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Cultura

São Paulo comemora 110 anos da imigração japonesa com festas

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País tem a maior comunidade nipônica fora do Japão

Há 110 anos, o navio Kasato Maru aportava no Brasil com a primeira geração de imigrantes japoneses. Hoje, seus descentes já somam mais de um 1,9 milhão de pessoas, tornando-se a maior comunidade nipônica fora da Terra do Sol Nascente. No mês em que se comemora esse marco, o Domingo na Paulista, evento promovido pela Fiesp e o Sesi-SP, oferece uma tarde repleta de atrações tradicionais da cultura japonesa, em frente ao Centro Cultural Fiesp, na Avenida Paulista.

A programação gratuita acontece até as 17h, com atividades que vão desde ginástica para terceira idade, com Kenko Taisso, a demonstrações de artes marciais, com a Confederação Paulista de Kendo. Haverá também apresentações artísticas da Banda Todos Nós, danças folclóricas com Shinsei Acal (foto), Odori Hanonakai e Tottori Shan Shan Kassa Odori. Integram a celebração, apresentações potentes com taikos (tambores japoneses) dos grupos de Parada Taiko, Himawari Taiko (foto), Requios Gueinou Doukoukai e Ryukyu Koku Matsuri Daiko.

Uma das atrações do evento será a apresentação da música tema das comemorações Arigatô Brasil (Obrigado Brasil), interpretada pelo cantor e compositor Joe Hirata. A canção destaca a história e a gratidão a terra que acolheu os imigrantes japoneses.

Para demonstrar a amizade Brasil-Japão, a Escola de Samba Águia de Ouro fará uma participação especial no evento. A escola tem forte envolvimento com a comunidade nipônica desde o carnaval de 2015, ano em que homenageou o Japão em seu desfile. Com informações da Agência Brasil.

Por Notícias ao Minuto

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Cultura

Andrea Bocelli comemora 60 anos e inicia turnê pelo Brasil

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À ANSA, tenor disse que Brasil e Itália são “parentes”

tenor italiano Andrea Bocelli inaugurou no último domingo (23) sua turnê pelo Brasil, com um show em Porto Alegre.

Bocelli emocionou o público no Estádio Beira-Rio com um repertório que mesclou canções líricas e faixas pop, além de uma participação especial da brasileira Maria Rita, filha de Elis Regina.

O tenor, que comemorou seu aniversário de 60 anos no sábado anterior (22), no Brasil, lançará em outubro o álbum “Si”, o primeiro com faixas inéditas em 14 anos. Até domingo que vem, Bocelli passará por Brasília (no dia 26) e São Paulo (dias 29 e 30), levando sua lendária canção “Con te partirò”.

Em entrevista exclusiva à ANSA, ele contou como foi a preparação para o novo disco e como mantém uma legião de fãs no Brasil. Confira:

ANSA: Você tem um enorme número de fãs no Brasil. A que atribuiu todo esse sucesso?

Bocelli: Eu também fico surpreso toda vez pelo afeto e atenção com que sou recebido. Isso é maravilhoso, o Brasil é um grande país. Devo dizer que os meus gostos musicais – que se reverberam na minha produção artística – coincidem frequentemente com o do grande público em muitas partes do mundo. Mas cantar no Brasil é sempre uma experiência especial que me enche de alegria e também de gratidão. As pessoas, provavelmente, reconhecem no que eu canto uma parte de si mesmas: levo uma harmonia, uma assonância emotiva sincera e forte, que raramente se encontra em outro lugar.

É o contato humano, antes de tudo, e ser vencedor… No Brasil, em qualquer ocasião de encontro, dentro ou fora das arenas de show, há um recíproco abraço, manifestações de afeto que me abrem o coração. Por isso, encaro essa turnê com alegria, amo esse povo, caldeirão de etnias tão emotiva e culturalmente rico. Sem falar que há uma comunidade italiana importante no Brasil, que mantém conservados e vívidos os valores pelos quais me sinto orgulhoso de ser italiano. Como eu já disse em outras ocasiões, para mim, estar no Brasil não significa estar no exterior. Somos parentes próximos!

Quais as novidades dessa turnê?

O programa foi estruturado com uma primeira parte que atinge principalmente o repertório operístico e com uma segunda etapa dedicada aos clássicos pop e às canções que o público adora. Naturalmente, não faltarão surpresas que, por serem surpresas, não posso revelar. Nessa primavera, além de passar meu aniversário no Brasil (o tenor completou 60 anos em 22 de setembro), sairá meu novo álbum, em outubro.

