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Procurador da Flórida quer pena de morte para atirador em escola

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O jovem foi o responsável pelo assassinato de 17 pessoas.

Os promotores da Flórida querem a pena de morte no caso contra Nikolas Cruz. Ele é o ex-aluno acusado de realizar um tiroteio no mês passado, em uma escola secundária do Parkland, na qual 17 pessoas foram mortas. O pedido foi entregue na corte, nesta terça-feira (13).

Michael Satz, o procurador do estado no condado de Broward, apresentou o pedido de pena de morte à juíza Elizabeth Scherer, conforme exigido pela lei da Flórida, informa a Reuters.

 

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Ex-presidente e atual senadora Cristina Kirchner é processada em caso de subornos na Argentina

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ex-presidente da Argentina Cristina Kirchner foi processada nesta segunda-feira (17) pelo juiz Claudio Bonadio no caso conhecido como “Cadernos da Corrupção”, no qual é acusada de chefiar um esquema de corrupção para desviar milhões de dólares de obras públicas.

De acordo com o jornal “La Nación”, o juiz responsável pelo caso ainda determinou a prisão preventiva da ex-mandatária, mas ela tem foro privilegiado e deverá responder em liberdade. No entanto, a medida precisará ser aprovada pelo Senado, que pode aceitar a perda de sua imunidade. Com a decisão da justiça argentina, Cristina passa a responder a um total de cinco processos. Segundo as investigações, a senadora e seu marido, o ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007), já falecido, receberam malas de dinheiro obtidas por meio de construtoras e empresas de energia.

O escândalo de corrupção foi revelado após uma reportagem do jornal argentino “La Nación”, o qual informou que o motorista Oscar Centeno, do Ministério do Planejamento, detalhou o trajeto do dinheiro lavado do governo em oito cadernos escolares, por ser o responsável pelas entregas.

A imprensa batizou o caso como “Cadernos da Corrupção”. Os documentos apresentam a origem e destino do dinheiro, incluindo a data, horário, placas de carro, valores, nomes e endereços de todos os envolvidos.

Segundo os dados, o esquema envolveu mais de 20 empresas e movimento mais de US$160 milhões. Com a revelação, o magistrado Bonadio determinou a prisão de 12 empresários e ex-funcionários do governo, além de pedir a retirada do foro privilegiado de Kirchner. (ANSA)

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Evangélicos mantêm apoio a Trump na expectativa por conservadorismo

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A indicação do conservador Brett Kavanaugh para a Suprema Corte foi um aceno a esses eleitores

JÚLIA ZAREMBA – O relacionamento entre Donald Trump e os americanos brancos evangélicos, que representam boa parte de sua base eleitoral, é complicado. Se por um lado apoiam as posições conservadoras do presidente, desaprovam suas ações contra imigrantes e seus supostos affairs.

Mas nenhum escândalo parece abalar o apoio do grupo à atual presidência. Pesquisa feita pelo Public Religion Research Institute, centro de pesquisas americano, divulgada em abril mostrou que o apoio de brancos evangélicos a Trump chegou a 75%, enquanto entre os americanos a média era de 42% – o maior índice em 15 meses.

“Eles estão dispostos a ignorar o autoritarismo, a infidelidade, o racismo e outras coisas porque querem juízes conservadores e políticas conservadoras no que diz respeito a aborto, armas e casamento entre pessoas do mesmo sexo”, afirma Matthew Dalek, historiador político da Universidade George Washington.

A indicação do conservador Brett Kavanaugh para a Suprema Corte, que já afirmou que pode rever o caso que legalizou o aborto no país em 1973, foi um aceno a esses eleitores.

O Senado deve votar o nome – o segundo indicado por Trump em sua gestão, após o também conservador Neil Gorsuch, nesta semana.

“Ele parece ser uma pessoa que defenderia a liberdade religiosa e os direitos dos não nascidos, além de ser um cara bem esperto e capaz”, afirma Galen Carey, vice-presidente de relações governamentais da Associação Nacional de Evangélicos dos EUA (Nae, na sigla em inglês), que representa 45 mil igrejas. “Acho que, no geral, os evangélicos estão satisfeitos com ele.”

