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Mundo

Mais de cinco mil pessoas continuam desaparecidas na Indonésia

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A Agência Nacional de Gestão de Desastres disse, neste domingo, que os trabalhos de resgate devem ser encerrados na próxima quinta-feira (11)

Após a passagem de um terremoto seguido de tsunami na ilha Celebes, na Indonésia, no dia 28 deste mês, as autoridades locais estimam que cinco mil pessoas estejam desaparecidas. O último balanço oficial indica a morte de 1.763 vítimas. A Agência Nacional de Gestão de Desastres disse, neste domingo, que os trabalhos de resgate devem ser encerrados na próxima quinta-feira (11).

“Com base nas informações dos líderes de Balaroa et Petobo, cerca de 5 mil pessoas não foram encontradas”, disse o porta-voz da agência, Sutopo Purwo Nugroho. O número preciso ainda será confirmado, visto que, quando há deslizamentos de terra, a dificuldade de informar a quantidade certa é maior.

Encontrar sobreviventes foi reduzida a quase zero. Nesse sábado, 34 corpos foram retirados de uma localidade. “Já estamos no 10º dia (desde que a tragédia ocorreu). Seria um milagre encontrar alguém vivo”, disse à “AFP” Muhammad Syaugi, chefe da agência de busca e resgate da Indonésia.

Por Notícias ao Minuto

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Mundo

Brasileiros no exterior protestam contra ditadura e pela democracia

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Manifestantes se reuniram na Argentina, França, Holanda, Suíça, Noruega, no Reino Unido e nos Estados Unidos

Brasileiros que vivem no exterior saíram hoje (20) às ruas para protestar a favor da democracia, contra o fascismo e contra a possibilidade de haver ditadura no Brasil. Com a bandeira do Brasil, cartazes, faixas e até projeção de frases de efeito, manifestantes se reuniram na Argentina, França, Holanda, Suíça, Noruega, no Reino Unido e nos Estados Unidos.

Em Amsterdã, na Holanda, uma jovem levou um cartaz escrito a mão no qual se lia: “Minha avó sobreviveu ao holocausto, por ela luto contra o fascismo Brasil”. Em Londres, no Reino Unidos, os manifestantes homenagearam a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) cujo assassinato, em março deste ano, ainda está sem solução.

O movimento Mulheres Unidas contra Bolsonaro reuniu manifestantes, em Paris, na França, com cartazes, faixas e imagens em tamanho ampliado de Manuela d’Ávila, a candidata a vice-presidente na chapa do candidato do PT Fernando Haddad.

A Bandeira do Brasil teve lugar de destaque, em Lausanne, na Suíça, onde os manifestantes defenderam a democracia e as liberdades. A comunidade brasileira na cidade portuguesa de Porto também saiu às ruas para protestar. Em tom crítico e seco, um cartaz dizia: “Fascismo nunca mais”.

Em Oslo, na Noruega, os manifestantes fizeram uma homenagem ao capoeirista baiano Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, morto a facadas por intolerância política. Moa também foi homenageado recentemente em Salvador pelo músico Roger Waters, da banda de rock Pink Floyd.

Uma projeção externa foi feita em um prédio em Nova York, nos Estados Unidos, com uma frase escrita em inglês: “O maior dos erros: a ditadura militar”. Em Buenos Aires, o frio de 18°C e a chuva fina não incomodaram os manifestantes que saíram às ruas.

Por Agência Brasil.

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Próximo encontro entre Trump e Kim Jong-un poderá ser no início de 2019

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Possibilidade foi anunciada por um oficial norte-americano

Após o encontro histórico de Singapura, no mês de junho, o próximo encontro entre Donald Trump e Kim Jong-un poderá acontecer já no início de 2019.

Esta hipótese foi informada à agência Reuters por um dos elementos da administração norte-americana.

O encontro de Singapura foi o primeiro entre os líderes de Estados Unidos e Coreia de Norte desde o conflito da década de 50, entre as duas Coreias.

O encontro foi também um dos pontos altos de um ano marcado por uma aproximação, também ela histórica, entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul – aproximação essa que envolveu mesmo encontros entre Kim Jong-un e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, bem como a participação de uma equipa feminina conjunta das duas Coreias.

Mike Pompeo, secretário de Estado norte-americano, deverá encontrar-se com representantes da Coreia do Norte para as conversações que deverão levar a este segundo encontro entre Trump e Kim Jong-un.

Em causa, está não apenas a pacificação das relações entre as duas Coreias mas também a desnuclearização da Coreia do Norte.

Por Notícias ao Minuto

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Suspeito assassinato de jornalista saudita morre em misterioso acidente

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Um dos 15 suspeitos da morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi morreu num acidente rodoviário em Riade

Meshal Saad al-Bostani é um dos 15 sauditas que aterrou em Istambul no dia em que o jornalista Jamal Khashoggi desapareceu no interior do consulado saudita na Turquia. Sobre a morte de al-Bostani, apenas se sabe que morreu num acidente rodoviário em Riade.

Um dos 15 suspeitos da morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi morreu num acidente rodoviário em Riade, capital da Arábia Saudita.

De acordo com um jornal conservador turco Yeni Safak, que tem desvendado vários detalhes sobre o misterioso desaparecimento de Khashoggi, Meshal Saad al-Bostani era um dos 15 homens que aterrou em território turco no dia em que o jornalista saudita entrou no consulado e não mais saiu.

Segundo o mesmo jornal, próximo do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, al-Bostani é um tenente de 31 anos da força aérea saudita.

Apesar de ainda não estar confirmada oficialmente, a tese que tem sido veiculado, sobretudo na Turquia, é que o jornalista, crítico do regime saudita, particularmente do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, foi assassinado no interior do consulado turco no dia 2 de outubro. As câmaras de videovigilância registaram o momento em que Khashoggi entra no local, mas não da sua saída.

De acordo com o jornal turco pró-governamental revelou que existem gravações do interior do consulado que comprovam que o jornalista saudita foi torturado e desmembrado.

A Arábia Saudita, cada vez mais isolada internacionalmente neste caso, nega o seu envolvimento no desaparecimento de Jamal Khashoggi. A CNN, no entanto, avança que as autoridades sauditas estão prestes a revelar um relatório em que admitem.

Por Notícias ao Minuto

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