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Atentado suicida deixa pelo menos 16 mortos na Somália

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Os ataques ocorreram em locais separados

Um duplo atentado a bomba deixou pelo menos 16 mortos e 20 feridos em Baidoa, na Somália, neste sábado (13). O ataque ocorreu em um restaurante e uma cafeteria, segundo informou a imprensa local.

Os ataques ocorreram em locais separados. O primeiro foi em um restaurante de Baidoa, onde um homem detonou um colete explosivo que estava vestindo e matou sete  pessoas segundo informou a rádio local ‘SBC’.

Logo depois, minutos mais tarde conforme informou a Agência EFE, um outro homem também utilizando um colete de explosivos explodiu a cafeteria Beder, deixando nove mortos e um grande número de feridos.

O grupo jihadista Al Shabab, que aderiu formalmente à rede terrorista Al Qaeda em 2012, reivindicou a autoria dos ataques.

Por Notícias ao Minuto

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Índios fazem ajuda humanitária entrar na Venezuela

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Envio de alimentos e remédios virou centro da crise no país

As ajudas humanitárias internacionais pedidas pelo autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, mas rechaçadas pelo mandatário em exercício, Nicolás Maduro, estão no centro da crise no país.

Guaidó fixou em 23 de fevereiro a data da operação de coleta de alimentos e medicamentos nas fronteiras venezuelanas, e o governo chavista reforçou os bloqueios, alegando que o objetivo das ajudas é abrir caminho a uma intervenção militar.

No entanto, indígenas da Amazônia encontraram um modo para furar os bloqueios de Maduro e conseguiram fazer itens de primeira necessidade entrarem pelos rios Negro (Guainía na Colômbia), Orinoco e Atabapo.

“Deixem os alimentos e remédios na fronteira, que nós os faremos chegar a nossos irmãos indígenas que mais precisam”, disse no Twitter Liborio Guarulla, ex-governador do estado venezuelano de Amazonas e membro da etnia baniwa. “Não morreremos por causa de um governo que nos nega comida, medicamentos e combustível”, acrescentou.

Na ponte Las Tienditas, fronteira com a Colômbia, o governo Maduro instalou novos postos de bloqueio para impedir a passagem de ajudas. O presidente em exercício nega a existência de uma crise humanitária em seu país e acusa Donald Trump de querer transformar a Venezuela em uma “nação de mendigos”.

“Por que ele não ajuda os 40 milhões de pobres dos Estados Unidos?”, questionou. Em Washington, os participantes de uma reunião da Organização dos Estados Americanos (OEA) convocada por Guaidó prometeram contribuir com US$ 100 milhões em alimentos e remédios.

O encontro reuniu 60 delegações de todo o mundo, entre governos, órgãos multilaterais e entidades privadas, e representantes de EUA, Brasil, Colômbia, Panamá, Alemanha, Holanda, Reino Unido, Canadá, Argentina e Taiwan.

Outra frente foi aberta nas Nações Unidas (ONU), onde o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, anunciou a criação de um grupo de países que se mobilizarão para “defender a soberania, o direito internacional e os direitos humanos”. A lista de aliados inclui Rússia, Síria, China, Cuba, Bolívia, Irã, Nicarágua, Coreia do Norte e Palestina.

Sobre 23 de fevereiro, Arreaza prometeu “defender cada milímetro de território, no caso de operações não compartilhadas” pelo governo Maduro.

(Por ANSA)

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Para não ser identificado, ganhador de loteria recebe prêmio mascarado

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Identificado apenas como A. Campbell, vencedor demorou 54 dias para retirar o cheque

Para evitar assaltos ou sequestros, um homem vencedor de uma loteria na Jamaica resolveu receber o prêmio usando uma máscara do personagem do filme “Pânico”. Ele ganhou 158 milhões de dólares jamaicanos (R$ 4,3 milhões).

Identificado apenas como A. Campbell, o ganhador demorou 54 dias para retirar o cheque, segundo divulgou a empresa Supreme Ventures, que opera a loteria no país.

Ao site Jamaica Star, Campbell disse que ficou doente após vencer a loteria, em novembro, e só conseguiu receber o prêmio em 5 de fevereiro, quando afirmou que já se sentia melhor. 

