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Morre voluntário que experimentou remédio em fase de testes na França

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Medicamento foi produzido pela empresa farmacêutica portuguesa Bial.

Um dos voluntários que participou de um teste clínico na França da farmacêutica portuguesa Bial morreu hoje. “O paciente em estado morte cerebral morreu ao meio-dia”, disse o hospital em comunicado.

O estado de saúde dos outros cinco voluntários internados logo após o teste clínico permanece estável. Na sexta-feira (15), o diretor de neurologia do hospital de Rennes tinha dito que três dos homens estavam com problemas neurológicos que podiam ser irreversíveis.

Na semana passada, seis voluntários entre 28 e 49 anos foram hospitalizados na cidade francesa de Rennes, depois de terem participado de um teste de medicamentos analgésicos conduzido por um laboratório privado para a farmacêutica portuguesa Bial.

O teste clínico que estava na primeira fase testava um novo medicamento destinado a tratar perturbações de humor como a ansiedade. No ensaio participaram 108 voluntários, 90 dos quais receberam a droga. O restante tomou placebos – substâncias sem efeito que simulam medicamentos.

Os seis homens internados faziam parte do grupo que recebeu a dose mais elevada. Após o incidente, o pior do tipo registrado na França, a Bial garantiu que estava acompanhando de perto todos os doentes. A empresa informou que testes do composto experimental em humanos estavam sendo realizados desde junho de 2015.

Segundo a farmacêutica, o teste foi aprovado pelas autoridades francesas, bem como pela comissão de ética na França, e está de acordo com a legislação que regula os experimentos clínicos.

Por: Agência Brasil

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Macri diz que Argentina passa por mudanças com humildade

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Macri falou durante dez minutos a um plenário com cerca de metade dos lugares vazios

Argentina está passando por um período de mudanças profundas, mas decidiu enfrentar essa fase com humildade e sem pegar atalhos, afirmou nesta terça-feira (25) o presidente argentino, Mauricio Macri, em seu breve discurso na Assembleia-Geral da ONU.

Macri falou durante dez minutos a um plenário com cerca de metade dos lugares vazios. Ele abriu o discurso abordando superficialmente a crise argentina e sem mencionar a renúncia do presidente do banco central argentino, em meio à forte turbulência cambial que atinge o país.

“Nosso país está passando por um período de mudanças profundas. Decidimos atravessá-lo com a humildade para aceitar as dificuldades e com a convicção de fazer os esforços corretos”, disse o presidente. “Sei que o esforço é grande e quero agradecer a cada argentino por isso.” Macri ressaltou que o país decidiu mudar sem pegar atalhos e sem comprometer o futuro. Ele também tentou assegurar que a Argentina é um parceiro confiável da comunidade internacional e mediador político regional e global.

Neste contexto, ele chamou a atenção para a crise migratória da Venezuela e pediu que a ditadura de Nicolás Maduro reconheça a gravidade da situação humanitária que o país enfrenta.

Ele também afirmou que vai denunciar a ditadura venezuelana ao TPI (Tribunal Penal Internacional), a exemplo do que fez o ex-presidente colombiano Álvaro Uribe em 2010 contra o então presidente venezuelano, Hugo Chávez (1954-2013).

“Quero me deter para expressar, mais uma vez, nossa preocupação com a situação de direitos humanos na Argentina”, afirmou o presidente. “Dada a sua gravidade, a Argentina levará ao Tribunal Penal Internacional a situação relacionada aos crimes de lesa-humanidade da ditadura venezuelana”, afirmou.

Segundo ele, a Argentina já recebeu cerca de 130 mil venezuelanos fugindo da crise no país. “Faço um apelo à Venezuela para que reconheça a crise humanitária, para assim poder liberar a cooperação internacional que atenda às fortes carências de saúde e alimentos dos desabrigados”, disse.

Macri diz que a Argentina faz parte de uma resposta regional e ampla que busca enfrentar as dificuldades de milhões de venezuelanos que deixaram o país.

O presidente também citou os esforços argentinos para combater o terrorismo. Ele pediu a cooperação do Irã para investigar o atentado a bomba que destruiu a sede da Amia (Associação Mutual Israelita Argentina) em 1994.

“A Argentina condena o terrorismo em todas as suas formas e manifestações”, disse. “Nesse sentido, e considerando que no próximo ano se completarão 25 anos do atentado à Amia, quero pedir novamente à República Islâmica do Irã que coopere com as autoridades judiciais argentinas para avançar na investigação do ataque terrorista mais brutal em nosso território.”

Também citou a polêmica envolvendo as ilhas Malvinas, disputada com o Reino Unido. Macri reforçou “os mais legítimos e imprescritíveis direitos soberanos” da Argentina sobre o território.

Por fim, defendeu o multilateralismo, o qual disse ser fundamental para manifestar os interesses nacionais e buscar consensos. O país preside o G20 (grupo dos vinte países mais desenvolvidos) e sediará, em novembro, a primeira cúpula de líderes do grupo na América do Sul.

