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Brasil

Financiar imóvel de R$ 500 mil fica 16% mais barato após corte de juros

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Caixa anunciou redução de até 1,25 ponto porcentual das taxas de juros do crédito imobiliário.

corte nos juros do crédito imobiliário anunciado pela Caixa Econômica Federal nesta segunda-feira, 16, pode gerar uma economia de 15,6% no financiamento de um imóvel de R$ 500 mil, com prazo de 30 anos para quitação. Em gastos totais, a redução é de quase R$ 78 mil, saindo de R$ 1,113 milhão, quando valia a taxa antiga de 10,25%, para R$ 1,035 milhão, agora com juros a partir de 9%.

Segundo cálculos do economista e professor da B3 Alexandre Cabral, blogueiro do Estadão, a redução do preço pode alcançar R$ 171,4 mil para uma casa de R$ 1 mil e R$ 257 mil para imóveis com valor venal de R$ 1,5 milhão. As simulações levam em conta um financiamento de 100%.

A Caixa anunciou a redução de até 1,25 ponto porcentual das taxas de juros do crédito imobiliário utilizando recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). Além disso, o banco também anunciou o aumento de 50% para 70% da cota de financiamento de imóvel usado. As mudanças começam a valer já nesta segunda-feira.

A medida para baratear o custo do crédito imobiliário já havia sido antecipada ao Estadão/Broadcast pelo novo presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, no início do mês, quando assumiu o comando do banco.

Para ele, a redução facilita o acesso à casa própria e contribui para estimular o mercado imobiliário. “O objetivo da redução é oferecer as melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas”, disse em nota.

De acordo com a instituição, com a medida, as taxas mínimas passaram de 10,25% para 9% ao ano no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e de 11,25% para 10% ao ano para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Estão enquadrados no SFH os imóveis residenciais de até R$ 800 mil, para todo o País, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o limite é de R$ 950 mil. Já os imóveis residenciais acima dos limites do SFH são enquadrados no SFI.

Mais cortes

Para o diretor da Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac) Miguel José Ribeiro de Oliveira o movimento da Caixa corrige uma rota que vinha sendo prejudicial para a própria instituição. “A Caixa decidiu reduzir o porcentual financiado do imóvel e aumentou os juros. Com isso, começou a perder mercado para outras instituições, que não seguiram o mesmo movimento”, conta Oliveira.

O executivo da Anefac explica que, em média, cada ponto de redução do financiamento imobiliário impacta com a redução de 10% no montante final a ser desembolsado com o crédito. Esse porcentual tende a crescer conforme o tempo para quitação da dívida.

Segundo ele, com a queda da taxa básica da economia, a Selic, pela metade, ainda há espaço para novos cortes no financiamento imobiliário da Caixa. “A Selic não deve subir tão cedo e ainda há espaço para a Caixa cortar mais. Não devemos ter quedas grandes, mas alguma coisa ainda dá”, diz.

A Caixa Econômica Federal é hoje a principal instituição para concessão de crédito imobiliário, concentrando cerca de 70% das emissões, segundo a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Com informações do Estadão Conteúdo.

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Brasil

Governo abre consulta pública para leilão que eleva conta de luz

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A proposta é polêmica até mesmo entre os órgãos que regulam o setor elétrico.

governo abriu, nesta terça-feira (23), uma consulta pública para realizar leilões regionais de energia elétrica em 2019 e repassar o custo para a conta de luz de famílias e empresas.

A ideia é contratar termelétricas movidas a gás natural nas regiões Nordeste, Sul, Sudeste e Cento-Oeste.

A proposta é polêmica até mesmo entre os órgãos que regulam o setor elétrico, conforme revelou a Folha de S.Paulo, em julho.

Após a publicação da reportagem que mostrava a resistência ao projeto, o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco (MDB-RJ) afirmou que buscaria um modelo alternativo de leilão que evitasse o repasse à conta de luz.

No entanto, na proposta apresentada pelo governo, os consumidores de energia deverão arcar com os custos desses empreendimentos. A Abrace (associação de grandes consumidores de energia industriais) calcula o impacto em R$ 2 bilhões por ano, pelos próximos 20 anos.

Para Edvaldo Santana, presidente da entidade, trata-se de uma forma de viabilizar o leilão de usinas térmicas na região Nordeste.

A ideia inicial do governo era contratar usinas apenas nesta região, mas, após repercussão negativa do projeto, foram incluídos leilões em outras zonas do país.

No entanto, apenas o leilão da região Nordeste tem atratividade garantida, afirma Santana.

Uma das críticas ao modelo regional de contratação das usinas é que ele cria uma espécie de reserva de mercado, já que apenas as empresas que já tem atuação na região é que deverão participar da concorrência, segundo empresários do setor.

Defensores do leilão afirmam que a contratação das usinas é importante para garantir a segurança energética do país.

Com o avanço de fontes renováveis intermitentes, como a solar e a eólica, que dependem de fatores variáveis para gerar (sol e vento), haveria a necessidade de uma fonte mais segura, que pudesse ser despachada a qualquer momento.

Também dizem que as térmicas a gás vão substituir usinas movidas a óleo, que são mais caras e poluentes. Outro argumento é que os leilão ajudarão a impulsionar o setor de gás natural.

Já críticos aos leilões afirmam que a substituição dessas usinas a óleo tem ocorrido com leilões regulares, que não implicam aumento na conta de luz. Neste ano, já foram realizados dois certames desse tipo, e um terceiro deverá ocorrer no fim do ano.

