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Política

Pesquisa Datafolha: Bolsonaro, 26%; Ciro, 13%; Haddad, 13%; Alckmin, 9% e Marina, 8%

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O Datafolha divulgou, há pouco, o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.820 eleitores entre ontem e hoje.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

  • Jair Bolsonaro (PSL): 26%
  • Ciro Gomes (PDT): 13%
  • Fernando Haddad (PT): 13%
  • Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
  • Marina Silva (Rede): 8%
  • Alvaro Dias (Podemos): 3%
  • Henrique Meirelles (MDB): 3%
  • João Amoêdo (Novo): 3%
  • Cabo Daciolo (Patriota): 1%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 1%
  • Vera Lúcia (PSTU): 1%
  • João Goulart Filho (PPL): 0%
  • Eymael (DC): 0%
  • Branco/nulos: 13%
  • Não sabe/não respondeu: 6%

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na segunda-feira (10):

  • Jair Bolsonaro oscilou, dentro da margem de erro, de 24% para 26% (com a margem de erro, tem de 24% a 28%);
  • Ciro Gomes se manteve no mesmo patamar, com 13% (pela margem de erro, de 11% a 15%);
  • Fernando Haddad tinha 9%, agora cresceu para 13% (pela margem de erro, de 11% a 15%);

Ciro e Haddad estão empatados.

  • Marina Silva estava com 11%, agora caiu para 8% (com a margem de erro, tem de 6% a 10%);
  • Geraldo Alckmin tinha 10%, agora, 9% (com a margem de erro, de 7% a 11%);

Marina e Alckmin estão tecnicamente empatados.

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Em quais desses candidatos… você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para presidente deste ano?”

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Vamos aos números:

  • Bolsonaro: 44%
  • Marina: 30%
  • Haddad: 26%
  • Alckmin: 25%
  • Ciro: 21%
  • Vera: 19%
  • Cabo Daciolo: 18%
  • Eymael: 17%
  • Boulos: 17%
  • Meirelles: 17%
  • Alvaro Dias: 16%
  • João Goulart Filho: 14%
  • Amoêdo: 15%
  • Rejeita todos/não votaria em nenhum: 4%
  • Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
  • Não sabe: 5%

Em relação à pesquisa anterior, a variação da taxa de rejeição foi a seguinte: Bolsonaro, de 43% para 44%; Marina, de 29% para 30%; Haddad, de 22% para 26%; Alckmin, de 24% para 25%; Ciro, de 20% para 21%.

Simulações de segundo turno

  • Marina 43% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 16%; não sabe: 2%)
  • Ciro 40% x 34% Alckmin (branco/nulo: 23%; não sabe: 3%)
  • Alckmin 41% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 19%; não sabe: 2%)
  • Alckmin 39% x 36% Marina (branco/nulo: 23%; não sabe: 2%)
  • Ciro 45% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 2%)
  • Alckmin 40% x 32% Haddad (branco/nulo: 25%; não sabe: 3%)
  • Bolsonaro 41% x 40% Haddad (branco/nulo: 17%; não sabe: 2%)
  • Ciro 44% x 32% Marina (branco/nulo: 22%; não sabe: 2%)
  • Marina 39% x 34% Haddad (branco/nulo: 25%; não sabe: 2%)
  • Ciro 45% x 27% Haddad (branco/nulo: 25%; não sabe: 2%)

Sobre a pesquisa

  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
  • Entrevistados: 2.820 eleitores em 197 municípios
  • Quando a pesquisa foi feita: 13 e 14 de setembro
  • Registro no TSE: BR 05596/2018
  • Nível de confiança: 95%
  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e “Folha de S.Paulo” (Do G1)

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Política

Bolsonaro: Acabaremos com coitadismo de nordestino, gay, negro e mulher

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Ao mirar em eleitores do Nordeste na reta final da campanha, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou em entrevista à TV Cidade Verde, afiliada do SBT no Piauí, que irá acabar com a política do “coitadismo” a nordestino, gay, negro e mulher. Segundo ele, as políticas afirmativas reforçam o preconceito.

“Isso não pode continuar existindo. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitado da mulher, coitado do gay, coitado do Nordestino, coitado do piauiense. Vamos acabar com isso”, disse.

Na entrevista, feita no sábado (20) e divulgada nesta terça (23) pela emissora, o candidato afirmou que não perseguirá os governadores do PT e da oposição.

“Não podemos prejudicar o povo do Piauí (se referindo ao governador reeleito Wellington Dias, do PT), qualquer estado que seja, porque tem um governador que não se alinhe ideologicamente conosco. Vamos tratar todos os estados de forma republicana.”

Sobre o MST, o candidato disse que vai trata-lo como ação de terrorismo. “Ações do MST serão tipificadas como terrorismo. Esse pessoal não pode continuar levando terror ao campo”.

