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Lula e Trump SE encontram na cúpula do G7 com apoio de Macron

O presidente Lula terá três dias de encontros com Donald Trump na cúpula do G7, em Évian, França. Emmanuel Macron organizou um jantar para...
Foto: Ricardo Stuckert / PR

Évian-les-Bains, França — O presidente Luiz Inácio Lula da Silva terá a oportunidade de se encontrar com Donald Trump durante a cúpula do G7, que reúne as sete maiores economias do mundo. O evento teve início na segunda-feira (15/6) no Hôtel Royal, um resort cinco estrelas localizado no balneário francês de Évian-les-Bains, e se encerrará na quarta-feira (17/6) com um almoço entre os líderes presentes.

A chegada de Lula e sua esposa, Janja, à França ocorreu na segunda-feira, quando o petista desembarcou por volta das 11h30 (horário local), o que corresponde a 6h30 no horário de Brasília. O presidente brasileiro foi o primeiro chefe de Estado a chegar ao evento, enquanto Trump chegou ao Hôtel Royal por volta das 17h (horário local), 12h no horário de Brasília, em um momento em que Lula participava de uma reunião bilateral com Emmanuel Macron.

Para assegurar que Trump permanecesse até o final da cúpula, o presidente francês o convidou para um jantar na quarta-feira, no Palácio de Versalhes, em comemoração aos 250 anos da independência dos Estados Unidos. Macron expressou preocupação de que Trump pudesse deixar o evento antes do previsto, como aconteceu em 2025, durante a cúpula realizada no Canadá, onde o presidente dos EUA saiu antes da participação de Lula.

Embora haja a expectativa de encontros e atividades conjuntas, assessores de Lula destacam que não houve um pedido formal para uma reunião bilateral entre o presidente brasileiro e Trump durante a cúpula do G7. As conversas entre os líderes estão pautadas por um novo embate comercial entre Brasil e Estados Unidos, que reacendeu discussões sobre tarifas e levou o governo e o Congresso a analisarem estratégias de reação à proposta americana de taxar produtos brasileiros.

A participação de Lula no G7 em 2026 marca um novo cenário nas relações bilaterais, com a expectativa de que os encontros entre os líderes possam abrir caminho para um diálogo construtivo e para a resolução de conflitos comerciais que afetam os dois países.

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