O cenário epidemiológico da mpox no Brasil em 2026 mostra 90 casos confirmados desde o início do ano, com mais de 180 notificações de suspeitas. São Paulo é o estado com o maior número de ocorrências, somando cerca de 60 confirmações e 70 casos em análise. Em 2025, o país teve 1.079 casos confirmados e duas mortes relacionadas à doença, com a maioria dos infectados sendo homens entre 30 e 39 anos.
A mpox, causada pelo vírus monkeypox, é uma doença zoonótica que pode afetar humanos e alguns animais. As manifestações da doença incluem lesões de pele que evoluem para vesículas, além de sintomas como febre, dor de cabeça e inchaço dos linfonodos. Recentemente, Minas Gerais registrou os primeiros casos do ano, diagnosticando três homens entre 35 e 45 anos.
A transmissão da monkeypox ocorre principalmente por contato próximo, incluindo o contato direto com lesões de pele e secreções. Pessoas que compartilham o mesmo domicílio ou mantêm relações íntimas estão em maior risco. O vírus também pode ser transmitido por objetos contaminados, como roupas de cama e toalhas.
Apesar do aumento nas confirmações, todos os pacientes diagnosticados até o momento evoluíram para a cura. Com a manutenção da circulação do vírus, medidas de cuidado no ambiente doméstico são essenciais para reduzir o risco de transmissão entre familiares e contatos próximos.


