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Saúde

Alimentos que causam e que previnem a enxaqueca

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A alimentação para enxaqueca deve ser rica em alimentos como peixes como sardinha e atum, e pobre em alimentos estimulantes, como café e chá verde, sendo também importante não ficar sem comer por longos períodos, especialmente em situações de tensão e estresse.

O cuidado com a dieta deve ser feito sempre, pois os alimentos ajudam principalmente a prevenir novas crises. Além disso, é importante procurar um médico neurologista para receber orientações e avaliar a necessidade de usar algum medicamento.

Alimentos que melhoram a enxaqueca

Os alimentos que melhoram a enxaqueca são aqueles com propriedades calmantes e ação anti-inflamatória e antioxidante, pois atuam no cérebro liberando substâncias que diminuem a inflamação e promovem o bem-estar, como:

  1. Peixes gordos, como salmão, atum, sardinha ou cavala, pois são ricos em ômega 3;
  2. Leite, banana e queijo, pois são ricos em triptofano, que aumenta a produção de serotonina, hormônio que dá uma sensação de bem-estar;
  3. Oleaginosas como castanhas, amêndoas e amendoim, pois são ricas em selênio, mineral que diminui o estresse;
  4. Sementes, como chia e linhaça, pois são ricas em ômega-3;
  5. Chá de gengibre, pois tem propriedades analgésicas e anti-inflamatórias que ajudam a aliviar a dor;
  6. Suco de couve com água de coco, porque é rico em antioxidantes que combatem inflamações;
  7. Chá de flores de lavanda, maracujá ou erva-cidreira, são calmantes e ajudam a promover o bem-estar.

O consumo de alimentos ricos em vitaminas do complexo B, como feijão, lentilha e grão de bico, também ajuda a prevenir a enxaqueca porque essa vitamina ajuda a proteger o sistema nervoso central. Veja outros Alimentos ricos em antioxidantes.

Alimentos que causam enxaqueca

Os alimentos que causam enxaqueca geralmente são aqueles que estimulam o sistema nervoso central, além de alimentos industrializados ricos em aditivos artificiais. Veja alguns exemplos:

  • Bebidas alcoólicas;
  • Pimenta, ajinomoto e temperos prontos, como cubos de carne;
  • Café, guaraná, bebidas energéticas, chocolate e refrigerante, por conterem cafeína;
  • Chá verde, chá mate e chá preto, por conterem cafeína;
  • Laranja, abacaxi, kiwi e frutas cítricas, por serem ricos em vitamina C, nutriente que pode desencadear uma crise;
  • Carnes processadas, como presunto, salame, linguiça e salsicha, por conterem muito aditivos;
  • Sopas prontas e macarrão instantâneo, devido ao excesso de aditivos.

Apesar destes serem alguns dos principais alimentos que causam dor de cabeça mais frequentemente, existe sempre uma variedade individual e por isso cada paciente com enxaqueca deve anotar o que come, fazendo um diário alimentar para poder verificar que alimentos costumam provocar suas dores de cabeça. 

 

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Saúde

Atividade física protege saúde de crianças com baixo peso

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A pesquisa foi feita com 35 crianças entre 6 e 11 anos de idade, divididas em dois grupos: nascidas com peso menor do que 2,5kg e maior ou igual a 3kg

É o que mostra estudo publicado no periódico Nutrition, Metabolism & Cardiovascular Diseases. O trabalho foi coordenado por Maria do Carmo Pinho Franco, em uma linha de pesquisa apoiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

O trabalho foi feito com 35 crianças entre 6 e 11 anos de idade, divididas em dois grupos: nascidas com peso menor do que 2,5kg e maior ou igual a 3kg. Elas foram submetidas a um programa de treinamento de 10 semanas, que incluía sessões de 45 minutos de atividades físicas lúdicas com intensidade de moderada a vigorosa. Os parâmetros antropométricos do grupo (peso, estatura, percentual de gordura e circunferências corporais) e amostras de sangue foram coletados antes e depois do período de treinos.

Ao fim da intervenção, notou-se melhora significativa na circunferência da cintura e na aptidão cardiorrespiratória de todas as crianças. Naquelas que nasceram com baixo peso foi possível perceber ainda melhora na pressão arterial, assim como nos níveis circulantes e na funcionalidade das células progenitoras endoteliais.

“As células progenitoras endoteliais são produzidas pela medula óssea e estão envolvidas em diversos processos vasculares, incluindo a formação de novos vasos sanguíneos e o reparo dos já existentes”, explicou a pesquisadora.

No final da década de 1980, surgiram as primeiras suspeitas de que crianças nascidas a termo, mas com peso inferior a 2,5kg, tinham maior propensão a doenças cardiovasculares. Esses achados deram origem à Hipótese de Programação Fetal, postulada pelo epidemiologista britânico David Barker (1938-2013). O pesquisador observou, no Reino Unido, que nos grupos populacionais mais carentes, as taxas de doença cardiovascular eram duas vezes mais altas que nas regiões mais ricas.

