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Obama e Putin devem cooperar para o cessar-fogo na Síria

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O presidente russo, Vladimir Putin, e o norte-americano, Barack Obama, concordaram em intensificar a cooperação entre as agências de inteligência e segurança dos dois países para permitir a implementação do acordo de cessar-fogo na Síria, informou ontem (14) a agência de notícias russa Interfax.

Obama e Putin conversaram por telefone sobre o acordo assinado no último dia 12 pelo International Syria Support Group (ISSG), na Alemanha. O tratado prevê o início de um cessar-fogo dentro de sete dias, como o primeiro passo para o fim da guerra civil na Síria, iniciada em 2011, na Primavera Árabe, para derrubar o regime do ditador Bashar al-Assad.

Apesar da assinatura do acordo, no fim de semana alguns representantes de países europeus demonstraram ceticismo em relação ao papel da Rússia, acusada pelo Ocidente de atacar civis e rebeldes com o consentimento de Damasco, para fortalecer o regime de Assad. Os envolvidos na assinatura do acordo fizeram apelos para que Moscou suspenda seus bombardeios para que o cessar-fogo vigore.

O acordo foi assinado por 17 países do ISSG, em Munique. Além do fim das hostilidades, prevê o acesso imediato de ajuda humanitária em zonas abaladas pelos confrontos na Síria. O texto, no entanto, não recai sobre as operações contra grupos terroristas, como o Estado Islâmico, e limita-se às tensões entre o governo e os rebeldes. Para a alta representante de política externa da União Europeia, a italiana Federica Mogherini, não existe “uma solução puramente militar” para a crise síria, que já provocou a morte de 11,5% da população e o êxodo de 50%.

Fonte: Agência Brasil

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‘Não aguentava mais fugir’, diz Battisti após prisão

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Italiano foi levado para penitenciária de segurança máxima na cidade de Oristano, na Sardenha.

italiano Cesare Battisti foi preso no último sábado (12), quando estava em hotel barato na cidade de Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. Ele é acusado de quatro assassinatos na Itália, na década de 70, e foi condenado à prisão perpétua.

Considerado foragido há quase 40 anos, Battisti chegou ontem (14) a Roma, depois de uma viagem de cerca de 15 horas. Segundo o jornal “Corriere della Sera”, ele dormiu a maior parte do tempo.

Ainda conforme o veículo, de acordo com relatos de investigadores que acompanharam o italiano na viagem, ele se disse culpado. “Sou culpado, e isso não se discute. Mas não sou culpado de tudo aquilo por que fui acusado. Não, não sou”, afirmou Battisti.

O italiano ainda teria admitido estar cansado de fugir. “Eu não aguentava mais fugir. Eu sabia que a contagem regressiva [para o acerto de contas] tinha começado e me perguntava quando terminaria. Eu estava cansado”, declarou.

Ao chegar na Itália, Battisti foi levado para a Prisão de Massama, uma penitenciária de segurança máxima na cidade de Oristano, na Sardenha, onde começa a cumprir pena.

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Battisti chega à Itália após quase 40 anos foragido e será levado a presídio em Roma

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O avião com o italiano Cesare Battisti chegou ao aeroporto de Ciampino, em Roma, nesta segunda-feira (14) às 8h40 pelo horário de Brasília. Ele desceu do avião escoltado por policiais e sem algemas. Battisti foi entregue pela polícia boliviana às autoridades da Itália na cidade de Santa Cruz de La Sierra, onde foi preso no último sábado (12).

Um forte esquema de segurança foi montado no aeroporto de Roma para receber Battisti. Ele será levado para um presídio na periferia de Roma. No trajeto, patrulhas fecharão os acessos para que o comboio chegue rapidamente ao local, segundo o jornal “Corriere della Sera”. O ministro do Interior da Itália, Matteo Salvini, foi ao aeroporto para receber Battisti, a quem ele chama de “assassino comunista”.

O italiano de 64 anos, que integrou o grupo Proletários Armados pelo Comunismo, foi condenado à prisão perpétua em 1993 por quatro assassinatos cometidos nos anos 1970 contra um guarda carcerário, um agente de polícia, um militante neofascista e um joalheiro de Milão (o filho do joalheiro ficou paraplégico, depois de também ser atingido). Ele afirma que nunca matou ninguém e se diz vítima de perseguição política.

Foram 37 anos de fuga permanente, com períodos de prisão e lutas político-judiciais para evitar a Justiça da Itália. Battisti escapou do seu país na década de 1980, viveu na França, no Brasil e, mais recentemente, havia se escondido na Bolívia.

O italiano chegou a conseguir refúgio no Brasil em 2009. Mas o status, concedido a ele pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi revisto em dezembro do ano passado, por Michel Temer, que autorizou sua extradição. A Polícia Federal fez mais de 30 operações para localizá-lo, mas não teve sucesso.

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Italiano Cesare Battisti é preso na Bolívia

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Ele estava escondido na cidade de Santa Cruz de la Sierra

italiano Cesare Battisti, foragido desde dezembro passado, foi preso no fim da tarde deste sábado (12) em Santa Cruz de la Sierra, cidade mais populosa da Bolívia.

A captura foi confirmada pelo assessor especial do presidente Jair Bolsonaro para Assuntos Internacionais, Filipe Martins, em seu perfil no Twitter.

“O terrorista italiano Cesare Battisti foi preso na Bolívia esta noite e em breve será trazido para o Brasil, de onde será levado até a Itália para que ele possa cumprir pena perpétua, de acordo com decisão da Justiça italiana”, disse Martins.

Já o embaixador da Itália no Brasil, Antonio Bernardini, escreveu “Battisti preso” no Twitter. Segundo o jornal Corriere della Sera, o foragido foi detido por volta de 17h (horário local), por uma equipe da Interpol formada por investigadores italianos.

Ele não opôs resistência e usava calças e camiseta azuis, óculos de sol e uma barba falsa. Battisti foi levado para uma delegacia, e a Bolívia ainda não anunciou se o entregará ao Brasil ou à Itália.

Ainda de acordo com o Corriere, a Interpol já suspeitava que o italiano estivesse escondido em Santa Cruz de la Sierra desde antes do Natal. O jornal diz que Battisti tinha o andar “cambaleante”.

Em outubro de 2017, ele havia sido preso perto de Corumbá (MS), tentando entrar na Bolívia com o equivalente a mais de R$ 20 mil em moeda estrangeira. Battisti alegou na época que queria apenas comprar material de pesca e roupas de couro, mas acabou virando réu por evasão de divisas.

Histórico

Ex-membro da milícia de extrema esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), o italiano foi condenado em contumácia em seu país à prisão perpétua por quatro assassinatos e envolvimento com o terrorismo na década de 1970.

Como foragido, Battisti passou por França e México, antes de chegar ao Brasil, onde quase foi extraditado por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). No entanto um decreto assinado por Luiz Inácio Lula da Silva no último dia de seu segundo mandato como presidente deu ao italiano a permissão para ficar no país.

Com o impeachment de Dilma Rousseff, a Itália apresentou um novo pedido de extradição e encontrou o parecer favorável de Michel Temer, mas uma liminar do ministro do STF Luiz Fux impediu que ele fosse entregue ao país europeu.

Em dezembro passado, contudo, o mesmo Fux derrubou a liminar e decidiu que Temer tinha poder para reverter o asilo concedido por Lula. Na sequência, o então presidente assinou o decreto de extradição, porém Battisti conseguiu escapar das autoridades brasileiras, fugindo até Santa Cruz de la Sierra, onde foi capturado. (Por ANSA)

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