Direita pernambucana entra em rota de colisão

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Direita pernambucana entra em rota de colisão.

A direita em Pernambuco vive um momento decisivo e de forte disputa interna. Três nomes se colocam como representantes do campo conservador no estado, cada um com trajetória, estilo e base política distintos.

Direita pernambucana entra em rota de colisão.

A direita em Pernambuco vive um momento decisivo e de forte disputa interna. Três nomes se colocam como representantes do campo conservador no estado, cada um com trajetória, estilo e base política distintos.

Anderson Ferreira (PL)
Ex-deputado federal e ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, Anderson é um nome consolidado da direita pernambucana, com histórico eleitoral e base estruturada. Representa o setor mais tradicional e institucional do conservadorismo no estado.

Gilson Machado (Podemos)
Ex-ministro do Turismo do governo Bolsonaro, Gilson Machado ganhou projeção nacional por sua proximidade pessoal com o ex-presidente. É visto como o principal representante do bolsonarismo raiz em Pernambuco, com forte apelo ideológico.

Eduardo Moura (Novo)
Vereador do Recife, Eduardo Moura vem crescendo politicamente ao se destacar como oposição direta ao governo de João Campos. Com discurso liberal e foco em gestão, representa uma nova geração da direita urbana.

Cenário indefinido
A fragmentação preocupa aliados e eleitores. Sem unidade, a direita corre o risco de perder força eleitoral em um estado historicamente dominado pela esquerda.

Unificação ou racha definitivo?
A resposta deve começar a aparecer nos próximos movimentos políticos — e pode definir os rumos de Pernambuco nos próximos anos.

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