No momento, saiu a primeira música, “If only”, em três línguas. É uma canção que valorizo muito, principalmente pela mensagem que leva. Foi composta por Francesco Sartori e Lucio Quarantotto, os mesmos autores de “Con te partirò”.

Você convidou a artista brasileira Maria Rita para uma participação especial nos seus shows no Brasil. Como essa escolha foi feita? Você já trabalhou com ela?

Dividiremos o palco pela primeira vez, o que torna essa turnê ainda mais especial. Maria Rita é um ícone do repertório latino, uma artista que tem nos cromossomos o mesmo gênio musical que distinguiu a produção artística da sua lendária mãe. Estou emocionado e ansioso de poder trabalhar com essa grande intérprete, expoente proeminente de um repertório que frequento desde quando, aos 20 anos, tocava nos piano bares da Toscana. Também porque é impossível, na minha opinião, desconsiderar a contribuição da música brasileira, que é a “vida” em sua forma mais pura.

O que caracteriza o álbum “Si”? Como ele foi produzido?

Foi uma produção complexa, como quase sempre acontece, quando se tenta realizar um projeto artístico da melhor qualidade possível. A gravação é o ato final de um trabalho que durou mais de três anos, fruto de muitas colaborações criativas importantes, de um processo de maturação que requer tempo, porque cada canção, para ter um caráter verdadeiro e convincente, assim como um bom vinho, precisa de tempo e cuidado.

A ideia do nome “Si” veio de Amos, meu filho mais velho. Entre as tantas propostas, achei essa a mais simples e eficaz para contar esse novo desafio no qual, depois de 14 anos, volto com um álbum de canções inéditas. As músicas foram feitas para meu vocalismo e me permitem evidenciar melhor a peculiaridade do meu instrumento. Mas é o álbum, como um todo, pelos valores que propõe, pelas temáticas abordadas, a se assemelhar a mim, a refletir a minha sensibilidade e o que acredito e desejo comunicar. O fio condutor desse álbum poderia ser resumido na imagem de uma humanidade em perene caminho e no motor de existência que é o amor: o amor na fé, na coragem, no casal, na memória de viagem de qualquer um, lugar de milagre cotidiano da vida.

Quais canções não podem faltar em um show no Brasil?

Existem algumas que as plateias de qualquer continente esperam ouvir pela minha voz, outras que são principalmente amadas na América do Sul. Concebemos um show que esperamos que não decepcione as expectativas. A minha meta, ainda hoje, depois de 25 anos de carreira, é conseguir entrar no coração de quem me ouve, levando emoções positivas e dando, se possível, um momento de serenidade e otimismo.

O Brasil vive um momento político particular com as eleições de outubro e recentemente enfrentou o incêndio do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Na sua opinião, o que o Brasil poderia aprender com a Itália em relação à promoção e manutenção do patrimônio cultural?

Não sou capaz de avaliar. Mas, em relação à Itália, considerando que estamos falando de um país onde a ópera nasceu e onde também nasceram alguns dos maiores compositores de todos os tempos, duvido que meu país possa dar lições… Me parece, porém, que há grandes margens para melhorias, para reavaliar, divulgar e ensinar o amor pelo verdadeiro patrimônio da humanidade e pela ópera lírica.

Por ANSA

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Cultura

Fim de uma era? Atriz de ‘Grey’s Anatomy’ dá pistas sobre fim da série

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Em entrevista, Ellen Pompeo dá a enteder que seriado pode acabar

Má notícia para os fãs de “Grey’s Anatomy”. Ótima notícia para os entes queridos e pessoas amadas dos fãs de “Grey’s Anatomy” que não aguentam mais acompanhar a série. Isso porque a atriz Ellen Pompeo, que interpreta a médica Meredith Grey no seriado, deu a entender em entrevista à revista americana Entertainment’s Weekly que a série pode estar chegando ao seu final.

“Claramente eu não estou preparada no momento para fazer qualquer anúncio formal sobre meu futuro na série, mas eu sinto que já contamos a maioria das historias que poderíamos contar”, disse Ellen.

“Está na hora de dar uma sacudida nas coisas. Estou definitivamente procurando por uma mudança”, afirmou ainda a atriz, que estará presente na 15ª temporada da série, com estreia prevista para o final de setembro.