Ele voltou a falar sobre a polêmica do WhatsApp e criticou a Folha de S.Paulo. “Primeiro, a matéria surgiu na Folha de S.Paulo, num jornal de sempre, num jornal que não tem qualquer compromisso com a verdade”, disse.

A reportagem em questão foi publicada pela Folha de S.Paulo na quinta-feira (18) e mostra o pagamento a agências de mídia, por empresários simpáticos a Bolsonaro, para disparar mensagens antipetistas a grandes bases de eleitores no WhatsApp. A legislação eleitoral proíbe a doação por empresas às campanhas, e os valores não foram declarados.

Bolsonaro diz que a reportagem é “plantada” e que foi usada de argumento para ações no Supremo para o PT e PDT. E negou envolvimento com o caso.

“Não tenho qualquer contato com empresário, nunca pedi pra ninguém fazer isso. Afinal de contas, nos dominamos as mídias sociais desde antes de começar a eleição. Não temos 7 milhões de seguidores de agora. No meu Facebook nunca impulsionamos nada, nunca pagamos dez centavos. É o desespero por parte deles”. Com informações da Folhapress.

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Política

Haddad erra e repete declaração equivocada de Geraldo Azevedo acusando Mourão de torturador

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O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, disse nesta terça-feira (23) que o general Hamilton Mourão, candidato a vice-presidente na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), foi um torturador durante o regime militar. A afirmação de Haddad é falsa e foi baseada em uma declaração do cantor e compositor Geraldo Azevedo, que já se desculpou pelo erro.

Haddad participou de uma sabatina no Rio de Janeiro organizada pelos jornais “O Globo”, “Valor Econômico”, “Extra” e pela revista “Época”. O candidato do PT disse: “[Bolsonaro] é figura desimportante no meio militar. Mas o Mourão, por exemplo, foi ele próprio torturador.

Geraldo Azevedo declarou até num show que foi pessoalmente torturado pelo Mourão. Ao ver um torturador a par de uma figura como Bolsonaro, eu acho que deveria causar temor nos brasileiros minimamente comprometidos com o estado democrático de direito”. Depois, mais à frente na sabatina, Haddad disse: “Eu nunca vi o Lula pronunciar essa palavra [fascista] pra se referir a ninguém, eu mesmo nunca pronunciei antes do Bolsonaro. E o Bolsonaro, você me desculpe, mas eu, como cientista político, tenho direito de dizer que ele é. Ele tem como vice um torturador, que é o Mourão, ele tem um torturador como ídolo, que é o Ustra”.

Em um show na Bahia no último fim de semana, Azevedo disse que foi preso duas vezes na ditadura e que foi torturado em 1969. Segundo o artista, o general Hamilton Mourão era um dos torturadores. “Olha, é uma coisa indignante, cara. Eu fui preso duas vezes na ditadura, fui torturado. Você não sabe o que é tortura, não. Esse Mourão era um dos torturadores lá”, disse o cantor, no show.

Em 1969, ano em que Azevedo disse ter sido torturado, Mourão tinha 16 anos e era aluno do Colégio Militar em Porto Alegre. Ele só ingressou no Exército em 1972.

Além disso, no relatório final da Comissão Nacional da Verdade, publicado em 2014, não há qualquer menção ao general. O documento foi resultado de um trabalho que colheu mais de mil depoimentos e realizou 80 audiências e sessões públicas pelo país.

Após a repercussão do caso, a assessoria de Geraldo Azevedo divulgou nota na qual o músico se desculpou pelo “equívoco”. (G1)

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Destaque

Haddad rebate acusação de ter jogado fora Bíblia que ganhou

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Em um vídeo, Fernandes afirma ter encontrado no chão da praça do Ferreira, em Fortaleza (CE), a Bíblia presenteada a Haddad no dia anterior.

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, negou, nesta segunda-feira (22), acusação do deputado estadual eleito André Fernandes (PSL-CE) de que teria jogado fora uma Bíblia que ganhou de presente.

Em um vídeo, Fernandes afirma ter encontrado no chão da praça do Ferreira, em Fortaleza (CE), a Bíblia presenteada a Haddad no dia anterior. O petista fez campanha em estados do Nordeste no final de semana. As informações são da Agência Brasil.

O candidato do PT afirmou que a Bíblia, de capa vermelha e com a dedicatória de um jovem evangélico da Assembleia de Deus, chamado Erineudo, foi furtada do palanque durante ato político na capital cearense. “Estranhamente, essa Bíblia foi furtada de uma sacola que estava no palco e apareceu num vídeo de um deputado do PSL, que me acusou de ter jogado fora.”

Visivelmente indignado, Haddad acrescentou que o celular do assessor de imprensa também foi furtado na mesma ocasião. No vídeo, André Fernandes aparece com a Bíblia na mão, abre na primeira página, na qual está a dedicatória e acusa o candidato do PT de ter descartado o presente.

(Da Folhapress)

 

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