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Mundo

Justiça dos EUA condena ex-advogado de Trump a 3 anos de prisão

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Michael Cohen foi sentenciado por crimes que incluem evasão fiscal e o pagamento de dinheiro para silenciar mulheres que pudessem comprometer a campanha de Trump às presidenciais de 2016.

O ex-advogado do presidente norte-americano, Donald Trump, Michael Cohen, foi condenado nesta quarta-feira (12) a três anos de prisão por um juiz de Nova York por acusações de evasão fiscal, falso testemunho sobre a relação do presidente com russos e violação da lei eleitoral por ter comprado o silêncio de duas mulheres por ordem de Trump para não o prejudicar a campanha presidencial de 2016.

O juiz William Pauley III afirmou que o fato de Cohen ter fechado acordo de delação premiada “não apaga os crimes que cometeu” e ainda disse que o advogado “parece ter perdido o senso de moral”. O ex-funcionário de Trump se declarou culpado das acusações e disse que sua “lealdade cega” ao presidente norte-americano o fez sentir-se no dever de acobertar seus “malfeitos”. Trump, no entanto, pediu uma sentença pesada ao ex-funcionário, classificado por ele como “mentiroso”.

Os crimes de Cohen incluem sonegação fiscal de US$ 1,4 milhão em sua companhia de táxis em Nova York, além de falso testemunho ao Congresso norte-americano sobre as datas das negociações das empresas do mandatário norte-americano para a construção de uma “Trump Tower” em Moscou. Cohen havia dito que as tratativas teriam terminado em janeiro 2016 quando, na verdade, só cessaram em junho, após as eleições primárias do partido republicano que definiram Trump como candidato à presidência.

Cohen também acobertou os casos extraconjugais do magnata republicano com a atriz pornô Stormy Daniels e a ex-coelhinha da Playboy, Karen McDougal, que receram milhares de dólares para manter segredo sobre as relações. O objetivo seria evitar um possível escândalo sexual que pudesse prejudicar a corrida de Trump à Casa Branca. (Por ANSA)

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Ataque do Talibã mata 126 pessoas em centro militar no Afeganistão

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Depois que o dispositivo foi detonado, dois atiradores entraram no campus e abriram fogo contra soldados afegãos antes de serem mortos a tiros

Mais de 100 pessoas morreram, nesta segunda-feira (21), após a explosão de um carro-bomba em uma base militar no Afeganistão. Entre as vítimas, oito são dos comandos especiais. O veículo – um Humvee blindado de fabricação norte-americana capturado pelas forças afegãs – foi atropelado por um posto de controle no centro de treinamento da Direção Nacional de Segurança (NDS) em Maidan Shahr. As informações são da SkyNews.

Depois que o dispositivo foi detonado, dois atiradores entraram no campus e abriram fogo contra soldados afegãos antes de serem mortos a tiros. “A explosão foi muito forte. O prédio inteiro entrou em colapso”, disse Sharif Hotak, membro do conselho provincial na província de Maidan Wardak.

Ele também alegou que o governo estava “escondendo números precisos de vítimas para evitar uma nova queda no das forças afegãs”.

Dois altos funcionários do Ministério do Interior disseram que números precisos das mortes não estão sendo liberados para evitar a agitação dentro das forças armadas. No entanto, um funcionário do Ministério da Defesa em Cabul disse à Reuters que 126 pessoas foram mortas, incluindo os oito comandos especiais.

O Talibã disse que o número de mortos era muito maior – um porta-voz alegando que 190 pessoas foram mortas. O grupo militante quer que o governo islâmico e a lei islâmica do Afeganistão e as forças estrangeiras saiam.

Horas depois do ataque à base militar, o Talibã encontrou-se com o enviado especial dos EUA, Zalmay Khalilzad, no Qatar. “As conversações entre os líderes do Taleban e as autoridades dos EUA começaram”, disse o porta-voz do Taliban, Zabiullah Mujahid.

Tentativas de acabar com a guerra de 17 anos no Afeganistão foram desfeitas recentemente depois que o Taleban disse que queria manter o governo afegão fora das discussões, algo que os EUA se opõem.

Por Notícias ao Minuto

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Maduro: ‘Bolsonaro é o Hitler dos tempos modernos’

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Maduro criticou a política de privatizações anunciada por Bolsonaro ao longo da campanha eleitoral

A relação já conturbada entre Brasil e Venezuela teve um sinal claro de aumento de tensão após Nicolás Maduro ter chamado, na última segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro de “Hitler dos tempos modernos”. O líder venezuelano criticou ainda as políticas liberais adotadas pelo brasileiro.

E aí temos o Brasil, nas mãos de um fascista. (…) Bolsonaro é o Hitler dos tempos modernos. Não tem coragem e nem decisões próprias, é um fantoche”, disse Maduro em discurso no plenário da Assembleia Nacional Constituinte.

Maduro criticou a política de privatizações anunciada por Bolsonaro ao longo da campanha eleitoral e indicou que o povo brasileiro deverá se insurgir contra a medida. “O povo brasileiro se encarregará dele. Deixemos o tema Bolsonaro ao formoso povo brasileiro, que lutará e se encarregará dele.”

(Por notícias ao minuto)

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Imprensa internacional repercute decreto que facilita posse de armas

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O New York Times escreveu que as leis foram afrouxadas na “capital mundial do assassinato”.

Alguns dos principais jornais do mundo repercutiram o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) na terça (15) que facilita o acesso a armas.

O New York Times escreveu que as leis foram afrouxadas na “capital mundial do assassinato”. O Financial Times lembrou que 61% dos entrevistados pelo Datafolha em dezembro no país disseram ser contra a liberação da posse de armas de fogo.

Já o britânico The Guardian afirmou, com base em um estudo da ONG Sou da Paz, que o número de registro de novas armas no Brasil aumentou de 3.900 para 33 mil em dez anos. 

Os jornais argentinos La Nación e Clarín foram outros que destacaram a medida.

(Por Folhapress)

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