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Obama pede ação rápida contra zika vírus

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Até o momento, não há vacinas nem remédios para combater o vírus, nem forma de prevenção, salvo evitar as picadas dos mosquitos

Até o momento, não há vacinas nem remédios para combater o vírus, nem forma de prevenção, salvo evitar as picadas dos mosquitos

O presidente norte-americano Barack Obama pediu nesta terça-feira (26) que se acelere a pesquisa sobre o zika vírus, que se expande graças aos mosquitos e ao que se foi vinculado a malformações de bebês.

Obama pediu melhorias nos métodos de diagnóstico e no desenvolvimento de vacinas e tratamentos contra o vírus, que segundo a Organização Mundial de Saúde deve se expandir ao longo das Américas.

Até o momento, não há vacinas nem remédios para combater o vírus, nem forma de prevenção, salvo evitar as picadas dos mosquitos.

As autoridades sanitárias dos Estados Unidos pediram às mulheres grávidas que evitem viajar para 24 países na América Latina, Caribe e outras regiões devido ao zika vírus.

Barbados, Brasil, Bolívia, Cabo Verde, Colômbia, Equador, El Salvador, Guadalupe, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Haiti, Honduras, Ilha de San Martín, as Ilhas Virgens, Martinica, México, Panamá, Paraguai, Porto Rico, República Dominicana, Samoa, Suriname e Venezuela foram incluídos num alerta de viagens emitido pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).

Embora casos locais de transmissão de zika nos Estados Unidos não tenham sido registrados, três pessoas foram testadas positivamente pro zika em Nova York.

O zika vírus, transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, proliferou em vários países da América Latina, acendendo o alarme de suspeita de contágio em mulheres na fase inicial da gravidez.

Os sintomas podem incluir febre, dores de cabeça e erupções cutâneas.

O vírus tem o nome da floresta de Uganda onde foi descoberto, em 1947.

Do JC Online

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Mundo

Próximo encontro entre Trump e Kim Jong-un poderá ser no início de 2019

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Possibilidade foi anunciada por um oficial norte-americano

Após o encontro histórico de Singapura, no mês de junho, o próximo encontro entre Donald Trump e Kim Jong-un poderá acontecer já no início de 2019.

Esta hipótese foi informada à agência Reuters por um dos elementos da administração norte-americana.

O encontro de Singapura foi o primeiro entre os líderes de Estados Unidos e Coreia de Norte desde o conflito da década de 50, entre as duas Coreias.

O encontro foi também um dos pontos altos de um ano marcado por uma aproximação, também ela histórica, entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul – aproximação essa que envolveu mesmo encontros entre Kim Jong-un e o presidente sul-coreano, Moon Jae-in, bem como a participação de uma equipa feminina conjunta das duas Coreias.

Mike Pompeo, secretário de Estado norte-americano, deverá encontrar-se com representantes da Coreia do Norte para as conversações que deverão levar a este segundo encontro entre Trump e Kim Jong-un.

Em causa, está não apenas a pacificação das relações entre as duas Coreias mas também a desnuclearização da Coreia do Norte.

Por Notícias ao Minuto

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Suspeito assassinato de jornalista saudita morre em misterioso acidente

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Um dos 15 suspeitos da morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi morreu num acidente rodoviário em Riade

Meshal Saad al-Bostani é um dos 15 sauditas que aterrou em Istambul no dia em que o jornalista Jamal Khashoggi desapareceu no interior do consulado saudita na Turquia. Sobre a morte de al-Bostani, apenas se sabe que morreu num acidente rodoviário em Riade.

Um dos 15 suspeitos da morte do jornalista saudita Jamal Khashoggi morreu num acidente rodoviário em Riade, capital da Arábia Saudita.

De acordo com um jornal conservador turco Yeni Safak, que tem desvendado vários detalhes sobre o misterioso desaparecimento de Khashoggi, Meshal Saad al-Bostani era um dos 15 homens que aterrou em território turco no dia em que o jornalista saudita entrou no consulado e não mais saiu.

Segundo o mesmo jornal, próximo do presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, al-Bostani é um tenente de 31 anos da força aérea saudita.

Apesar de ainda não estar confirmada oficialmente, a tese que tem sido veiculado, sobretudo na Turquia, é que o jornalista, crítico do regime saudita, particularmente do príncipe herdeiro Mohammed bin Salman, foi assassinado no interior do consulado turco no dia 2 de outubro. As câmaras de videovigilância registaram o momento em que Khashoggi entra no local, mas não da sua saída.

De acordo com o jornal turco pró-governamental revelou que existem gravações do interior do consulado que comprovam que o jornalista saudita foi torturado e desmembrado.

A Arábia Saudita, cada vez mais isolada internacionalmente neste caso, nega o seu envolvimento no desaparecimento de Jamal Khashoggi. A CNN, no entanto, avança que as autoridades sauditas estão prestes a revelar um relatório em que admitem.

Por Notícias ao Minuto

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Filho de Harry e Meghan Markle pode não ser príncipe

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Diferente de seus primos, George e Charlotte, a criança não deverá receber o título de príncipe ou princesa

filho de Meghan Markle com o príncipe Harry ainda não tem sexo definido, mas já se sabe qual será o seu título. Se menina, a filha do casal será reconhecida como “Lady de Mountbatten-Windsor”. Se menino, será “Conde de Dumbarton”.

Diferente de seus primos, George e Charlotte, a criança não deverá receber o título de príncipe ou princesa. O especialista em monarquia britânica, Bob Morris, explica: “De um modo geral, os títulos de príncipe e princesa, e de ‘Sua Alteza Real’, não vão além dos netos do monarca.

“Ele diz que o filho da duquesa de Sussex não se qualifica para tais títulos porque será bisnetos do monarca reinante, mas que a palavra final é dada pela rainha -caso ela decida que o filho de Harry e Meghan deva ter o título e príncipe, ele terá.”

Esses assuntos são decididos pessoalmente pela rainha, sob regras desenvolvidas por ela e por seus predecessores ao longo dos anos”, complementou Morris. Com informações da Folhapress.

Por Notícias ao Minuto

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