Os aeroportos de São Paulo voltaram a operar normalmente após uma interrupção que ocorreu na manhã desta terça-feira (2/6). A paralisação, que afetou pousos e decolagens, foi atribuída a um "problema técnico-operacional externo", conforme informações da Força Aérea Brasileira (FAB).
A FAB, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), divulgou uma nota por volta das 10h30, informando que a suspensão das operações aéreas nos aeródromos da região foi temporária. A nota também destacou que as aeronaves estavam sendo sequenciadas de acordo com os requisitos internacionais de segurança de voo, permitindo a retomada do fluxo operacional previsto.
A concessionária Aena, responsável pelo Aeroporto de Congonhas, confirmou a paralisação, embora não tenha esclarecido o motivo específico. A empresa está em contato com o Departamento de Controle do Espaço Aéreo para averiguar a situação. Além disso, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, também foi impactado pela interrupção.
Um passageiro relatou que comissárias de bordo informaram que a causa do problema estaria relacionada a uma falha na Torre de São Paulo. Contudo, até o momento, não foi apresentado nenhum balanço sobre possíveis atrasos ou cancelamentos de voos.
A situação nos aeroportos de São Paulo foi ainda mais complicada por uma greve geral de trabalhadores em Portugal, que afetou a operação de voos. Os voos AD8750 e AD8751, entre Viracopos e Lisboa, foram cancelados, assim como os previstos para quarta-feira.
A companhia aérea Azul anunciou que realizou ajustes em sua malha aérea para minimizar os impactos e comunicou os clientes com antecedência. Por sua vez, a Latam também precisou cancelar voos com destino a Portugal nesta terça e quarta-feira, orientando os passageiros a verificarem o status de seus voos através do aplicativo ou site da companhia.