A intensificação dos ataques ucranianos tem gerado uma pressão significativa sobre a infraestrutura de combustíveis da RÚSSIA, já impactando o abastecimento interno. A produção e o refino de combustíveis russos diminuíram nos últimos meses, com uma queda de 17% na produção de gasolina, que caiu de 1,03 milhão de barris para 850 mil barris por dia entre 2025 e 2026. Os números atuais já não são suficientes para atender à demanda interna.
A ação ucraniana visa, de maneira sistemática, desestabilizar as instalações energéticas da RÚSSIA, cujos efeitos se traduzem em racionamentos e filas em postos de combustíveis em diversas partes do país. Para enfrentar essa crise, o presidente Vladimir Putin sancionou no mesmo dia as alterações no código tributário, que têm como objetivo apoiar o mercado doméstico de combustíveis. As novas medidas incluem incentivos fiscais voltados para a produção de gasolina de alta octanagem por meio da mistura de combustíveis.