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Tecnologia

Facebook: 1 bilhão de perfis falsos foram removidos por desinformação

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Zuckerberg afirma que a rede removeu 196 páginas administradas por 87 perfis fake no Brasil

Em nota publicada em seu perfil no Facebook, Mark Zuckerberg, fundador da rede social, disse que a empresa hoje foca em evitar interferências eleitorais por desinformação e contas falsas. Segundo ele, entre outubro e março deste ano, o Facebook removeu cerca de 1 bilhão de perfis fakes na rede social.

Zuckerberg mencionou que o Facebook removeu uma rede de 196 páginas administradas por 87 perfis falsos no Brasil, que estariam disseminando notícias mentirosas e desinformação.

Entre os conteúdos removidos estão páginas ligadas a apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL), ao Movimento Brasil Livre (MBL) e a Flávio Rocha, ex-candidato à Presidência pelo PRB, que disseram que as remoções são censura à opinião política dos perfis que as mantinham.

A remoção das páginas se tornou objeto de representação oferecida à procuradora-geral da República Raquel Dodge pelo procurador Ailton Benedito de Souza, do Ministério Público de Goiás. O procurador embasou pedido contra o Facebook alegando restrição de liberdade de expressão após audiência com representantes do MBL e do PSL (partido de Jair Bolsonaro). A nota escrita por Zuckerberg é a primeira de uma série que o executivo pretende publicar até o fim do ano.

Por Folhapress.

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Tecnologia

Astronautas estarão expostos a radiação em eventual viagem a Marte

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No espaço, sem o forte campo magnético da Terra e sem atmosfera, o incessante bombardeio de raios cósmicos tem o potencial de causar sérios danos

Os astronautas de uma futura viagem a Marte estarão expostos, na ida e volta ao planeta vermelho, a cerca de 60% do total de radiação recomendada para toda a sua carreira profissional, refere um estudo divulgado na noite de quarta-feira (19).

A Agência Espacial Europeia (ESA) chegou a esta conclusão, que apresentou no Congresso Europeu de Ciências Planetárias EPSC), que acontece esta semana em Berlim, após analisar dados recolhidos por satélites da missão ExoMars, um projeto em que também participa a agência espacial russa Roscosmos.

No espaço, sem o forte campo magnético da Terra e sem atmosfera, o incessante bombardeio de raios cósmicos “tem o potencial de causar sérios danos aos humanos”, indicou a ESA, em comunicado.

Esta exposição, muito maior do que a dos astronautas que trabalham na Estação Espacial Internacional, eleva o risco de câncer, além de deixar sequelas no sistema nervoso central e provocar enfermidades degenerativas, segundo a ESA.

“Um dos fatores básicos na planificação e desenho de uma missão tripulada de longa duração a Marte é calcular os riscos derivados da radiação”, explicou Jordanka Semkova, da Academia de Ciências búlgara.

Por Lusa. 

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Tecnologia

Saiba mais sobre o primeiro turista espacial da SpaceX

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Japonês é dono de uma fortuna de R$ 12 bilhões

Considerado um dos empresários mais ricos do Japão -o 18º segundo a Forbes-, com uma fortuna estimada em R$ 12 bilhões, Yusaku Maezawa, anunciado como o primeiro turista espacial da SpaceX, fez fortuna com um market place de roupas, a Zozotown.

Mais recentemente, criou sua própria marca, a Zozo, que vende peças a preços populares. Todas as marcas são reunidas sob o chapéu de sua empresa, a Start Today, avaliada em R$ 36,9 milhões.

Um dos projetos inovadores da marca é o ZOZO Suit, um traje que tira as medidas do cliente por meio de um aplicativo para smartphones, que indica o tamanho certo da compra.

A ideia de levar seis artistas ao passeio revela seu lado “artsy”. Maezawa é um conhecido colecionador de arte. Em 2016, pagou R$ 238 milhões em um quadro de Jean-Michel Basquiat em um leilão.