A consulta pública ficará disponível para receber contribuições a partir desta quarta (24) e ficará aberta até o dia 7 de novembro. Com informações da Folhapress. 

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Queda em roubos de carga faz Correios retirarem taxa para encomendas

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A extinção da cobrança foi anunciada nesta segunda-feira (22) pelo presidente da empresa pública, Carlos Roberto Fortner.

Com a redução dos roubos de carga, os Correios decidiram suspender uma taxa extra de R$ 3 que era cobrada dos clientes por cada encomenda entregue na região metropolitana do Rio de Janeiro desde abril.

A extinção da cobrança foi anunciada nesta segunda-feira (22) pelo presidente da empresa pública, Carlos Roberto Fortner, depois de uma reunião com o general Richard Nunes, nomeado secretário de Segurança Pública após a intervenção federal no estado.

A taxa será retirada a partir de 16 de novembro, para que dê tempo de atualizar o sistema das tabelas de preço. Ela vinha sendo recolhida desde 10 de abril, segundo os Correios, para cobrir os custos adicionais de medidas como o pagamento de indenizações e a necessidade de vigilância e escolta armada.

Na ocasião, foi anunciado que a cobrança poderia ser suspensa caso os índices de criminalidade diminuíssem. Desde então, a empresa vem acompanhando mensalmente os números apresentados pela Secretaria de Segurança do RJ.

“Temos observado que os índices vêm caindo sistematicamente, a ponto de termos hoje índices equivalentes aos de 2012”, disse Fortner à imprensa. “Nós temos hoje, com relação ao ano passado, uma redução de 60% nos crimes contra os Correios.”

Apesar de não ter conseguido reduzir os homicídios e ter feito disparar as mortes por policiais, a intervenção federal de fato conseguiu reverter a tendência de alta nos roubos de carga no estado, que vinham crescendo ininterruptamente desde 2014.

Houve 5.298 casos de março a setembro deste ano, ante 6.463 no mesmo período do ano passado -uma queda de 18%. Quando se considera o estado como um todo, porém, a informação de que os índices voltaram ao patamar de 2012 não se confirma: foram 2.115 no mesmo intervalo daquele ano.

A intervenção foi decretada de forma inédita pelo presidente Michel Temer (MDB) em 16 de fevereiro e significa que as polícias, os bombeiros e as prisões do RJ estão sob responsabilidade do governo federal até dezembro.

“Incorporamos à mancha criminal do roubo de cargas uma mancha criminal específica para os Correios. A partir daí pudemos trabalhar de forma integrada e o benefício veio para todos”, afirmou o secretário nesta segunda.

SEM ENTREGA

Em fevereiro, reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que a explosão da criminalidade nos últimos anos levou os Correios a suspender a entrega de produtos em quase metade da cidade do Rio.

Dos 27.616 endereços da cidade, 12.037 têm algum tipo de restrição, o que equivale a 44% do total, segundo dados que integram a base do sistema de informação da empresa.

Em mais da metade deles (6.469), a entrega só ocorre com o uso de aparato especial de segurança, como escolta armada, o que obrigatoriamente provoca a ampliação dos prazos para recebimento de produtos.

No restante dos casos (5.568), porém, a distribuição não ocorre de forma nenhuma e os clientes precisam buscar a encomenda em uma unidade dos Correios. Na zona norte, por exemplo, há uma série de distritos com veto total de entregas em 100% dos endereços.

A maior quantidade de CEPs sem restrição de entrega está na zona oeste e na zona sul, como Botafogo, Ipanema e Copacabana, mas até essas regiões na área nobre estão cravejadas de pontos sem acesso dos carteiros, em comunidades controladas pelo crime em meio a bairros mais ricos. Com informações da Folhapress.

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Aposta do interior de SP leva R$ 2 milhões em prêmio da Quina

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Veja os números sorteados

Um apostador acertou as cinco dezenas do concurso 4.807 da Quina. O bilhete de Presidente Prudente (SP) vai render ao ganhador o prêmio de R$ 2.104.788,37. Os números sorteados nesta segunda-feira (22), em São Paulo, foram os seguintes: 06, 16, 24, 56 e 59. O prêmio estimado para o próximo sorteio é de R$ 600 mil.

Confira o rateio oficial:

Quina – 5 números acertados – 1 aposta ganhadora, R$ 2.104.788,37

Quadra – 4 números acertados – 98 apostas ganhadoras, R$ 4.161,56

Terno – 3 números acertados – 6510 apostas ganhadoras, R$ 94,20

Duque – 2 números acertados – 146047 apostas ganhadoras, R$ 2,30

LOTOFÁCIL

Dois apostadores acertaram as 15 dezenas do concurso 1.727 da Lotofácil. Cada um deles vai receber o prêmio de R$ 1.108.458,91. Os números sorteados nesta segunda-feira (22), em São Paulo, foram os seguintes: 01, 02, 05, 06, 07, 09, 10, 13, 14, 15, 16, 20, 21, 22 e 24. O prêmio estimado para o próximo sorteio, no dia 24, é de R$ 2 milhões.

Confira o rateio oficial:

15 acertos – 2 apostas ganhadoras, R$ 1.108.458,91

14 acertos – 327 apostas ganhadoras, R$ 2.086,02

13 acertos – 13021 apostas ganhadoras, R$ 20,00

12 acertos – 163677 apostas ganhadoras, R$ 8,00

11 acertos – 952328 apostas ganhadoras, R$ 4,00

Por Folhapress.

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