, os “coletes amarelos”, que mobilizaram 136 mil pessoas no último sábado (8), se queixam de “desertos de hospitais” em algumas regiões e argumentam que o governo não deveria tornar mais onerosos os deslocamentos em carros particulares de quem mora onde há poucos ônibus e trens.

Por Folhapress.

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Protestos na França têm 1.723 detidos e 96 feridos apenas em Paris

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Foi o quarto sábado seguido de manifestações contra o presidente Macron

Os protestos dos “coletes amarelos” reuniram 136 mil pessoas neste sábado (8), em toda a França, segundo o Ministério do Interior do país. Um total de 1.723 pessoas foram detidas, sendo 1.082 apenas em Paris.

Outras 96 pessoas ficaram feridas, dez delas policiais, segundo a polícia.

Entre os detidos, ainda conforme o ministério, ficaram sob custódia 1.220 pessoas. As informações foram divulgadas neste domingo (9).

“Globalmente a violência foi menor que na semana anterior e o nível de tensão diminuiu, mas a situação não é satisfatória”, declarou o porta-voz do Governo, Benjamin Griveaux, em entrevista à emissora “Europe 1”.

É esperado discurso do presidente francês, Emmanuel Macron, sobre a situação, no começo desta semana. Em sua conta do Twitter, ele postou, ainda ontem (8), uma mensagem para agradecer as forças da ordem por sua “coragem e excepcional profissionalismo”.

Foi o quarto sábado consecutivo de manifestações s no país. Os “coletes amarelos” protestam contra a gestão de Macron. “Temos que mudar a República”, disse uma manifestante à CNN. “As pessoas aqui estão famintas. Algumas pessoas ganham apenas 500 euros por mês que não dá para viver. Queremos que o presidente vá embora”, disse.

Por Notícias ao Minuto

 

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