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Saúde

Anvisa aprova três novos testes de covid-19

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Um dos ensaios é de um novo teste rápido que faz a detecção de anticorpos

Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (23), três novos testes para detectar o c19. Com isso são 11 os testes aprovados pela agência para detectar o novo coronavírus.

Entre os novos produtos aprovados, dois são ensaios moleculares, do tipo PCR, com alto grau de precisão. O terceiro é um novo teste rápido que faz a detecção de anticorpos, utilizando uma pequena amostra de sangue para a detecção.

Dos 11 testes aprovados até o momento no Brasil, nove são do tipo rápido, que obtém resultados em cerca de 15 minutos, e dois são do tipo molecular. (Com informações da Agência Brasil)

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Saúde

Pernambuco tem mais 12 mortes de pacientes com coronavírus e chega a 401 casos confirmados de Covid-19

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Há, ao todo, 46 óbitos no estado. Houve 49 novas confirmações nas últimas 24 horas, de acordo com boletim desta quarta (8).

Pernambuco confirmou laboratorialmente, até o final da manhã desta quarta-feira (8), mais 12 casos de pacientes que morreram com coronavírus. Até o momento, o estado tem 46 óbitos causados pela Covid-19, doença causada pelo novo vírus. Além disso, houve 49 novos casos confirmados, totalizando 401 ocorrências.

Os números foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES). De acordo com o governo estadual, entre as 12 novas mortes, cinco são de homens e sete de mulheres. Os pacientes tinham idades entre 38 e 92 anos e ainda não há informações sobre doenças pré-existentes.

Dos 401 casos confirmados da Covid-19 em Pernambuco, 189 pacientes estão em isolamento domiciliar e outros 134 estão internados, sendo 24 em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) e 110 em leitos de enfermaria. Outros 32 pacientes estão recuperados.

As confirmações do novo coronavírus no estado estão distribuídas em 27 municípios, dois a mais do que registrado no boletim da terça-feira (7), e em Fernando de Noronha. Também há registros de pacientes que passaram por Pernambuco, mas vieram de outros estados e outros países.

Por G1

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Saúde

Fome de leão! Seis alimentos que acabam com a vontade de comer doces

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Há formas eficazes de enganar a vontade incontrolável de comer doces

Quantas vezes já sentiu uma vontade súbita e incontrolável ao longo do dia de comer algo cheio de açúcar? É muito comum sentir desejo por alimentos doces e até mesmo as pessoas que seguem uma alimentação saudável, natural e equilibrada de vez em quando sentem vontade de comer algo com mais açúcar.

Quando a vontade de comer doces é constante, a solução passa por apostar em determinados alimentos, que não só fazem esquecer a vontade de ingerir açúcar como promovem uma maior sensação de saciedade e energia.

Veja seis alimentos que, segundo o site Eat This, Not That!, ajudam a controlar a gula por açúcar ou a prevenir que o desejo apareça.

1. Banana e manteiga de amendoim

Combinar fruta com proteína (morango e iogurte também dá, assim como amêndoas com queijo cottage e tangerinas) ajuda a aumentar os níveis de saciedade e estimula o cérebro a esquecer a gula.

2. Frango

As proteínas magras promovem uma maior saciedade e ajudam a equilibrar os níveis de açúcar no sangue, evitando picos de insulina.

3. Tâmaras

Nos momentos de gula mais intensos, as tâmaras são a melhor opção, não só por serem doces, mas por terem uma textura cremosa. Podem ser consumidas no seu estado natural, ou juntamente com maçã, sementes de cânhamo ou na vitamina. 

4. Torrada com abacate

Um copo de água e uma torrada de pão de cereais com abacate promete manter o estômago entretido por bastante tempo.

5. Ovos mexidos

Este é o melhor ingrediente para um café da manhã capaz de controlar a vontade de comer doces.

6. Canela

Esta especiaria é termogênica, doce e dá energia, sendo uma ótima alternativa para matar a vontade de ingerir açúcar!

Por Notícias ao Minuto

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Saúde

Mandetta: médico que indicar cloroquina deve se responsabilizar

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A pasta orientou que o medicamento só deve ser utilizado em pacientes diagnosticados com covid-19 em estágio grave ou crítico

ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que os médicos que aplicarem a cloroquina ou hidroxicloroquina para tratamento de casos leves e moderados do novo coronavírus devem se responsabilizar pela decisão e conscientizar os pacientes sobre os riscos, já que ainda não há comprovação da eficácia do medicamento nessas situações. A pasta mantém recomendações de utilização apenas para pacientes diagnosticados com covid-19 em estágio grave ou crítico, mas diz que os médicos estão liberados para decidir caso a caso.

No momento, o que a gente (Ministério da Saúde) faz é disponibilizar (cloroquina) para aqueles pacientes de gravidade média e avançada. E a prescrição médica no Brasil, a caneta e o CRM (inscrição do Conselho Regional de Medicina) do médico, está na mão dele. Se ele quiser comunicar o paciente ele: ‘olha, não tenho nenhuma evidência, acho que poderia usar esse medicamento, com tal risco, tal risco, podemos ter isso e isso. E se ele se responsabilizar individualmente, não tem óbice nenhum, ninguém vai reter receita de ninguém”, disse o ministro durante coletiva de imprensa no Palácio do Planalto.

Mandetta destacou que os médicos devem avaliar as situações individualmente, sem que haja uma determinação da pasta que libere o uso para todos irrestritamente. Segundo ele, esta proposta foi sugerida ontem no Palácio do Planalto, mas ele recusou.

“Para o ministério da saúde assinar que recomenda que se tome essa medida (uso da cloroquina para todos os casos), nós precisamos de mais tempo para saber se isso pode se configurar em uma coisa boa ou se pode ter efeito colateral. Não é questão de gostar mais de A ou de B, é simplesmente analisar com um pouco mais de luz e deixar que eles que estão analisando na ciência”, defendeu. “Nós temos o medicamento, mas precisamos de um pouco mais de evidência científica”, reforçou.

O ministro avalia que é mais seguro inicialmente administrar o medicamento em internações consideradas críticas porque é possível acompanhar a reação do paciente no hospital. Depois, é possível passar para os casos graves. Ele também sugeriu que o médico que indicar a cloroquina faça um termo de consentimento que poderia ser assinado pela família do paciente.

Mandetta relembrou que o ministério distribui a cloroquina e outros medicamentos para todo o País. Ele citou, ainda, que o uso do fármaco é liberado nos casos com gravidade moderada, gravidade avançada e em situações críticas. “Já liberamos cloroquina e hidroxicloroquina tanto para os pacientes críticos, aqueles que ficam em CTIs, quanto para qualquer paciente em hospital, o moderado. O medicamento já é entregue, já tem protocolo. Nós estamos analisando para casos anteriores aos leves, que é onde pode haver algum tipo de senão.”

O ministro alertou que o medicamento não é inócuo, ou seja, não há garantia de que não vai causar problemas ao paciente. “Se o médico quer prescrever esse medicamento no primeiro dia da doença, ele deve alertar o doente dos riscos que existem, da impressão que ele tem da pouca literatura que existe sobre o assunto, mas que ele, na sua crença médica… Ele faça até um termo de consentimento se achar que deve, porque isso existe na prática médica, não é uma novidade para nenhum médico.”

Sobre o uso da cloroquina de forma preventiva, Mandetta questionou a proposta, alegando que muitos casos confirmados são assintomáticos e não evoluem para casos graves.  (POR ESTADAO CONTEUDO)

 

 

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