Ellen, que é a atriz mais bem paga em séries de TV dramáticas nos EUA, já havia dito em outras entrevistas que estaria procurando trabalhos como produtora. Uma coisa que pode dar um alento aos fãs da série, contudo, é o fato de que o contrato atual da atriz vai até 2020.

Em janeiro, Pompeo assinou um contrato para ganhar US$ 550 mil por episódio (cerca de R$ 1,7 milhão) para mais duas temporadas. A atriz disse na ocasião que, aos 48 anos, chegou em um ponto em que é correto pedir o que merece.

Por Folhapress.

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Cultura

Conheça as brigas lendárias entre escritores

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De Gabriel García Márquez a Proust, autores sempre trocaram a luta vã com palavras pela luta física

Treta, treta, tretinha. Eis uma arte que os escritores cultivaram com afinco, muitas vezes resvalando em socos, sopapos, tapas e pontapés.

Mas sempre surpreende, em um meio literário afeito aos tapinhas nas costas, quando alguém parte para um soco no peito – como Lourenço Mutarelli fez com o escritor Marcelo Mirisola no domingo (16), na Festa Literária Internacional da Mantiqueira.

Houvesse um museu dos escritores brigões, seria preciso colocar na porta uma estátua de Púchkin. O autor russo, que já era encrenqueiro, um dia cansou de ouvir as fofocas de que seu cunhado tinha um caso com sua mulher.

Púchkin subiu nas tamancas e resolveu lavar a honra com sangue, marcou um duelo com o rival para uma tarde de 1837. O valentão saiu de lá morto. Nos anos 1970, o escritor Andrei Siniavski diria que o autor “inscreveu a si mesmo com pólvora e sangue na história da arte”.

Tudo muito comum por aquelas bandas, pelo visto, a contar por uma reportagem de quatro anos atrás na agência de notícias Ria Novosti: “Russo amante de poesia esfaqueia até a morte colega que defendeu a prosa”. Calma, rapazes.

Até Proust, quem diria, um moço de saúde frágil, resolveu se meter em um duelo contra um crítico literário -o que algum escritor contemporâneo brasileiro ainda há de fazer.

A briga foi com o crítico Jean Lorrain, em 1897 -embora fosse ele próprio gay, fez uma alusão, em um texto, à homossexualidade do autor de “Em Busca do Tempo Perdido”. Eles se encontraram em uma floresta fora de Paris, mas erraram os tiros um no outro.

Já houve até quem lucrasse com tentativa de assassinato -no caso, uma briga de amor. O revólver calibre 7 mm com o qual Paul Verlaine tentou matar Arthur Rimbaud, em 1873, foi leiloado há dois anos por mais de R$ 2 milhões.

Verlaine, que já deixara mulher e filhos por causa do relacionamento, tentava se livrar de Rimbaud a qualquer custo. Depois de uma noite em um quarto de hotel, Verlaine sacou a arma e deu dois tiros no autor -um acertou o pulso esquerdo do poeta, outro ricocheteou na parede e foi parar na chaminé.

Há um soco até hoje sem explicação. Em 1976, em um cinema de Barcelona, Vargas Llosa, num acesso de macheza, deu um cruzado na cara de Gabriel García Márquez, quase dez anos mais velho.

Especula-se até hoje sobre os motivos da peleja , mas Gabo morreu sem dizer palavra sobre o assunto. Seriam as diferenças políticas dos dois? Ambos tinham sido fãs de Fidel Castro, mas enquanto o colombiano continuou de esquerda, o peruano foi se tornando um liberal.

Os brasileiros também têm embates. Há a discussão acalorada entre Ferreira Gullar, morto em 2016, e Augusto de Campos, depois que o primeiro disse ter sido o responsável por reavivar o interesse na obra de Oswald de Andrade.

Gullar dizia ter descoberto o modernista para os concretos. Os dois trocaram uma série de insultos na Folha de S.Paulo. “Que crédito pode merecer um sujeito tão desligado que chega a mijar na lata de lixo pensando que é o vaso sanitário?”, Campos escreveu.

“Augusto, que nunca mija fora do penico quis retratar-me como um sujeito ególatra e presunçoso, dono da verdade. Pergunto: alguém assim escreveria uma crônica intitulada ‘Errar é comigo mesmo’, confessando suas trapalhadas? Augusto jamais o faria, uma vez que, modesto como é, não erra nunca. Ele e Deus”, retrucou Gullar.

Como se vê, os escritores nem sempre se comportam como santas criaturas. E pensar que Carlos Drummond de Andrade dizia que a luta vã era a luta com as palavras.

Por Folhapress.

 

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