O vencedor contou, ainda, que pretende comprar uma nova casa para morar. “Eu tenho um pequeno negócio e planejo fazê-lo maior, comprar um apartamento. Eu amo ter dinheiro “, disse.

Outros ganhadores da loteria na Jamaica passaram a buscar o prêmio usando máscaras para evitar que sejam identificados e assaltados. No ano passado, uma mulher usou uma máscara de emoj sorrindo e piscando.

(Por Folhapress)

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Justiça dos EUA discutiu remover Trump após demissão no FBI

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Em março de 2018, na véspera de sua aposentadoria, McCabe foi demitido pelo ex-secretário de Justiça Jeff Sessions

Autoridades do alto escalão do Departamento de Justiça americano discutiram se deveriam convencer membros do gabinete a invocar a 25ª emenda constitucional e remover o presidente Donald Trump do cargo, preocupadas com a decisão do republicano de demitir o ex-diretor do FBI James Comey.

A declaração faz parte de um trecho de entrevista dada por Andrew McCabe, ex-vice-diretor da polícia federal americana, ao programa “60 Minutes”, da emissora CBS, que vai ao ar neste domingo (17). Trechos da conversa foram divulgados na quinta (14).

Na entrevista, McCabe diz que, preocupado com as ações do presidente, ordenou à equipe do FBI que investiga a interferência russa nas eleições de 2016 que expandisse seu escopo para verificar se Trump teria obstruído a Justiça ao demitir Comey. A intenção era verificar se o presidente estaria trabalhando em benefício da Rússia contra os interesses americanos.

O ex-vice-diretor do FBI, que lança na próxima semana o livro “The Threat: How the F.B.I. Protects America in the Age of Terror and Trump” (“A ameaça: como o FBI protege a América na era do terror e Trump”, em tradução livre), afirmou que conversou com o presidente após a demissão de Comey. No dia seguinte, reuniu-se com o time que estava investigando a interferência russa nas eleições.

“Eu fiquei preocupado em colocar o caso da Rússia em um terreno absolutamente sólido”, afirmou. “Que se eu fosse removido rapidamente, deslocado ou demitido, o caso não seria encerrado ou desapareceria na noite sem nenhum rastro.”

Em março de 2018, na véspera de sua aposentadoria, McCabe foi demitido pelo ex-secretário de Justiça Jeff Sessions, que alegou falta de sinceridade.

No trecho divulgado, o jornalista Scott Pelley afirma que o ex-vice-diretor do FBI confirmou que o subsecretário de Justiça Rod Rosenstein sugeriu usar uma escuta em reuniões com Trump e que autoridades do Departamento de Justiça discutiram recrutar membros do gabinete para invocar a 25ª emenda para remover Trump.

“Houve encontros no Departamento de Justiça nos quais foi discutido se o vice-presidente e uma maioria do gabinete poderiam ser convencidos a remover o presidente dos Estados Unidos sob a 25ª emenda”, afirmou Pelley. “Esses foram os oito dias após a demissão de Comey até o ponto em que Robert Mueller foi nomeado procurador especial. E as autoridades de mais alto nível da supervisão da lei americana estavam tentando descobrir o que fazer com o presidente.”

Ex-oficiais de justiça disseram que as declarações foram feitas durante encontros em 16 de maio de 2017. McCabe e seus ex-colegas guardaram memorandos sobre suas trocas com Trump e autoridades do Departamento de Justiça.

Um dos memorandos, escrito por McCabe, indica que o ex-agente do FBI escreveu que a capacidade do presidente esteve sob discussão, assim como a possibilidade de ele ser removido do escritório sob a 25ª emenda. O subsecretário de Justiça indicou que analisou a questão e determinou que seriam necessários uma maioria, ou 8 de 15 membros do gabinete. McCabe acrescentou que Rosenstein sugeriu que ele teria apoiadores na Secretaria de Justiça e no Departamento de Segurança Doméstica.

Rosenstein contesta a informação sobre a escuta e sobre a 25ª emenda.

(Por Folhapress)

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