A ofensiva conduzida pelos Estados Unidos em coordenação com Israel contra alvos no Irã e as consequentes retaliações iranianas provocaram uma clara divisão na comunidade internacional. O ataque resultou na morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e mobilizou respostas de governos de todos os continentes.
Segundo o governo brasileiro, que emitiu nota oficial, a ação americana foi condenada por interromper negociações diplomáticas ainda em andamento sobre o programa nuclear iraniano. Além do Brasil, países como China, Rússia, Espanha, Chile, Colômbia, Suíça e Uruguai também se manifestaram contra a ofensiva.
Em contrapartida, Israel, Argentina, Austrália e Canadá declararam apoio direto à decisão de Washington. Já Alemanha, Reino Unido, França, Arábia Saudita, Bahrein, Ucrânia, Catar, Egito, Coreia do Sul, Itália, Peru, Paraguai e Emirados Árabes Unidos criticaram os ataques de retaliação lançados pelo Irã contra países vizinhos.
Países como Japão, Índia, Portugal e Polônia mantiveram postura oficialmente neutra. A maioria das declarações internacionais incluiu alertas consulares, recomendando que cidadãos residentes ou em visita à região se mantenham em contato com embaixadas e adotem medidas de segurança.
Detalhes da ofensiva e suas consequências
Os ataques iniciaram-se nas primeiras horas do sábado em cidades iranianas como Teerã, Tabriz e Isfahan. Segundo o Crescente Vermelho, mais de 200 pessoas morreram, incluindo parentes do aiatolá Khamenei. O presidente americano Donald Trump anunciou a morte do líder iraniano antes mesmo da confirmação oficial da mídia estatal do Irã.
Por Portal de Prefeitura


