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Saúde

Saúde: Está tudo bem em sangrar depois do sexo anal?

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Você decidiu tentar fazer sexo anal. Ou talvez seja parte da sua vida sexual regular. Mas então, sem esperar, você vê uma marca de sangue vermelho durante o ato. Tudo bem?

Resumindo: Hum, não. Não, não está tudo bem. “Embora possa acontecer algum sangramento após o sexo anal, isso não é normal”, diz Lauren Streicher, professora clínica de obstetrícia e ginecologia da faculdade de medicina da Northwestern University (EUA) e diretora médica do Center for Sexual Health and Menopause (EUA).

O reto não tem a mesma elasticidade que a vagina, portanto “não é incomum ter pequeno sangramento e dor”, explica Streicher. Contudo, o sexo deveria ser prazeroso, portanto se você está sangrando com frequência, é melhor pensar se realmente vale a pena.

Quando você deveria ficar preocupada?

Bem, quanto sangue tem aí? “Grandes quantidades de sangue ou sangramento persistente acompanhados de dor são preocupantes”, diz Streicher.

Ela explica que é possível que a hemorragia retal não tenha nada a ver com sexo anal. Se você está tento essa relação regularmente e sangramento frequente, não encare isso como algo que simplesmente acontece. O sangramento anal persistente pode ser um sintoma de que algo está realmente errado, como câncer anal. Mas calma, provavelmente esse não é seu diagnóstico, uma vez que essa doença é rara em mulheres jovens. Contudo, mesmo assim faça o check-out, ok?

Preciso fazer alguma coisa para tratar? E como evito isso?

Se aconteceu uma vez só, não precisa fazer nada. “Caso contrário, não faça anal novamente até que o sangramento desapareça e procure um médico”, orienta Streicher.

No futuro, se o sexo anal estiver comumente no menu, use uma boa quantidade de lubrificante. Lembre-se, diz Streicher, de que o ânus não tem lubrificação como a vagina. “Opte por um à base de silicone, não à base de água, e deve ser fácil navegar a partir daqui.” (Por Jessica Migala – Women’s Health EUA)

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Saúde

Ministério da Saúde adia seleção para brasileiros e estrangeiros no Mais Médicos

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A mudança altera o cronograma para brasileiros e estrangeiros formados em outros países; dois meses após o anúncio do fim da participação de Cuba do Mais Médicos, ao menos 1.462 vagas ofertadas ainda não foram preenchidas

Prevista para esta semana, a nova etapa de seleção de profissionais para vagas abertas no programa Mais Médicos foi adiada mais uma vez e deve ocorrer agora nos dias 7 e 8 de fevereiro. A mudança, que altera o cronograma voltado a brasileiros e estrangeiros formados em outros países, foi divulgada nesta segunda-feira (21) pelo Ministério da Saúde.

Em nota, o ministério informa que o novo prazo “não atrapalhará os candidatos” e que a mudança ocorre devido ao feriado de Carnaval.  Essa é a segunda vez em que há alterações nas datas de seleção para esses profissionais. Inicialmente, a previsão era que os médicos brasileiros formados no exterior que se inscreveram no sistema ainda em dezembro escolhessem as vagas entre os dias 26 e 27 do mesmo mês. Caso as vagas não fossem preenchidas, nova etapa seria aberta nos dias 3 e 4 de janeiro para estrangeiros.

Em dezembro, no entanto, a abertura das vagas acabou adiada para o fim de janeiro. Agora, nova mudança alterou a seleção para os dias 7 e 8 de fevereiro, no caso de brasileiros formados em outros países, e 18 e 19 de fevereiro, no caso de estrangeiros.

Balanço do Ministério da Saúde aponta que, cerca de dois meses após o anúncio do fim da participação de Cuba do Mais Médicos, ao menos 1.462 vagas ofertadas ainda não foram preenchidas -o equivalente a 17% do total. A seleção para médicos formados no exterior consiste na terceira tentativa do governo em ocupar esses postos -parte delas alvo de desistências em editais anteriores. Outras duas rodadas de seleção ocorreram entre médicos com registro no Brasil. Segundo o ministério, 10.205 médicos formados em outros países, entre brasileiros e estrangeiros, enviaram documentos para concorrer às vagas. A validação daqueles que tiveram a documentação aceita será divulgada no fim de janeiro.

Além da escolha de vagas, o prazo de início das atividades nos postos de saúde também foi alterado. Antes, estava previsto para ocorrer até o fim de março. Agora, deve ocorrer até 18 de abril. Apesar das críticas do presidente Jair Bolsonaro à falta de revalidação de diploma de médicos estrangeiros no Mais Médicos, a exigência não consta dessa etapa de seleção, que segue edital lançado em novembro de 2018. (Do Nill Jr)

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Saúde

Estimulada pelas redes, obsessão pela magreza começa cada vez mais cedo

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Uma em cada quatro meninas de 11 a 17 anos disse já ter tido contato na internet com formas para ficar muito magras, segundo pesquisa.

Yasmin Martinez não tinha mais do que 10 anos quando foi à internet para buscar dietas radicais. “Já tinha decidido que queria ser magra, achava que seria aceita”, conta a jovem, que sofria bullying na escola por causa do peso. Entre restrições e compulsões, chegou aos 36 quilos quando tinha 15 anos. Viu o cabelo cair e esqueceu como se escrevia algumas palavras. “Parecia uma morta-viva, desmaiava o tempo todo e tinha o lábio roxo de frio enquanto todo mundo morria de calor.”

