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Furacão Michael atinge a Flórida e causa destruição e morte

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Vítima fatal é um homem ainda não identificado, que estava em uma casa atingida por uma árvore

Em sua chegada à Flórida nesta quarta-feira (10), o furacão Michael já causou destruição e uma morte. A vítima é um homem, ainda não identificado, que perdeu a vida após uma árvore cair sobre uma casa onde ele estava, na cidade de Greensboro, no condado de Gadsden, a noroeste de Tallahasse.

O furacão Michael, de categoria 4, teve ventos de até 250 km/h. Ele tocou o solo norte-americano no início da tarde desta quarta, na cidade de Mexico Beach, um povoado a 32 quilômetros a sudoeste de Panama City, onde o fenômeno está deixando um cenário de guerra.

De acordo com o Centro Nacional de Furacões (NHC), o furacão caiu para a categoria 1, depois que os ventos diminuíram rapidamente, estabilizando em 150 km/h.

Durante a tarde, quando o fenômeno tinha mais força, o vento era tanto que chovia horizontalmente. Segundo o site, escombros foram lançados por toda a parte. Prédios de tijolos foram parcialmente destruídos e muitas árvores caíram. Um repórter da ‘AFP’, que está no local, informou que contêineres de metal, antenas de satélite, pedaços de telhados, árvores e semáforos ficaram espalhados pelas ruas.

Autoridades norte-americanas advertiram a população a deixar a faixa noroeste da Flórida, a mais afetada por Michael. Muitos receberam ordens de evacuação obrigatória. No entanto, nesta quarta-feira (10), o governado disse aos moradores que não saíram para ficarem em suas casas, pois já é tarde demais para partir.

Por Notícias ao Minuto

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Coreias do Sul e do Norte divulgam planos conjuntos para ferrovia

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Os ministros da Unificação Cho Myoung-gyon (Sul) e Ri Son Gwon (Norte) também discutiram a construção de rodovias

As Coreias do Sul e do Norte anunciaram nesta segunda (15) que vão conectar sua infraestrutura de transportes nas costas leste e oeste da península no intervalo de um ano e esperam começar a estudar ainda este ano o projeto de modernizar as ferrovias Gyeongui e Donghae, que ligam os dois países.

O comunicado foi feito após reunião dos dois governos no lado sul de Panmunjom, na Zona Desmilitarizada (DMZ) que separa as Coreias e foi palco de reuniões entre o presidente Moon Jae-in, da Coreia do Sul, e o ditador Kim Jong-un, do Norte, no primeiro semestre deste ano.

Os ministros da Unificação Cho Myoung-gyon (Sul) e Ri Son Gwon (Norte) também discutiram a construção de rodovias, segundo agências de notícias e jornais asiáticos. Apesar das declarações de intenções, sanções econômicas impostas pelo Conselho de Segurança da ONU, pela União Europeia, pelos Estados Unidos e pela própria Coreia do Sul bloqueiam investimentos na Coreia do Norte.

As resoluções impedem pagamentos a cidadãos norte-coreanos e a exportação de combustíveis e matérias-primas para a Coreia do Norte, entre outros pontos.

No mês passado, o governo da Coreia do Sul afirmou que consultaria a ONU sobre a possibilidade de começar as pesquisas para as obras das ferrovias. Nesta segunda, em outro anúncio, o Ministério da Unificação sul-coreano reforçou que vai tentar obter a concordância da entidade e de outros parceiros internacionais.

O governo sul-coreano tem aventado a possibilidade de reduzir algumas de suas sanções, o que provou críticas dos Estados Unidos e da ONU.

Seul também tomou algumas medidas práticas na semana passada, como a volta do fornecimento de água para a região de Kaesong, onde foi inaugurado o escritório para negociações entre as duas metades coreanas.

Não houve anúncios sobre a implantação das zonas especiais conjuntas econômica e turística discutidas pelos dois presidentes em setembro. Os ministros afirmaram que as duas Coreias estão “caminhando para um consenso” nesse ponto.