Por Folhapress.

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Turquia prende 61 militares por elo com líder opositor

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O governo do presidente Recep Tayyip Erdogan acusa Gülen de estar por trás da tentativa de golpe em julho de 2016

Autoridades turcas ordenaram a prisão de 61 militares da Marinha e da Infantaria, inclusive oficiais, por suposta ligação com o clérigo Fethullah Gülen, que vive nos Estados Unidos.

O governo do presidente Recep Tayyip Erdogan acusa Gülen de estar por trás da tentativa de golpe em julho de 2016, durante a qual 250 pessoas morreram.

Desde então, ao menos 140 mil pessoas já foram detidas no expurgo -às vezes por acusações vagas como apoiar o golpe. O estado de emergência declarado pelo governo logo após o golpe durou até julho passado.

Críticos de Erdogan dizem que ele usou o golpe fracassado como pretexto para endurecer contra a oposição; o governo diz que as medidas como prisões e expurgos são necessárias para garantir a segurança nacional.Dezoito dos militares detidos são da ativa. Os suspeitos incluem 12 majores e 12 capitães da Infantaria e 24 tenentes da Marinha.

Em outra operação, 21 pessoas foram detidas por usar um aplicativo de mensagens encriptadas, em sua maioria ex-professores.

Desde a tentativa de golpe, as autoridades turcas vêm detendo jornalistas -foram 73 em 2017, segundo o Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ).

Por Folhapress.

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Acusação do Irã de que EUA estão por trás de atentado aumenta tensão

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Ataque a tiros em parada militar na cidade de Ahvaz neste sábado (22) deixou ao menos 25 mortos

Acusações por autoridades iranianas de que um ou mais países aliados aos Estados Unidos estariam por trás de um ataque terrorista neste sábado (22) em Ahvaz aumentaram a tensão entre Teerã e Washington às vésperas da Assembleia Geral das Nações Unidas.

O presidente do Irã, Hasan Rowhani, disse neste domingo (23) que um país aliado aos EUA no golfo Pérsico seria responsável pelo atentado a uma parada militar na cidade de Ahvaz, que matou 25 pessoas e feriu ao menos 60.

O Ministério das Relações Exteriores do país convocou diplomatas de países como Reino Unido, Dinamarca e Holanda para explicações, acusando-os de dar abrigo a separatistas árabes que reivindicaram a autoria do ataque.

Apesar de Rowhani não ter especificado a que país se referia, acredita-se que ele estivesse falando da Arábia Saudita, dos Emirados Árabes Unidos ou de Bahrein, todos aliados próximos dos EUA. “Esses pequenos países mercenários que vemos na região são apoiados pelos EUA. São os americanos que os instigam e dão a eles os meios necessários para cometer esses crimes”, disse o presidente antes de partir para o evento da ONU em Nova York.

No sábado, o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, já havia acusado países árabes do golfo, apoiados pelos Estados Unidos, de estarem por trás do ataque.

“Esse crime é uma continuação dos planos de Estados da região, que são marionetes dos EUA. O objetivo deles é criar insegurança em nosso querido país”, disse Khamenei, sem dizer quais seriam as nações envolvidas.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, também havia culpado no sábado países da região e “mestres americanos” pelo ataque.

As tensões entre Irã e Estados Unidos já vinham aumentando nos últimos meses, em especial depois que o governo de Donald Trump abandonou o acordo nuclear com o país.

O atentado deste sábado, em que militantes disfarçados de soldados abriram fogo durante uma parada militar anual, foi o maior no país em quase uma década. Mulheres e crianças fugiram dos tiros enquanto soldados da Guarda Revolucionária Islâmica, unidade militar de elite do país, eram atingidos.

Ao menos oito membros da guarda morreram e a unidade promete neste domingo vingar o ataque. “Considerando que temos pleno conhecimento dos centros de mobilização dos líderes terroristas criminosos, eles enfrentarão uma vingança mortal e inesquecível no futuro próximo”, disse a guarda em comunicado.

Um grupo separatista árabe, que afirma que a minoria étnica é discriminada pelo governo, dominado pelos persas, reivindicou a autoria do ataque. Os EUA vêm impondo novamente sanções ao Irã desde que os americanos abandonaram o acordo nuclear com o país, em maio. Washington também vem pressionando para que o Irã abandone o apoio ao que consideram atividades desestabilizadoras na região. O governo dos EUA criticou o ataque de sábado, dizendo que “condena todos os atos de terrorismo e a perda de vidas inocentes”.

Mas a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, refutou as acusações de Rowhani. “[Rowhani] enfrenta o povo iraniano protestando, cada grama de dinheiro que entra no Irã vai para os militares. Ele vem oprimindo seu povo há muito tempo e precisa olhar para sua própria base para saber de onde isso [terrorismo] está vindo”, disse ela à rede de TV CNN.

Por Folhapress

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