Hoje, com 17 anos e recuperada da anorexia que quase lhe custou a vida, se lembra do que encontrou nas redes: apoio e inspiração para perder peso sem parar. “Quando estava mal, entrava nos grupos para ver fotos de meninas muito magras.” O conteúdo é diverso. Basta uma busca rápida nas redes para identificar mensagens de incentivo a dietas rígidas e fotos de corpos “perfeitos” que só existem nas telas.

Os efeitos do acesso a conteúdos sobre magreza por meninos e meninas batem à porta de consultórios e preocupam especialistas. “Vemos crianças cada vez mais novas com sintomas de transtorno alimentar ou transtornos propriamente ditos. A partir de 8, 9 anos, eu mesma já vi. Como chegamos ao ponto em que crianças de 8 anos têm obsessão por magreza? De onde veio isso?”, questiona a nutricionista Ana Carolina Costa, do Ambulim, o Programa de Transtornos Alimentares do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP).

O Ambulim oferece tratamento, entre outros distúrbios, para anorexia e bulimia, transtornos alimentares caracterizados pela intensa preocupação com o peso e a percepção distorcida do corpo. Quem tem anorexia come muito pouco ou nada. Já o bulímico tem compulsões seguidas de arrependimento, com indução ao vômito ou uso de laxantes. A anorexia mata em até 15% dos casos.

Embora os distúrbios tenham múltiplas causas, dietas que prometem perda de peso com rapidez e fome, como as divulgadas pelas blogueiras fitness e até por nutricionistas na web, podem ser o gatilho, dizem especialistas. “(Elas) vão ao celular e acessam todos tipo de dieta, sem controle nenhum de nutricionista. Têm esse comportamento de risco por dois, três meses até passarem mal”, diz Evelyn Eisenstein, do Departamento de Adolescência da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Uma em cada quatro meninas de 11 a 17 anos disse já ter tido contato na internet com formas para ficar muito magras, segundo a pesquisa TIC Kids Online, divulgada no fim do ano passado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil. O porcentual cresceu se comparado com o resultado obtido há quatro anos. A pesquisa, que entrevistou 3.102 crianças e adolescentes brasileiros de 9 a 17 anos, também identificou que 93% usam o celular para acessar a internet e 73% estão nas redes sociais.

Referências

No Instagram, fotos de “inspirações magras” – jovens com as costelas à mostra – fazem sucesso, e hashtags associadas à magreza extrema acumulam milhares de publicações todos os dias. Já no Twitter, perfis secretos compartilham dicas de como enganar a família sobre as refeições e narram, em códigos, a saga para perder peso, o que inclui vômitos, o uso de laxantes e remédios emagrecedores – todas essas práticas prejudiciais à saúde.

Grupos ligados à anorexia e bulimia no WhatsApp promovem mutirões de jejuns de longas horas. “Todas unidas com um único propósito, foco no NF (no food), foco na beleza, rumo à magreza extrema. Rumo à perfeição”, dizia a descrição de um deles, com 257 participantes de várias partes do Brasil e até do exterior. “Tenho 12 anos. Já fico preocupada com meu peso há um tempo”, disse uma delas. “No meu caso, (a anorexia) começou bem cedo, tipo com 9, 10 anos”, comentou outra.

Para a psicóloga e psicanalista Patrícia Jacobsohn, que pesquisa a interface dos transtornos com a internet, likes na rede funcionam como recompensas. “Sites pró-anorexia reforçam condutas inadequadas e perigosas, postuladas como estilos de vida, o que retarda o diagnóstico e prejudica o bom prognóstico.” Casos de transtornos alimentares, diz, têm chegado mais graves ao consultório.

Contra a propagação de dietas que prometem resultados rápidos, o Conselho Federal de Nutrição (CFN) proibiu em 2018 fotos de “antes e depois” de pacientes e profissionais. “Os corpos são diferentes e fatores influenciam a estrutura – da genética até onde você mora. Não pode padronizar”, diz a conselheira Vanille Pessoa. “Quando vemos um corpo magro (em fotos), não sabemos o percurso.” O CFN recebe denúncias de propagandas de nutricionistas nas redes.

Já o controle sobre o que é divulgado por pessoas sem formação fica a cargo de usuários e plataformas. Em nota, Twitter e Instagram disseram que o conteúdo que promove distúrbios alimentares viola regras de uso das redes. “Usamos ferramentas e tecnologias, desde o botão de denúncia de conteúdo no próprio aplicativo até inteligência artificial, para ajudar a identificá-los e removê-los”, diz o Instagram. Procurados, Google e WhatsApp não se manifestaram.

Preste Atenção

Sinais

Os pais devem ficar atentos a mudanças bruscas no comportamento, quando a criança fica retraída e há perda radical de peso.

Comida no prato

É importante observar mudanças nas refeições, como cortar a comida em pedaços muito pequenos ou espalhá-la no prato.

Críticas

Comentários críticos sobre o corpo do filho ou dos pais podem aumentar a insatisfação corporal.

Evite dietas

Se há preocupação com o ganho de peso, o ideal é buscar orientação médica e nutricional e evitar impor dietas restritivas.

Vida digital

Acompanhe a vida digital da criança e do adolescente. É importante conhecer quem eles seguem e orientá-los sobre referências que julgar prejudiciais. Com informações do Estadão Conteúdo.

 

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Saúde

Pré-natal masculino

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Ao obter resultado positivo no teste de gravidez em uma unidade de saúde, a mulher é vinculada à rotina do pré-natal no SUS. É esse o momento em que o Ministério da Saúde recomenda que se proponha a realização de exames e testes também pelo homem, se estiver presente, e se não estiver, que seja convocado por meio da parceira. 

Entre em contato e saiba mais sobre os exames que você precisa fazer.

O LabMed Diagnósticos está localizado na Av. Euclides de Carvalho, 06 – Em frente ao Hospital Novo – São José do Belmonte-PE.

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