A integração econômica, chamada pelo governo sul-coreano de “Novo Mapa Econômico”, é uma das principais políticas do presidente Moon Jae-in. Anunciado em julho, o plano prevê uma área voltada para energia na costa leste, um centro integrado de produção industrial e logística na costa oeste e uma zona turística na atual DMZ.

Os dois ministros afirmaram que o novo escritório de cooperação de Kaesong será usado para discutir o envio de uma equipe unificada para a Olimpíada de Tóquio – 2020 e a candidatura conjunta a sede dos Jogos de 2032.

No plano militar, as duas Coreias disseram que deve haver novo encontro entre generais até o final de 2018 –se ocorrer, será o terceiro neste ano. Durante a reunião, provocou polêmica a proibição, pelos sul-coreanos, de que um repórter dissidente da Coreia do Norte cobrisse o evento. O ministro justificou a decisão em nome da diplomacia com o governo norte-coreano.

Outros jornalistas acusaram  Cho de desrespeitar a liberdade de imprensa. O repórter, que trabalha para um dos maiores jornais da Coreia do Sul, o Chosun Ilbo, é conhecido por uma posição crítica em relação ao governo Moon.Também nesta segunda, o presidente Moon elogiou seu colega do Norte, Kim Jong-un, em entrevista ao jornal francês Le Figaro. No mês passado, Moon viajou a Pyongyang para encontro com Kim, no qual reafirmaram intenções de reduzir arsenais nucleares e impedir conflitos militares. Foi aprimeira visita de um presidente sul-coreano à capital do Norte em 12 anos e o terceiro encontro entre os líderes.

Por Folhapress.

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Manifestantes protestam contra novas restrições para green card nos EUA

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A medida foi publicada no Diário Oficial americano na última quarta (10) e está em fase de consulta pública

Ativistas e líderes comunitários de Boston, no estado americano de Massachusetts, realizaram um ato nesta segunda (15) contra a nova proposta do governo do presidente Donald Trump de dificultar o acesso de imigrantes ao green card, anunciada no fim de setembro pelo Departamento de Segurança Doméstica do país. 

A medida foi publicada no Diário Oficial americano na última quarta (10) e está em fase de consulta pública. Ela não precisa da aprovação do Congresso para entrar em vigor. Os Estados Unidos já dificultavam o acesso ao status de residente permanente àqueles que tivessem chances de ser dependentes de programas de governo. 

A diferença é que agora o governo vai levar em conta benefícios básicos como o Medicaid (que promove cobertura de saúde para indivíduos de baixa renda), o Snap (programa de assistência de nutrição suplementar) e o Housing Choice Voucher Program (que fornece subsídios para moradia) na hora de dar a permissão. Por causa da chuva, o protesto foi realizado dentro do Faneuil Hall, prédio histórico da cidade que já abrigou em seus mais de 200 anos debates e protestos de abolicionistas, sufragistas e sindicais. 

O objetivo foi estimular os cerca de cem participantes a enviarem comentários críticos à proposta para o governo nessa fase de comentários e alertar as pessoas a não abrirem mão de benefícios antes da hora, já que as novas regras ainda não entraram em vigor. Uma reportagem do jornal Politico, por exemplo, mostrou que, em ao menos 18 estados americanos, imigrantes estavam desistindo de um auxílio do governo voltado para mulheres grávidas e crianças com medo de não conseguir o status de residente permanente.

“A atual administração da Casa Branca está acostumada a assustar as pessoas. Temos que garantir que as pessoas tenham acesso às informações certas”, afirmou o prefeito de Boston, Marty Walsh. Segundo Walsh, cerca de 28% dos moradores da capital do estado são imigrantes. Ele não informou quantos deles seriam impactados pela mudança nas regras. O estado de Massachusetts tem uma das maiores comunidades de brasileiros nos Estados Unidos. Liza Ryan, diretora da Massachusetts Immigrant and Refugee Advocacy Coalition, coalizão do estado que luta pelos direitos de imigrantes e refugiados, disse que a medida é uma tentativa de dividir a população. Com ela, disse, o governo pretende aceitar apenas imigrantes “jovens, ricos e brancos”: “Nós vamos reagir”. 

