Apesar de ter conseguido registro na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) posteriormente, a vida de Lourenço permaneceu marcada por passagens pela polícia. Além dos crimes sexuais, ele também enfrentou inquéritos por furto (2009), falsidade ideológica (2017) e estelionato (2020).
Uma das condenações por estupro ocorreu em 2020, no Guará, onde a investigação da 4ª DP utilizou imagens de câmeras de segurança e rastreamento de compras em farmácias para identificá-lo de maneira inequívoca. Mais recentemente, em 2025, Lourenço foi envolvido em uma ocorrência relacionada à Lei Maria da Penha, na 32ª DP (Samambaia Sul), por perseguição, violência psicológica e cárcere privado contra uma mulher.