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Facebook fecha contas por suspeita de ingerência nas eleições nos EUA

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As gigantes tecnológicas norte-americanas intensificaram a sua atuação contra campanhas de desinformação

rede social Facebook bloqueou 115 contas por suspeita de “comportamento não-autêntico coordenado” ligado a grupos estrangeiros que estãotentando interferir nas eleições legislativas intercalares desta terça-feira (06) nos Estados Unidos.

A empresa norte-americana encerrou 30 contas do Facebook e 85 do Instagram e as está investigando para obter mais detalhes, indicou um texto publicado no seu blog na segunda-feira (05) à noite.

O diretor da política de cibersegurança do Facebook, Nathaniel Gleicher informou que a empresa atuou depois de ter sido avisada, no domingo, pelas autoridades norte-americanas, de atividade ‘online’ recentemente descoberta “que pensavam estar ligada a entidades estrangeiras”.

As gigantes tecnológicas norte-americanas intensificaram a sua atuação contra campanhas de desinformação, para bloquear as tentativas ‘online’ de dividir os eleitores e desacreditar a democracia.

A ação do Facebook foi uma das contramedidas para impedir abusos como os perpetrados por grupos russos há dois anos para influenciar a opinião pública antes das eleições presidenciais de 2016.

A empresa, com sede em Menlo Park, no Estado da Califórnia, tem regularmente anunciado purgas como esta nos últimos meses, a mais recente das quais tinha sido em outubro, e é provável que venha a haver mais, já que, apesar de os seus sistemas estarem melhorando a detecção e remoção dessas contas, esses atores mal-intencionados também estão aperfeiçoando a forma como realizam os ataques.

Gleicher disse que o Facebook vai fornecer uma atualização assim que souber mais, incluindo se as contas bloqueadas estão ligadas à Agência de Investigação da Internet, sediada na Rússia, ou a outras entidades estrangeiras.

Quase todas as páginas do Facebook associadas às contas bloqueadas estavam em francês ou russo.

Por sua vez, as contas do Instagram bloqueadas eram, na maioria, de língua inglesa e centravam-se ou em celebridades ou no debate político.

Por Lusa. 

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Veja como ocultar a foto do perfil do WhatsApp para pessoas indesejadas

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Também é possível ocultar outras informações, como a última vez em que esteve online e as postagens do ‘Status’

Alguns recursos do WhatsApp podem dar mais privacidade aos usuários do aplicativo. Um recurso pouco conhecido, por exemplo, é a possibilidade de esconder a foto de perfil para contatos específicos.

Para ocultar a foto, não é necessário instalar nenhum app extra no celular. O recurso está disponível tanto para Android quanto para iOS (Apple). Veja como fazer, segundo tutorial do ‘Olhar Digital’:

1. Acesse a sua “lista de contatos” do telefone. Atenção: não é lista de contatos do WhatsApp, mas do telefone mesmo.

2. Selecione o contato desejado e apague-o;

3. Abra o WhatsApp e toque nos “três pontos”, localizados no canto superior direito da tela;

4. Clique em “Configurações” e em “Conta”;

5. Selecione a opção “Privacidade” e “Foto do perfil”;

6. Marque “Meus contatos”.

Feitas estas configurações, os contatos que não estão cadastrados na agenda do telefone não terão acesso à foto do perfil. Além da foto, também é possível ocultar outras informações, como a última vez em que esteve online e as postagens do “Status”.

Por Notícias ao Minuto

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Com venda fraca de iPhones, Apple revisa receita para baixo

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O presidente-executivo, Tim Cook, estimou uma receita de cerca de US$ 84 bilhões (R$ 324 bilhões)

Apple revisou para baixo a receita para seu primeiro trimestre fiscal, terminado em dezembro. Em carta a investidores, nesta quarta-feira (2), o presidente-executivo, Tim Cook, estimou uma receita de cerca de US$ 84 bilhões (R$ 324 bilhões).

As despesas operacionais devem custar US$ 8,7 bilhões (R$ 33,5 bilhões) e as outras, US$ 550 milhões (R$ 2,1 bilhões).

Analistas aguardavam uma receita estimada em US$ 91,3 bilhões, de acordo com a Bloombgerg.

