O supercomputador da Opta, ferramenta especializada em análises de dados esportivos, demonstrou alta precisão nas suas previsões para a fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. Com base em aproximadamente 10 mil simulações, o modelo acertou 14 das 16 seleções que se classificaram para as oitavas de final.
Entretanto, a ferramenta não acertou as eliminações de duas seleções europeias tradicionais. A Alemanha, que era considerada favorita contra o Paraguai, e a Holanda, que tinha boas chances de eliminar o Marrocos, não conseguiram avançar no torneio, surpreendendo os analistas.
A Opta já havia sido elogiada por suas previsões, como quando apontou o Paris Saint-Germain como grande favorito à Champions League, atribuindo ao clube 56% de chances de conquistar o título, previsão que se confirmou.
No começo da Copa do Mundo, a Espanha era vista como a principal candidata ao troféu, mas, conforme os jogos avançaram, França e Argentina passaram a ser as favoritas. O desempenho em campo e a presença de Lionel Messi, maior artilheiro da história do torneio, contribuíram para essa mudança no cenário.
Outras análises também apresentaram perspectivas variadas sobre o campeonato. A Escola de Matemática Aplicada da Fundação Getulio Vargas (FGV) indicou 15,57% de probabilidade de vitória para a Espanha e apenas 4,68% para a seleção brasileira, comandada por Neymar.
Por sua vez, a projeção denominada "Vidente das Copas" colocou a equipe de Cristiano Ronaldo como a principal favorita ao título, com a Espanha em segundo lugar. Esse estudo ainda prevê que o Brasil não alcançará as semifinais.