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Guardas Municipais discutem futuro da categoria

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Guardas Municipais do Recife, Olinda, Paulista, Caruaru, Cabo, Ipojuca e de outros sindicatos da Região Metropolitana e Interior se reuniram, hoje, com o objetivo de discutir o futuro da categoria. O evento foi uma iniciativa do Sindicato dos Guardas Municipais do Recife (Sindguardas) com o apoio da Ordem dos Policiais do Brasil (OPB).

“Parece que somente agora a mídia e a sociedade descobriram que existem guardas municipais”, desabafou o presidente do Sindguardas, Everson Miranda. Ele estava se referindo ao episódio em que um guarda municipal reagiu a uma tentativa de assalto, em Camaragibe, atirando num dos elementos. A polêmica gerou a necessidade de acelerar os debates sobre o futuro das guardas municipais no Brasil.

Em agosto deste ano, acaba o prazo para o cumprimento da Lei 13.022/14, a qual dispõe sobre o Estatuto Nacional dos Guardas Municipais. O presidente da OPB, Frederico França, marcou presença na reunião e destacou a importância do momento.

Os prefeitos da região têm até 8 de agosto próximo – dois meses – para cumprir a lei 13.022/2014, que instituiu o Estatuto Geral das Guardas Municipais do Brasil. O Governo Federal deu dois anos para que as prefeituras colocassem as corporações dentro da legislação que promove uma verdadeira reformulação no sistema de segurança pública.

A lei prevê, dentre outras coisas, a implantação de carreira única dentro das corporações, comando de carreira, ter no mínimo ensino médio completo para ingresso na carreira, serem armadas conforme dispuser a lei federal que trata do assunto do armamento para as Guardas Municipais, ingresso na carreira somente através de concurso público contendo as fases de avaliação objetiva, psicológica, teste físico e investigação social podendo também através de legislações municipais ser acrescido de mais regras.

(Do Blog do Magno)

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Corinthians vence Vasco e dá passo importante contra o rebaixamento. Vejas os gols

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Neste sábado (17), a equipe alvinegra venceu por 1 a 0, no Itaquerão, gol de Mateus Vital, e foi a 43 pontos na tabela de classificação.

Corinthians deu um passo importante para se distanciar da zona de descenso do Campeonato Brasileiro e evitar um novo rebaixamento para a história do clube.

Neste sábado (17), a equipe alvinegra venceu o Vasco por 1 a 0, no Itaquerão, gol de Mateus Vital, e foi a 43 pontos na tabela de classificação. Com o triunfo, evitou que os cariocas, concorrentes pela permanência na Série A, pudessem ultrapassá-lo.

A sequência corintiana no Brasileiro é difícil. Na próxima rodada, visita o Atlético-PR, na Arena da Baixada. Os paranaenses venceram o Vitória neste sábado e se aproximaram de uma vaga na Copa Libertadores do ano que vem, resultado que ajudou os paulistas, mantendo o rubro-negro baiano na 18ª posição.

Na penúltima rodada, o Corinthians recebe, em Itaquera, a Chapecoense, primeira equipe na zona do descenso.

O clube encerra sua participação na competição contra o Grêmio, que busca garantir uma vaga direta à fase de grupos da Libertadores de 2019, em Porto Alegre.

O gol da vitória do Corinthians foi marcado por um atleta revelado justamente nas categorias de base do Vasco.

Fagner fez boa jogada pela direita e cruzou forte para a área. Mateus Vital se antecipou ao marcador e cabeceou firme para decretar o 1 a 0 a favor dos paulistas.