Cook atribuiu os números à mudança no período de lançamento e, consequentemente, de venda de modelos de iPhones. Também elencou a valorização do dólar, que “criou ventos contrários” em países consumidores, e a economia mais fraca de mercados emergentes, que contribuíram para a queda nas vendas de seu principal produto.

“Isso gerou um impacto significativamente maior do que havíamos projetado”, disse, em relação ao terceiro ponto.

Cook ainda citou que esses fatores resultaram em menos atualizações do iPhone.

A queda na demanda da China, um forte mercado para os produtos da Apple, também afetou as vendas.

A Apple perdeu o posto de segunda empresa mais valiosa do mundo para a Amazon nesta quarta.

A empresa comandada por Tim Cook vale US$ 749 bilhões, enquanto a Amazon, de Jeff Bezoz, US$ 752,6 bilhões. A Microsoft é a empresa que ocupa o primeiro lugar no valor de mercado, com US$ 781,6 bilhões.

Por Folhapress. 

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Mala inteligente dá carona para dono, mas é difícil de ser despachada

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É o caso da Modobag, da empresa de mesmo nome, vendida nos Estados Unidos (US$ 1.495 ou R$ 5.780), que pode levar um adulto de até 118 quilos sentado sobre ela

As smart bags, malas inteligentes, fazem muito mais do que apenas levar itens de um lugar para outro. Elas carregam baterias de eletrônicos, se pesam, têm cadeados que funcionam por comandos de celular, avisam se forem abertas, têm sistemas de rastreamento e até dão carona para seus donos.

É o caso da Modobag, da empresa de mesmo nome, vendida nos Estados Unidos (US$ 1.495 ou R$ 5.780), que pode levar um adulto de até 118 quilos sentado sobre ela por até 9,6 quilômetros, a uma velocidade de quase 13 km/h.

Apesar das facilidades, as malas inteligentes estão dando dor de cabeça em consumidores e companhias aéreas. O problema está nas suas baterias: o tipo mais usado, de lítio, não pode ser despachado em viagens de avião.

“Essas baterias podem representar um risco de incêndio caso sofram esmagamentos ou sejam danificadas”, diz Perry Flint, diretor de comunicação corporativa da Iata (Associação Internacional de Transportes Aéreos).

Por isso, desde 15 de janeiro de 2018, a Iata proíbe as 275 companhias aéreas que integram a associação de transportar malas com baterias de lítio no compartimento de carga dos aviões. Elas só podem ser despachadas se a bateria puder ser retirada e levada na cabine – a tripulação é treinada para lidar com qualquer problema que elas possam causar, segundo Flint.

Se a mala tem bateria removível, tudo certo. É o caso do modelo da fabricante Away Travel (a partir de US$ 225, R$ 870), com um carregador para eletrônicos que se solta da mala. A empresa não faz entregas no Brasil.

Outra saída é mudar a fonte de energia. A fabricante Heys tem um modelo de mala com duas pilhas AAA, que não são barradas no despacho. Elas não servem para carregar eletrônicos, mas mantêm funcionando a balança integrada na mala e alimentam o sistema de rastreamento e uma luz que aponta se o cadeado está aberto. O modelo custa a partir de US$ 230 (R$ 889) e também não é vendido no Brasil.

As novas funções acabaram deixando as malas mais pesadas. A Modobag, por exemplo, pesa nove quilos quando vazia. Se ela fosse usada como bagagem de mão no Brasil, só poderia carregar um quilo de itens pessoais – as companhias do país aceitam até dez quilos de bagagem de mão. As dificuldades para despachar já fizeram com que pelo menos duas fabricantes desse tipo de mala fechassem, a Raden e a Bluesmart, que deixaram de produzir modelos inteligentes em maio deste ano. Com informações da Folhapress.

Brasileiros que queiram adquirir esse tipo de produto têm dificuldades. Grandes varejistas de malas e bolsas ainda não vendem os itens por aqui. A Le Postiche, que tem lojas em 18 estados além do Distrito Federal, diz que “ainda não possui essas malas em seu portfólio, mas estuda trazer essa opção aos consumidores”. 

Por Folhapress.

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