Um grupo investigado por planejar atentados terroristas no centro de Brasília durante o período das eleições de 2026 mantinha mapas e plantas de importantes prédios públicos da capital federal. Entre os locais estudados estavam ministérios, o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo informações exibidas pelo programa ‘Fantástico’, da TV Globo, no domingo, 9 de agosto, os integrantes não demonstravam alinhamento com partidos ou candidatos específicos.
O monitoramento realizado pelo Ministério da Justiça apontou que o grupo era considerado apartidário e não apresentava uma ideologia política tradicional. Conforme relatado na reportagem, os integrantes “não tinham lado”, “não tinham ideologia” e “queriam a revolução”.
As comunicações eram realizadas principalmente por meio de dois grupos no aplicativo Telegram. Em conversas monitoradas pelas autoridades, os suspeitos discutiam diferentes possibilidades de ataques, incluindo a intenção de “explodir o edifício do debate onde os eleitos do 2º turno irão debater”.
Suspeitos planejavam fabricar explosivos
As investigações indicam que os integrantes também estudavam formas de produzir explosivos, coquetéis Molotov e outros artefatos que poderiam ser empregados nas ações planejadas. Além disso, eram compartilhados materiais relacionados à fabricação desses dispositivos e estratégias para a execução dos ataques.
Por Portal de Prefeitura