Aspirina, Hematomas e Saúde “Perfeita”: Manchas em Trump Chamam Atenção

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Marcas nas mãos do ex-presidente dos EUA reacendem debates sobre seu estado de saúde, que ele insiste ser "perfeito", atribuindo-as ao uso de aspirina.

Manchas nas mãos de Donald Trump, visíveis em Davos, geram debate sobre sua saúde. Ele atribui os hematomas ao uso de aspirina.

Há cerca de um ano, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem sido frequentemente fotografado com hematomas, principalmente nas mãos. A situação, que ele já tentou disfarçar com maquiagem, levantou questões sobre sua saúde, que o próprio insiste estar “perfeita”.

As marcas voltaram a chamar atenção esta semana, durante suas intervenções no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, reacendendo o debate público e a curiosidade sobre seu bem-estar físico.

Questionado sobre as marcas em diversas ocasiões, incluindo uma recente entrevista ao Wall Street Journal (WSJ), Trump reiterou que sua saúde é impecável. Ele atribuiu os hematomas à ingestão de aspirina em doses que, segundo ele, são maiores do que as recomendadas pelos médicos. “Dizem que a aspirina é boa para tornar o sangue mais fino. Não quero sangue espesso circulando no meu coração. Quero sangue fino a passar pelo meu coração. Faz sentido?”, argumentou Trump ao WSJ, referindo-se ao efeito anticoagulante plaquetário da substância.

O Alerta Médico sobre a Aspirina

Embora a aspirina seja conhecida por seu efeito de afinamento do sangue e possa ser indicada para proteger e reduzir o risco de eventos cardíacos, profissionais de saúde geralmente recomendam doses baixas e específicas para pessoas com doença cardiovascular. A automedicação, especialmente em doses elevadas, pode acarretar sérios riscos.

A toma de aspirina sem acompanhamento médico pode causar efeitos colaterais graves, como sangramentos internos, e não é geralmente aconselhada para indivíduos saudáveis que buscam prevenir infartos ou outros eventos cardiovasculares. A consulta com um médico é fundamental antes de iniciar qualquer regime de medicação.

Na mesma entrevista, Trump também negou outras preocupações com sua saúde, como a perda de audição ou o fato de ter sido flagrado dormindo em eventos oficiais da Casa Branca, mesmo após fotografias circularem mostrando-o com os olhos fechados. Curiosamente, esses sinais de envelhecimento e saúde foram muitas vezes apontados por Trump em suas críticas ao então presidente Joe Biden, criando um contraste com a situação atual em que ele próprio enfrenta escrutínio semelhante.

A persistência dos hematomas e as explicações de Trump continuam a alimentar discussões sobre a transparência da saúde de figuras públicas e os riscos da automedicação. A atenção midiática e as especulações médicas sublinham a importância de um diálogo aberto e responsável sobre saúde, especialmente quando se trata de líderes globais.

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