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Educação

Belmonte: Pagamento do Programa Bolsa Estudantil está atrasado, há dois meses

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Na manhã do último domingo (5), a redação do Blog Belmonte Verdade, foi procurada por diversos estudantes belmontenses, que fazem curso Superior no município de Serra Talhada, através de ligações telefônicas e mensagens via WhatsApp, para informar que o repasse do Bolsa Estudantil, que possui mais de 200 beneficiários, está em atraso, há dois meses, fazendo com que alunos e pais fiquem endividados para pagar o veículo que os levam à cidade vizinha.
Pois bem, como se já não bastasse estar em atraso com os servidores municipais, que até a tarde de ontem, segunda-feira (6) ainda não haviam recebido o pagamento referente ao mês de dezembro de 2019, pra comprovar a falta de sensibilidade, respeito e compromisso do prefeito Romonilson Mariano para com os estudantes, não houve o depósito da Bolsa que é prevista em Lei Municipal n° 1151, em vigor desde 2015 e que, segundo os alunos, o atraso tem sido constante.
Segundo o que nos foi repassado, os alunos pagam à empresa de transporte todo dia 5 e, caso não cumpram, à risca, o compromisso na data exata, o valor é cobrado com juros, fazendo com que os mesmos se sacrifiquem. 
O valor da Bolsa, que é pago pela Prefeitura, é de apenas R$ 80,00 e, pasmem, sempre atrasa, está bastante defasado, sem ter tido, desde 2015, época em que a Lei foi criada, nenhum reajuste. Porém, inicialmente, o contrato da empresa de ônibus era de R$160,00 e, hoje, é de R$200.00 o que corresponde a um aumento de 25%.
É importante que o poder público municipal se sensibilize com a situação dos estudantes e possa sanar esses atrasos que se tornaram constantes. (Da Redação do Blog Belmonte Verdade)

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Educação

Carnaubeira da Penha: Prefeito doutor Manoel, garante piso nacional e paga retroativo aos professores

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Através do Projeto de Lei 02/2010, foi aprovado na Câmara de Vereadores e garantido aos professores da rede municipal de ensino de Carnaubeira da Penha o direito de receber o piso nacional, sendo determinado o reajuste em 12,84% o salário dos servidores.

Sendo assim, o pagamento foi realizado na quinta-feira(28), e o retroativo também foi depositado nas contas, garantido o direito dos professores.

“A educação sempre foi prioridade na nossa gestão, trabalhamos para que esse Projeto fosse aprovado. Valorizar o professor é um ato de gratidão, são profissionais de extrema importância para a nossa cidade, é através deles que há esperança no futuro”, destaca o Prefeito Dr. Manoel

 

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Educação

Educa-PE retorna com aulas on-line nesta segunda-feira, 1º de Junho

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Na última sexta-feira (29), o Governo de Pernambuco, através da Secretaria de Educação e Esportes, anunciou a antecipação do recesso escolar do mês de julho da rede estadual. As aulas serão retomadas, remotamente, na segunda-feira, 1º de junho. A transmissão continuará sendo feita através do canal do Youtube do Educa-PE, além das emissoras TV Pernambuco, TV Alepe e TV Nova Nordeste.

As aulas ainda contam com horários alternativos; na TV Nova Nordeste das 23h às 2h; e na TV Universitária das 8h às 11h. As atividades educacionais foram iniciadas no dia 6 de abril. Desta vez, a Secretaria de Educação e Esportes traz algumas novidades, incluindo o Facebook do Educa-PE como mais um canal de transmissão.

No início das aulas, os estudantes já conferem mudanças na grade de horários e na quantidade de aulas. As aulas do nono ano do ensino fundamental dos anos finais, sobem de horário e passam a ser exibidas a partir das 13h e, em seguida, entram no ar as aulas do ensino médio.

Além disso, as aulas de 50 minutos serão divididas em duas de 25, contemplando dois componentes curriculares. O secretário da Educação de Pernambuco, Fred Amancio, comenta que “esta foi uma forma de dinamizar um pouco mais as aulas do Educa-PE. Serão dois componentes curriculares por turma que serão expostos em aulas e interatividade com o professor”. Outra novidade é a oferta de cursos de formação de professores.

“A formação de educadores é uma ação que já faz parte do nosso planejamento anual. São atividades realizadas com todas as nossas dezesseis Gerências Regionais de Educação”, ressalta Amancio. “Para esta nova realidade, que consiste em aulas não presenciais, escolhemos conteúdos que dialogam diretamente com o atual cenário e permitam o professor utilizá-los na preparação das suas aulas ou no manuseio da plataforma Educa-PE”, completa.

Para o mês de junho, estão sendo oferecidos 15 cursos, entre eles, ