CPMI do INSS solicita prorrogação de 60 dias e pode acionar STF caso não haja resposta

A CPMI do INSS oficiou Davi Alcolumbre para prorrogar seus trabalhos por 60 dias, que terminam em 28 de março. Se não houver resposta, a CPMI pode acionar o STF.
Foto: 1 de 1 hugo-motta-e-davi-alcolumbre-durante-sessao-solene-de-abertura-do-a
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A cúpula da CPMI do INSS protocolou um ofício ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, solicitando a prorrogação dos trabalhos do colegiado por 60 dias. O prazo atual de 180 dias se encerra em 28 de março e a decisão é considerada crucial para a continuidade das investigações.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana, informou que aguardará uma resposta de Alcolumbre por uma semana. Caso não haja manifestação, a CPMI poderá levar a questão ao Supremo Tribunal Federal (STF). A resistência do presidente do Senado às comissões parlamentares de inquérito tem sido um obstáculo para a CPMI.

Recentemente, a CPMI aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, filho do presidente da República, em uma votação polêmica. Líderes do governo planejam apresentar um pedido formal de anulação dessa decisão nas próximas horas.

Viana também declarou que tem tentado se reunir com Alcolumbre há mais de um mês para discutir a prorrogação. Sem essa extensão, a CPMI terá apenas um mês para concluir seus trabalhos e elaborar o relatório final.

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