Antes do sucesso como empreendedor, foi baterista da banda de hardcore Switch Style, nos anos 1990. Start Today é o nome de um disco da banda Gorilla Biscuits, cultuada no gênero.

Por Folhapress.

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Tecnologia

Aplicativo permite compartilhar peças de moda e variar no look

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O aplicativo já conta com 20 mil downloads, para Android e iOS

“Compre menos, escolha bem, faça durar”, são lemas que a estilista britânica Vivienne Westwood tem usado  na sua militância em prol do meio ambiente e da economia verde. Uma das mais importantes forças criativas do movimento punk, Westwood retomou o discurso no video recém-lançado de sua coleção Verão 2019, onde aparece usando uma camiseta que pede “Buy Less” (compre menos). 

Mas como comprar pouco e seguir na moda, que por natureza se renova com muita rapidez? Foi para responder a essa demanda que foi planejado o aplicativo LOC, de aluguel de roupas, que nasceu em Salvador no começo do ano, chegou a São Paulo em julho e até o último dia 10 de setembro já havia realizado 1.980 operações e conseguido mais de 20 mil downloads, para Android e iOS.

Numa ponta, as pessoas que querem se manter atualizadas, mas não gastar dinheiro com tendências passageiras, na outra, aquelas que querem ganhar um extra colocando as peças para circular.

No LOC, com R$ 50,00 dá para alugar uma roupa. O preço médio das peças à disposição é R$ 400, e a recomendação dos criadores do aplicativo é que as locações sejam em torno de 10% do valor da peça, mas são os donos que decidem os preços finais. 

As peças são cadastradas pelos usuários. Funciona por geolocalização e conecta pessoas e roupas que estão a até 50 km. Depois do aluguel, locador e locatário estabelecem a forma de entrega, que pode ser por um serviço de entrega oferecido pelo aplicativo. Os pagamentos são por cartão de crédito.

Cecília Barretto, uma das fundadoras, considera que os consumidores brasileiros começam a tomar consciência dos impactos ambientais de comprar desenfreadamente. 

“As mulheres têm, em média, mais de 100 peças de roupa no armário e, pelo menos uma vez por semana, dizem não ter o que vestir. A velocidade da comunicação e das redes sociais fez com que a gente sentisse que é impossível acompanhar as tendências”. Por isso, conta, surgiu a ideia de possibilitar um intercâmbio de peças de moda.

“As grandes empresas que estão revolucionando a economia unem oferta e demanda: uma pessoa que tem algo e uma pessoa que precisa do acesso a algo. Essa revolução já aconteceu na mobilidade urbana, na hospedagem, mas ainda não tinha acontecido na moda, que é uma das indústrias mais poluentes do planeta”, afirma.

“A moda sempre foi um tema do meu interesse”, diz Cecilia, administradora que trabalhou na área de planejamento comercial da C&A. Ela se uniu à advogada Lara Tironi, que atuou no marketing da empresa Mondelez e a Igor Tironi, estudante de ciências da computação, para criar o aplicativo de moda compartilhada de aluguel pessoa a pessoa.

“Se você está morrendo de vontade de usar uma tendência específica mas não quer investir muito, pode alugar por uma semana e aproveitar”, diz Cecilia. “O aplicativo serve para quem tem em excesso poder compartilhar e ganhar um dinheiro extra e contribui com a indústria da moda, já que a roupa mais sustentável é aquela que já existe”, afirma. 

Cecília acredita que as pessoas estão cada vez mais adeptas a alternativas de consumo.  “Existem outros modelos de negócio que contribuem para a mesma solução, como empresas de aluguel de vestidos de festa e bibliotecas de roupas, o que fortalece esse movimento, mas nenhum deles é exatamente como o LOC”, diz. 

Entre os outros tipos de negócio com aluguel de roupas estão o Wardrobe e o My Open Closet, mais direcionados para roupas, sapatos e acessórios de luxo, e a Blimo, Biblioteca de Moda, e a Roupateca, que são espaços físicos, como lojas, dedicados ao compartilhamento de peças, com modelo de assinatura.

Por Folhapress.

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