Estádio: Arena Corinthians, em São Paulo

Juiz: Wilton Pereria Sampaio (GO)

Cartões amarelos: Fernando Miguel e Leandro Castán (V) Jadson e Fagner (C)

Gol: Matheus Vital, aos 4min do 2º tempo

CORINTHIANS

Cassio; Fagner, Léo Santos, Henrique e Danilo Avelar; Ralf e Thiaguinho (Araos); Pedrinho, Jadson e Matheus Vital (Clayson); Danilo (Roger). T.: Jair Ventura

VASCO

Fernando Miguel; Raúl (Caio Monteiro), Leandro Castán, Henriquez e Henrique; Desábato, Andrey (Dudu), Thiago Galhardo, Pikachu e Kelvin (Marrony); Andrés Rios. T.: Alberto Valentim. Com informações da Folhapress.

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Programa Ponto a Ponto, desta sexta-feira, 16 de novembro de 2018

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Acompanhe no vídeo o Programa Ponto a Ponto desta sexta-feira, 16 de novembro de 2018.

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Brasil vive retrocesso nos direitos humanos, diz OEA em visita ao país

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Comissão destacou violações a indígenas, quilombolas, moradores de rua, trabalhadores rurais, presos e moradores de favelas e periferias

Brasil já foi referência na promoção dos direitos humanos, mas hoje vive uma redução dessas garantias. Essa foi a conclusão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA (Organização dos Estados Americanos) após uma semana de visitas a diversos estados do país.

“O Brasil se consolidou como um país de referência sobre políticas de direitos humanos, políticas de infância, que se constituíram através de governos distintos, como um compromisso de estado”, disse Antonia Errejola, relatora para o Brasil. “Mas a comissão tristemente identificou uma redução da intensidade dessa dinâmica.

Em entrevista coletiva no Rio de Janeiro nesta segunda (12), a comissão divulgou um relatório preliminar com recomendações sobre o que viu. Destacou violações a indígenas, quilombolas, moradores de rua, trabalhadores rurais, presos e moradores de favelas e periferias, além de imigrantes, transexuais, defensores dos direitos humanos e à imprensa.

A CIDH passou a última semana, a convite do governo brasileiro, se reunindo com a União, diversos órgãos públicos, representantes da sociedade civil, defensores dos direitos humanos, comunidades e vítimas de violência.

Foram visitados estados como Brasília, Minas Gerais, Pará, São Paulo, Maranhão, Roraima, Bahia, Mato Grosso do Sul e Rio de Janeiro. É a segunda vez que a comissão vem ao Brasil, apesar de fazer um monitoramento constante à distância -a primeira foi em 1995.

A violência por agentes de segurança e o “padrão de impunidade sistemática em tais casos” foi um dos pontos mais criticados, mas também as mortes de policiais. “Os direitos humanos valem para todos, é importante frisar isso”, afirmou Errejola, que citou a falta de conclusão do assassinato da vereadora Marielle Franco e de seu motorista.

No campo da liberdade de expressão, a delegação frisou os ataques recentes à imprensa no período eleitoral, condenou o “ambiente de discursos de intolerância e ódio contra minorias que se criou” e criticou a criminalização de movimentos sociais através de lei antiterrorismo.

Também chamou a atenção para a ausência de políticas públicas para a reforma agrária e o acesso à terra, bem como para a discriminação de venezuelanos em Roraima -mas pontuou como avanço a sanção de uma nova lei de migração neste ano.

Em São Paulo, classificou a região da cracolândia, onde se concentram usuários de drogas, como “desumana” e “sem perspectivas de um projeto de vida digna”. Também defendeu a regularização da ocupação Vila Nova Palestina, no Jardim Ângela (zona sul).

Por outro lado, o relatório da CIDH celebra medidas recentes no país. Entre elas estão a aprovação recente da lei que institui o Susp (Sistema Único de Segurança Pública) e de uma política nacional para a área e a implementação de audiências de custódia.

Elogia ainda decisões do Supremo Tribunal Federal, como a que transferiu presas grávidas ou mães de crianças para a prisão domiciliar e a que garantiu a livre manifestação de ideias em universidades após apreensões da Justiça Eleitoral em unidades públicas de ensino.

Nós próximos meses a OEA vai preparar e publicar um relatório final sobre a situação do país.

Por Folhapress.

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