De acordo com as diretrizes do Carter Center, a organização não pode aceitar recursos provenientes do país onde atua como observadora, o que impossibilitou a compensação das perdas financeiras. Historicamente, a entidade é sustentada por financiamentos de governos, fundações, empresas e agências internacionais, como a Usaid (Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional) e o Departamento de Estado dos Estados Unidos, além de países europeus.
Além do Carter Center, a Ifes (Fundação Internacional para Sistemas Eleitorais), que também participou das eleições de 2022, não estará presente nas eleições de 2026. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, destaca a importância da ampliação da observação internacional como forma de fortalecer a credibilidade do processo eleitoral. Este tema tornou-se ainda mais relevante após o The Washington Post ter revelado que membros do governo Trump tinham planos de questionar a segurança das urnas eletrônicas No Brasil. O Itamaraty negou a concessão de vistos para essa missão.