Cantora é alvo de investigação após performance de 'Vampirinha' com menor no palco, gerando controvérsia sobre o conteúdo da canção.
Ivete Sangalo é denunciada ao Ministério Público da Bahia por dançar 'Vampirinha' com criança, gerando polêmica sobre o conteúdo da música.
A cantora Ivete Sangalo foi formalmente denunciada ao Ministério Público da Bahia (MP-BA) após uma apresentação em que dançou e cantou a música “Vampirinha” ao lado de uma criança no palco. O incidente rapidamente ganhou destaque nas redes sociais e levantou questionamentos sobre a adequação do conteúdo da canção em performances envolvendo menores de idade.
A assessoria de imprensa da artista informou que ela não se pronunciará sobre o caso.
“Vampirinha”, um lançamento de Ivete Sangalo para o Carnaval, possui trechos com teor sexual explícito, e a coreografia associada à música também remete a essa conotação. Imagens que circularam nas redes sociais mostram a cantora realizando a dança com uma menina, o que intensificou a repercussão negativa.
Não foram divulgadas informações sobre o local exato da apresentação em questão.
O Ministério Público da Bahia, ao tomar conhecimento da situação, confirmou que está apurando os fatos. A instituição ressaltou que quaisquer procedimentos envolvendo os direitos de crianças e adolescentes tramitam sob sigilo, conforme previsto em dispositivos legais, para proteger a identidade e a privacidade dos menores de 18 anos envolvidos.
A Denúncia e o Papel do Ministério Público
Não foram revelados detalhes sobre o autor da denúncia, uma vez que a representação pode ser feita por qualquer cidadão que identifique uma possível violação de direitos. O objetivo inicial desse tipo de comunicação é permitir a coleta de informações e a análise preliminar por parte do MP-BA.
Caso sejam encontrados indícios de irregularidades ou de risco aos direitos da criança, o Ministério Público dará prosseguimento ao caso com as medidas cabíveis.
O episódio reacende o debate sobre a responsabilidade de artistas e produtores de eventos na proteção de crianças e adolescentes, especialmente em performances públicas. A discussão central gira em torno da linha tênue entre a liberdade artística e a necessidade de salvaguardar os direitos e a integridade de menores, evitando a exposição a conteúdos inadequados para sua faixa etária.
O desdobramento da investigação do MP-BA será crucial para determinar as implicações do ocorrido.