A liberdade religiosa foi um dos pontos de atrito com o governo Barack Obama (2009-17), criticado por forçar empregadores cristãos a agirem contra a sua fé ao exigir que contratassem planos de saúde empresariais que distribuíssem métodos contraceptivos.

Em maio de 2017, cumprindo uma promessa de campanha, Trump assinou uma ordem executiva para proteger a liberdade religiosa, mas não atendeu a todas as demandas dos grupos conservadores.

O apoio de Obama ao casamento de pessoas do mesmo sexo, direito que foi reconhecido pela Suprema Corte em 2015, também não agradava os evangélicos. “Eles viam a gestão democrata como uma ameaça ao país”, diz John Fea, professor de história e autor de “Believe Me: The Evangelical Road to Donald Trump” (creia em mim: a estrada evangélica a Donald Trump).

A insatisfação dos evangélicos com os rumos da política americana não é recente, explica Fea. Em 1960, a Suprema Corte proibiu a leitura da Bíblia em escolas públicas. Na década de 1970, o caso Roe v. Wade legalizou o aborto no país. Mais de 20 anos depois, Bill Clinton, um presidente que defendia o direito ao aborto, se envolveu em um caso com sua estagiária na Casa Branca.

“Trump representa um conforto para os evangélicos, que já não se sentem tão ansiosos quanto antes”, afirma Fea.

A diferença em relação aos antecessores, diz ele, é que Trump realmente “luta pelas causas” do grupo e é visto como um “homem forte”. Entre os eleitores brancos evangélicos, mais de 80% votaram em Trump nas eleições de 2016.

O especialista afirma, contudo, que o apoio a um homem “adúltero e que mente com frequência” pode causar danos à imagem evangélica. “Ao fazer um acordo com Trump, eles viraram quase que um grupo de lobby que usa o presidente para obter o que quer”, diz. “Do ponto de vista do sistema de crenças cristão, isso é problemático.”

Na lista de ações do republicano que mais desagradam os evangélicos estão a política de tolerância zero contra imigrantes, atos que estimulam a emissão de poluentes e as suspeitas de casos extraconjugais, afirma Carey, da Nae.

“São preocupações cruciais, não é bem o exemplo de líder que queremos para as nossas crianças”, diz. “Mas queremos que ele tenha sucesso, pois assim o país também terá.”

A resistência é maior entre líderes evangélicos, segundo Janelle Wong, autora de “Immigrants, Evangelicals and Politics in an Era of Demographic Change” (imigrantes, evangélicos e política na era de mudanças demográficas). “Mas há grande alinhamento entre as posições do presidente e as da massa de fiéis.”

75% é o apoio médio a Trump entre americanos evangélicos brancos, segundo pesquisa do Public Religion Research Institute em abril

42% era o apoio entre a população em geral de acordo com o mesmo levantamento

25,4% da população americana se declara evangélica, segundo o Centro de Pesquisa Pew (o Censo não afere religião); destes, 3 em cada 4 são brancos.

Por Folhapress- JÚLIA ZAREMBA

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Furacão Florence deixa 11 mortos e causa enchentes nos Estados Unidos

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Mais inundações podem atingir os estados de Carolina do Sul e do Norte nas próximas horas

Ao menos onze pessoas morreram após chuvas torrenciais provocadas pelo furacão Florence, nos estados de Carolina do Norte e Carolina do Sul, nos EUA.

Foram registrados inúmeros pontos de inundação e cerca de 900 mil casas e empresas ficaram sem energia.

Apesar de ter diminuído de intensidade desde que atingiu a costa americana, na sexta-feira (14), o furacão ainda ameaça deixar grande parte da região alagada.

Os moradores estão sendo resgatados de helicóptero ou barco e milhares de pessoas aguardam em abrigos. Algumas estradas também foram fechadas por risco de deslizamento de terra e rachaduras.

Por Folhapress.

 

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