O advogado Kelmo Martins Bandeira retornou ao Supremo Tribunal Federal (STF) para reforçar seu pedido de investigação sobre um suposto esquema internacional de clonagem de DNA, atribuído à organização denominada '666'. Na manhã da última quarta-feira, 10 de outubro de 2023, ele afirmou que a Polícia Federal (PF) estaria infiltrada por 'clones', o que, segundo ele, comprometeria a capacidade da corporação de conduzir a apuração dos fatos.
Bandeira, que já havia mencionado figuras como o papa Leão XIV, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ator Leonardo DiCaprio como integrantes da referida organização, argumenta que, devido à suposta infiltração, a investigação deveria ser transferida para a Procuradoria-Geral da República (PGR). "A ação de robôs nesse tipo de crime acarreta um sofrimento maior que a capacidade humana de suportá-los. Demanda urgência e celeridade", defendeu o advogado em seu documento.
O advogado também destacou que a PF teria sido comunicada sobre o assunto ainda em 2023, mas não teria tomado nenhuma medida investigativa. Para ele, essa inércia reforça a teoria de que a corporação estaria, de fato, infiltrada por membros da organização. No entanto, o documento apresentado não traz evidências ou elementos científicos que corroborem as alegações de Bandeira sobre a existência do esquema.
O processo foi encaminhado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin, mas até o momento não houve deliberação sobre as alegações de clonagem de DNA, manipulação genética e controle mental. A narrativa contida na petição menciona ainda a Igreja Católica e Hunter Biden, filho do ex-presidente dos Estados Unidos Joe Biden, além de familiares de Leonardo DiCaprio.
Bandeira alega que essa organização estaria envolvida em atividades como cativeiro, clonagem e substituição de identidade. O advogado também fez alegações sobre figuras públicas, incluindo a suposta sobrevivência da cantora Marília Mendonça, que teria sido substituída por um clone após o acidente aéreo em 2021. Ele ainda menciona que Joesley Batista teria sido visto em Barreirinhas (MA) em uma condição que levanta questões sobre sua identidade.
A coluna não conseguiu contatar o advogado para obter mais esclarecimentos sobre suas alegações. O motivo pelo qual ele decidiu acionar o STF, que é uma Corte Constitucional, também não foi esclarecido.