Sabe-se hoje que a programação fetal pode ocorrer em resposta a diferentes condições adversas durante a gestação, como deficiências nutricionais, insuficiência placentária e estresse. Esse fenômeno pode ser interpretado como uma tentativa do feto de se adaptar ao ambiente de nutrição restrita, garantindo sua sobrevivência às custas de modificações permanentes em suas estruturas e órgãos vitais, que persistem durante por toda a vida.

Franco tem se dedicado, desde seu mestrado, ao estudo das repercussões tardias do baixo peso ao nascer. A linha de investigação começou com modelos animais e, nos últimos anos, migrou para estudos em população de crianças com foco nas alterações tardias no endotélio vascular – a camada que reveste a parede dos vasos sanguíneos.

“Nas crianças pré-adolescentes, já é possível notar alterações na diminuição da vasodilatação de determinadas artérias e alterações na pressão arterial, principalmente um aumento na sistólica [ou pressão máxima, que marca a contração do músculo cardíaco quando ele bombeia sangue]”, disse Franco. “São detalhes, mas que elevam o risco cardiovascular no futuro, caso não seja feita alguma intervenção.”

( POR NOTÍCIAS AO MINUTO)

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Saúde

Pausa Para Saúde: O impacto social da gravidez na juventude

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Vamos falar sobre a primeira semana do mês de fevereiro, que é dedicada a um alerta muito importante, principalmente aos jovens: é a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência. Mas esse não é um debate apenas para os jovens, pois se olharmos de perto os números do Brasil em relação a esse tema, veremos que, por aqui, aproximadamente 930 adolescentes e jovens dão à luz todos os dias. Isso mesmo que você ouviu: todos os dias!

Esse número totaliza mais de 434 mil mães adolescentes por ano. Esse número já foi maior, mas agora está em queda. Mesmo assim, o Brasil registra uma das maiores taxas se comparado aos países da América Latina e Caribe. Então aproveitando essa data, o Ministério da Saúde e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançaram uma campanha para prevenir a gravidez precoce. A campanha tem o slogan “Tudo tem seu tempo: Adolescência primeiro, gravidez depois”.   (Por Blog Saúde) 

 

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Saúde

Homem aguarda mais de 35h em hospital público do DF para retirar faca das costas

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Paciente deu entrada em Taguatinga na madrugada de domingo (16). Por falta de médico, na tarde desta terça (17) ele foi transferido para Hospital do Paranoá.

Um homem de 28 anos ficou mais de 35 horas no Hospital Regional de Taguatinga, no Distrito Federal, para retirar uma faca cravada nas costas. Segundo a família, ele chegou à unidade de saúde na madrugada de domingo (16), mas não havia médico para realizar a cirurgia.

Durante a tarde de segunda (17), o paciente foi transferido para o Hospital da Região Leste (HRL), antigo Hospital do Paranoá, onde deverá ser operado. Embora o HRT seja um dos maiores do DF, não havia neurocirurgião na unidade de saúde

Lâmina de 4 cm nas costas e hospital sem neurocirurgião

A espera de mais de 35 horas por atendimento na rede pública ocorreu após o homem ser vítima de um esfaqueamento, durante uma briga em um bar, no Recanto das Emas. Os familiares preferiram não se identificar por medo de ameaças.

Um vídeo gravado por uma acompanhante mostra que o homem aguardava o atendimento apenas com um curativo. A mulher contou que foi informada de que a faca está muito perto da coluna e, por isso, ela só pode ser retirada por um neurocirurgião – especialidade que não consta entre os profissionais do HRT.

“Ele está de bruços desde a hora que chegou no hospital. Ele não pode se mexer, ele não pode se alimentar direito.”

Segundo a família, o cabo da faca quebrou, mas o exame de imagem mostra a lâmina de 4 centímetros dentro do corpo do rapaz. “Deram todo medicamento pra que ele não sentisse dor e passaram a antitetânica. Mas, por enquanto, ele só tá no medicamento”, disse a acompanhante. 

O que diz a Secretaria de Saúde

À reportagem, a Secretaria de Saúde informou que o DF conta com 28 neurocirurgiões e que o “Hospital da Região Leste é referência” nesta especialidade. Questionados sobre por que o HRT não possui um especialista em neurocirurgia, a Secretaria de Saúde não respondeu.

A pasta informou apenas que “as equipes dos dois hospitais [HRT e HRL] estão em planejamento cirúrgico”.

Veja a nota na íntegra:

As equipes dos dois hospitais estão em planejamento cirúrgico, pois é preciso haver uma logística para remoção e utilização de centro cirúrgico. Tanto no HRT quanto o HRL trabalham com grande demanda de traumas que chegam a todo momento.

Os hospitais trabalham em rede, um dando apoio ao outro e, quando um paciente necessita de procedimento específico não oferecido em uma unidade, ele é removido para outra em que o atendimento é ofertado. (Por Luísa Doyle, TV Globo)

 

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