O ex-presidente da Coreia do Sul Yoon Suk-yeol, 64 anos, expressou pesar pelo impacto da lei marcial imposta em dezembro de 2024, que resultou em condenação à prisão perpétua. Ao fazer o pedido de desculpas, ele afirmou que a decisão, tomada para 'salvar a nação', não estava livre de falhas que prejudicaram a população.
Yoon, que deixou o cargo em abril do ano passado após governar de 2022 a 2025, contestou a classificação do ato como insurreição, ao declarar que a mobilização de tropas não equivalia a esse crime. Ele também negou a utilidade de recorrer à decisão judicial, alegando que a independência do Judiciário não poderia ser garantida no caso.
A ação judicial foi motivada pela tentativa de conter ameaças provenientes da Coreia do Norte, conforme sua justificativa. Os promotores haviam solicitado pena de morte, mas a Justiça optou por uma sentença mais branda. A ex-primeira-dama Kim Keon Hee, 53 anos, também enfrenta prisão, condenada em janeiro de 2026 a 20 meses por aceitar presentes de luxo em troca de favores políticos.


