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Saúde

4 alimentos para deixar suas veias e artérias saudáveis

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4 alimentos para deixar suas veias e artérias saudáveis

Prevenção continua sendo o melhor remédio contra doenças e desordens no organismo e um dos aliados mais importantes está na dieta, com alimentação saudável. “Alguns alimentos têm a capacidade de ajudar e muito o funcionamento do nosso corpo, facilitando a circulação do sangue, por exemplo.

Então é fundamental, para evitar doenças e ter veias e artérias saudáveis, incluí-los na dieta”, afirma a cirurgiã vascular e angiologista Dra. Aline Lamaita, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. “Pessoas com histórico de doenças vasculares na família podem, com ajuda do médico, começar um tratamento preventivo que vise buscar qualidade de vida e diminuir o risco do aparecimento dessas doenças. E, além da prática de exercícios físicos, a boa alimentação fornece os nutrientes necessários para melhora da circulação”, acrescenta. Conheça quatro desses poderosos alimentos, que vão de tempero à fruta:

Alecrim

Usado há séculos para aliviar dores musculares, melhorar a imunidade e a microcirculação, o Alecrim é rico em uma substância chamada ácido carnósico, que tem importante ação contra os radicais livres. “Além disso, o Alecrim possui o ácido rosmarínico, que desintoxica e reduz a inflamação. Assim, esse tempero é um importante aliado para aumentar a circulação nos pequenos vasos em torno dos músculos e órgãos”, afirma.

Beterraba

Fonte de energia, mas também antioxidante, anti-inflamatório e desintoxicante, a beterraba é um legume capaz de aumentar o fluxo de sangue nos músculos, melhorando também a contração muscular. “Uma das substâncias presentes na beterraba é o nitrato, que é metabolizado no organismo e se transforma em óxido nítrico, que relaxa os vasos e aumenta o fluxo sanguíneo. Essa propriedade, segundo estudos, também melhora a circulação nas veias e previne varizes”, afirma a médica. Um estudo australiano avaliou que um único copo de suco de beterraba é capaz de reduzir a pressão arterial em poucas horas – e o nitrato é o responsável por essa ação de relaxar os vasos e fazer o sangue fluir melhor.

Gengibre

Potente anti-inflamatório, o gengibre combate dores musculares, ajuda contra artrite reumatoide e problemas circulares. “Tudo isso por conta do gingerol, um dos principais compostos do gengibre, que tem alto efeito anti-inflamatório”. Além disso, conta a médica, o condimento possui uma enzima que ajuda a dissolver a fibrina, proteína envolvida na coagulação do sangue. “A fibrina atua no processo de formação dos trombos e também está ligada ao endurencimento das veias varicosas”, explica.

Laranja

Apesar de lembrarmos só da Vitamina C, a laranja é muito mais do que isso e é composta também por flavonoides, polifenóis e antocianinas. “Esses componentes têm importante atuação antioxidante e são capazes de reduzir o colesterol. No caso quando comemos a fruta é ainda melhor, pois as fibras presentes no bagaço atuam para evitar o depósito de gordura nas artérias”, conta a médica. Pesquisadores francesas do Instituto Francês de Pesquisa Agronômica afirmam que a hesperidina, um flavonoide da fruta, favorece o revestimento interno dos vasos. “Isso ajuda na circulação. O potássio presente na laranja também gera impacto positivo na circulação ao balancear o excesso de sódio na dieta”, conta. Um copo de suco de laranja por dia já é o suficiente para esses benefícios.

 Por Notícias ao Minuto

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Saúde

Cientistas descobrem forma de detectar HIV ‘escondido’ nas células

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Cientistas norte-americanos descobriram métodos para ‘desmascarar’ o vírus da AIDS escondidos nas células que compõe o corpo humano. Em todo o mundo mais de 38 milhões de pessoas estão infectadas pelo vírus do HIV

Duas pesquisas publicadas no periódico científico Nature, realizadas por investigadores da Universidade da Carolina do Norte (UCN) em Chapel Hill e da Universidade Emory, ambas nos Estados Unidos, e divulgadas pela revista Galileu, descobriram técnicas capazes de reverter a latência de células infectadas pelo vírus do HIV, em níveis tremendamente significativos na corrente sanguínea e em tecidos, com pouca ou nenhuma toxicidade.

Apesar da terapia antirretroviral tradicional ser capaz de atenuar o HIV para índices indetectáveis no sangue, a verdade é que o vírus permanece ‘escondido’ nas células CD4 e linfócitos T. Sendo que o sistema imunológico não o consegue reconhecer, e nenhuma terapia atualmente utilizada é capaz de o detectar.

A grande reviravolta

Os cientistas da Faculdade de Medicina da UCN recorreram a ratos com células imunológicas humanas saudáveis, as ‘preferidas’ do HIV. A inovação científica veio do recurso a um composto chamado AZD5582, que faz com que as células comecem a produzir as proteínas específicas, expondo o vírus.

“Ninguém havia testado até ao momento com sucesso uma molécula de reversão de latência em humanos ou num modelo animal com células humanas”, afirmou J. Victor Garcia, um dos autores do estudo e professor da UCN.

