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Trump diz que México vai pagar por muro na fronteira

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Trump assinou no fim de novembro o novo acordo de livre comércio com o vizinho e com o México, que vai substituir o tratado anterior, o Nafta

presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (13) que com o novo acordo comercial com o México, seu governo terá dinheiro suficiente para construir um muro na fronteira entre os dois países.

Trump assinou no fim de novembro o novo acordo de livre comércio com o vizinho e com o México, que vai substituir o tratado anterior, o Nafta, alvo comum de ataques do presidente.

“Eu sempre disse, ‘de um jeito ou de outro, o México vai pagar pelo muro'”, escreveu os americanos nas redes sociais, lembrando de uma de suas promessas de campanha. “Isso nunca mudou. O nosso novo acordo com o México (e canadá), o USMCA, é tão melhor que o velho, custoso e antiamericano Nafta que apenas com o dinheiro que vamos economizar, o MÉXICO JÁ ESTÁ PAGANDO PELO MURO!”.

Na quarta-feira (12), o presidente mexicano, Andrés Manuel López Obrador, informou que falou por telefone com Trump sobre a questão da imigração, mas que os dois não conversaram sobre o muro.

“Hoje nós conversamos por telefone com o presidente Donald Trump. Em termos respeitosos e simpáticos, falamos sobre a questão da imigração e da possibilidade de um programa conjunto para o desenvolvimento e a criação de emprego na América Central e no nosso país”, relatou.

Nesta quinta (13), a Casa Branca confirmou a conversa e disse que os presidentes falaram sobre “o relacionamento positivo entre os dois países”.

“Eles discutiram a necessidade de lidar com a imigração ilegal proveniente da América Central para os Estados Unidos, abordando os fatores que impulsionam a imigração, como insegurança e estagnação econômica”, disse o comunicado.

Com custo estimado de US$ 5 bilhões (R$ 19,4 bilhões), o muro serviria para combater a imigração ilegal, segundo Trump, mas enfrenta oposição dos democratas. O Congresso americano até o momento só aceitou liberar US$ 1,3 bilhão (R$ 5 bilhões) para a construção, o que irritou o presidente.

Trump chegou a bater boca na terça (11) durante uma reunião na Casa Branca com os líderes democratas no Congresso, o senador Chuck Schumer e a deputada Nancy Pelosi. O encontro tentava resolver o impasse sobre o orçamento do próximo ano, que precisa ser aprovado até o dia 21 de dezembro para impedir uma paralisação do governo.

A paralisação do governo ocorre quando o Congresso não consegue chegar a um acordo sobre o orçamento. Algumas agências federais precisam descontinuar funções não essenciais até a próxima legislação de financiamento ser aprovada e virar lei.

O impasse acontece exatamente porque o presidente não aceita que um orçamento que não inclua a verba necessária para o muro, o que os democratas se negam a fazer. “Se nós não tivermos segurança na fronteira, nós vamos paralisar o governo. Esse país precisa de segurança na fronteira”, afirmou Trump na ocasião.

Por Folhapress.

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Ataque do Talibã mata 126 pessoas em centro militar no Afeganistão

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Depois que o dispositivo foi detonado, dois atiradores entraram no campus e abriram fogo contra soldados afegãos antes de serem mortos a tiros

Mais de 100 pessoas morreram, nesta segunda-feira (21), após a explosão de um carro-bomba em uma base militar no Afeganistão. Entre as vítimas, oito são dos comandos especiais. O veículo – um Humvee blindado de fabricação norte-americana capturado pelas forças afegãs – foi atropelado por um posto de controle no centro de treinamento da Direção Nacional de Segurança (NDS) em Maidan Shahr. As informações são da SkyNews.

Depois que o dispositivo foi detonado, dois atiradores entraram no campus e abriram fogo contra soldados afegãos antes de serem mortos a tiros. “A explosão foi muito forte. O prédio inteiro entrou em colapso”, disse Sharif Hotak, membro do conselho provincial na província de Maidan Wardak.

Ele também alegou que o governo estava “escondendo números precisos de vítimas para evitar uma nova queda no das forças afegãs”.

Dois altos funcionários do Ministério do Interior disseram que números precisos das mortes não estão sendo liberados para evitar a agitação dentro das forças armadas. No entanto, um funcionário do Ministério da Defesa em Cabul disse à Reuters que 126 pessoas foram mortas, incluindo os oito comandos especiais.

O Talibã disse que o número de mortos era muito maior – um porta-voz alegando que 190 pessoas foram mortas. O grupo militante quer que o governo islâmico e a lei islâmica do Afeganistão e as forças estrangeiras saiam.

Horas depois do ataque à base militar, o Talibã encontrou-se com o enviado especial dos EUA, Zalmay Khalilzad, no Qatar. “As conversações entre os líderes do Taleban e as autoridades dos EUA começaram”, disse o porta-voz do Taliban, Zabiullah Mujahid.

Tentativas de acabar com a guerra de 17 anos no Afeganistão foram desfeitas recentemente depois que o Taleban disse que queria manter o governo afegão fora das discussões, algo que os EUA se opõem.

Por Notícias ao Minuto

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Maduro: ‘Bolsonaro é o Hitler dos tempos modernos’

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Maduro criticou a política de privatizações anunciada por Bolsonaro ao longo da campanha eleitoral

A relação já conturbada entre Brasil e Venezuela teve um sinal claro de aumento de tensão após Nicolás Maduro ter chamado, na última segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro de “Hitler dos tempos modernos”. O líder venezuelano criticou ainda as políticas liberais adotadas pelo brasileiro.

E aí temos o Brasil, nas mãos de um fascista. (…) Bolsonaro é o Hitler dos tempos modernos. Não tem coragem e nem decisões próprias, é um fantoche”, disse Maduro em discurso no plenário da Assembleia Nacional Constituinte.

Maduro criticou a política de privatizações anunciada por Bolsonaro ao longo da campanha eleitoral e indicou que o povo brasileiro deverá se insurgir contra a medida. “O povo brasileiro se encarregará dele. Deixemos o tema Bolsonaro ao formoso povo brasileiro, que lutará e se encarregará dele.”

(Por notícias ao minuto)

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Imprensa internacional repercute decreto que facilita posse de armas

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O New York Times escreveu que as leis foram afrouxadas na “capital mundial do assassinato”.

Alguns dos principais jornais do mundo repercutiram o decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) na terça (15) que facilita o acesso a armas.

O New York Times escreveu que as leis foram afrouxadas na “capital mundial do assassinato”. O Financial Times lembrou que 61% dos entrevistados pelo Datafolha em dezembro no país disseram ser contra a liberação da posse de armas de fogo.

Já o britânico The Guardian afirmou, com base em um estudo da ONG Sou da Paz, que o número de registro de novas armas no Brasil aumentou de 3.900 para 33 mil em dez anos. 

Os jornais argentinos La Nación e Clarín foram outros que destacaram a medida.

(Por Folhapress)

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