Vídeos de curta duração, comuns em aplicativos e redes sociais, foram analisados em relação ao impacto no desenvolvimento infantil. Segundo as conclusões, o hábito de assistir a esses conteúdos de forma contínua e rápida, como no scrolling do celular, pode prejudicar a cognição e causar alterações comportamentais.
Crianças expostas frequentemente a esse tipo de material podem apresentar sinais de ansiedade social e insegurança. Os pesquisadores destacam que o ritmo acelerado e fragmentado desses vídeos dificulta a concentração e o processamento de informações de maneira saudável.
O estudo também sugere que o consumo dessas mídias influencia diretamente na formação da autoconfiança e autopercepção durante a infância. O uso intenso do celular, mesmo em exposições indiretas, parece reforçar esse efeito prejudicial no comportamento dos pequenos.
Os resultados orientam uma reflexão sobre formas de limitar o acesso e o tempo de exposição a esses conteúdos, especialmente em fase de desenvolvimento.