A brasileira Heloísa Galvão, diretora executiva do Grupo Mulher Brasileira, organização de brasileiras imigrantes, foi uma das organizadoras do ato. “Temos que dar voz àquelas pessoas que não puderam estar aqui”, afirmou. “Se lutarmos, vamos vencer.” O protesto contou ainda com membros da Mass Law Reform Institute, organização que promove justiça social, econômica e racial para os mais pobres, do conselho de cidadãos da cidade e de entidades que lutam pelo acesso universal à saúde. A estimativa do governo é de que mais de 382 mil pessoas sejam afetadas pela medida, que tem em torno de 500 páginas e ainda está sendo destrinchada por advogados. 

Famílias que buscam se regularizar e que têm integrantes inscritos em programas de assistência poderiam ser atingidas. Mesmo pessoas que não usam benefícios, mas que o governo considere que poderiam usar no futuro, poderiam ter o green card negado. Quem já tem o status de residente permanente e os imigrantes ilegais, que não têm direito a boa parte dos benefícios, não devem ser impactados.

Refugiados, imigrantes nas Forças Armadas e famílias que recebam menos de 15% da designação oficial da pobreza seriam exceção à regra.

Por Folhapress.

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Polícia dissolve protesto opositor e prende 26 pessoas na Nicarágua

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Entre os presos estão dirigentes de grupos da sociedade civil e do dissidente Movimento da Renovação Sandinista

polícia da Nicarágua reprimiu neste domingo (14) com bombas de efeito moral, cassetetes e 26 prisões o protesto Unidos pela Liberdade que a oposição tentava fazer em Manágua em repúdio ao ditador Daniel Ortega.

Entre os presos estão dirigentes de grupos da sociedade civil e do dissidente Movimento da Renovação Sandinista. Os manifestantes gritavam palavras de ordem contra o regime e pediam para que os policiais não atirassem.

A ação dos agentes começou com um cerco no estacionamento de um shopping, onde o grupo se concentrava. Os participantes, incluindo mulheres e idosos, foram agredidos e arrastados pela rua até carros da polícia.

Alguns jornalistas também foram agredidos e retidos, mas liberados minutos depois. “Não respeitam ninguém, nem idosos nem crianças. Isso é prova de uma escala superior da repressão”, disse Azhalea Solís, dirigente da Aliança Cívica.

A polícia havia anunciado no sábado (13) que não permitiria protestos sem autorização e que tomaria as medidas necessárias para isso. Centenas de policiais de choque colocados em vários pontos da capital nicaraguense.

Os opositores também queriam tomar o acesso a Masaya, cidade que foi sitiada durante os protestos entre abril e agosto nos quais mais de 300 pessoas morreram. O local, porém, foi palco de uma manifestação pró-regime.

Segundo integrantes do regime, a intenção do ato era celebrar a canonização do monsenhor Óscar Romero. Ortega também comemoraria a ascensão do religioso salvadorenho a santo em um evento fechado na capital.

A festa ocorreu apesar das relações cortadas entre a ditadura e a Igreja Católica, que Ortega chamou de golpista. O cisma se aprofundou depois que milicianos aliados de Ortega atacaram bispos e igrejas em busca de manifestantes opositores.

“Não vamos pedir licença para protestar. Vimos que é a própria polícia e os paramilitares que fazem o vandalismo para culpar manifestantes”, disse Violeta Granera, dirigente da Frente Ampla para a Democracia.”

Que triste e indignante que haja outros atos de repressão contra a população que se manifesta pacificamente. A repressão não é a solução! Chega de prisões arbitrárias!”, disse o bispo auxiliar de Manágua, Silvio Báez.

Por Folhapress.

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