Entretanto a pesquisa realizada na Universidade de Emory, conseguiu igualmente inverter a latência de células infectadas, segundo a revista Galileu. Todavia, utilizando um método alternativo. Os cientistas aplicaram uma combinação de substâncias para bloquear os linfócitos T CD8, diminuindo a ação do vírus e elevando a produção da molécula interleucina, que regula a imunidade do organismo.

Combinados, os trabalhos de ambas as universidades abrem novas portas e possibilidades para a criação de tratamentos que futuramente levem à cura da doença.   (POR NOTÍCIAS AO MINUTO)

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Saúde

Tenho mesmo que dormir oito horas? O tempo ideal de sono em cada idade

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A quantidade de horas que devemos dormir varia de acordo com a idade e organismo de cada um.

Uma boa noite de sono ajuda a recarregar as energias, a restaurar o organismo, melhora a memória, o humor e combate a ansiedade. Mas, será que temos mesmo que dormir oito horas? Segundo um estudo realizado pela entidade norte-americana National Sleep Foundation, e partilhado pela publicação Mega Curioso, a quantidade de horas que devemos dormir varia de acordo com a idade e organismo de cada um.

Eis as horas que deve dormir:

– Recém-nascidos (0 – 3 meses): entre 14 e 17 horas;

– Bebês (4 – 11 meses): entre 12 e 15 horas;

– Crianças (1 – 2 anos) entre 11 e 14 horas;

– Crianças em fase pré-escolar (3 – 5 anos): entre 10 e 13 horas;  

– Crianças em fase escolar (6 – 13 anos): entre 9 e 11 horas;

– Adolescentes (14 – 17 anos): entre 8 a 10 horas; 

– Adultos jovens (18 – 25 anos): entre  7 a 9 horas;

– Adultos (26 – 64 anos): entre 7 a 8 horas;

– Idosos (mais de 65 anos):  7 a 8 horas.

Os pesquisadores alertam que dormir mais ou menos horas conforme a idade não é necessariamente um indicador de que algo está mal, a não ser que a pessoa esteja apresentando sintomas que apontem para algum distúrbio ou doença que esteja a condicionar o período de descanso – e sim, nesses casos recomendam procurar um médico para que possa avaliar a condição do indivíduo. (POR NOTÍCIAS AO MINUTO)

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Saúde

Cobras podem ser origem de infecção de coronavírus

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Cientistas descobriram que, de todos os vírus de animais testados, o que tem maior similaridade com o novo coronavírus foi uma cepa encontrada em duas espécies de cobras

infecção de humanos por um novo tipo de coronavírus pode ter começado em cobras, sugere um estudo de pesquisadores chineses divulgado na quarta-feira, 22, no periódico científico Journal of Medical Virology. Diante da urgência em entender a origem e os modos de transmissão da doença, cientistas de quatro instituições chinesas analisaram o RNA do vírus e compararam os dados obtidos com características de outros coronavírus frequentemente achados em animais comuns no país asiático.

A suspeita de que a transmissão tenha sido iniciada por um animal contaminado é forte, pois os primeiros casos foram em trabalhadores e frequentadores de um mercado de peixes de Wuhan, na China, onde o surto começou. No mercado, são vendidos, além de pescados e frutos do mar, animais silvestres vivos, como coelhos, morcegos, sapos e cobras.

Os cientistas descobriram que, de todos os vírus de animais testados, o que tem maior similaridade com o novo coronavírus foi uma cepa encontrada em duas espécies de cobras muito comuns na China: a Bungarus multicinctus e a Naja atra, conhecida como cobra chinesa. Com isso, dizem os cientistas no artigo, as cobras são a origem mais provável do surto.

Eles descobriram ainda que o novo coronavírus surgiu a partir da combinação de outros dois tipos de vírus da mesma família. Um deles veio de um morcego. O outro é de origem desconhecida. Essa combinação pode ter tornado possível a transmissão para humanos.

Segundo Celso Granato, infectologista especialista em virologia e diretor clínico do Grupo Fleury, a transmissão de vírus entre cobras e humanos é muito rara, mas entre morcegos e humanos é mais comum.

“O estudo mostra que o novo coronavírus tinha uma base de vírus de cobra e um pedaço de vírus de morcego. Só que esse pedaço de morcego é justamente o responsável pela transmissão. Esse vírus pode ter se tornado transmissível para humanos por causa da combinação.” Mas ele diz que, como a doença é recente e a transmissão de doenças entre cobras e humanos é rara, é preciso ter mais estudos para confirmar a hipótese.

“O que não fica claro é como ocorreu essa transmissão. Dificilmente foi por picada de cobra porque isso seria facilmente identificado. Pode ter sido pelo manuseio do animal ou pela ingestão da carne de cobra, não sabemos ainda”, diz Granato.

Segundo os cientistas chineses, a origem em cobras ajudaria a explicar por que a doença tem apresentado baixa letalidade e capacidade limitada de transmissão em humanos. “Cobras são répteis de sangue frio, com temperatura mais baixa do que os humanos. Consequentemente, o 2019-nCoV (novo coronavírus) provavelmente será atenuado após a infecção em humanos”, destacam os autores do artigo.

Eles ressaltam, porém, que o vírus pode sofrer adaptações após infectar humanos, o que pode mudar o cenário de baixa letalidade e transmissibilidade. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.  (POR ESTADAO CONTEUDO)

 

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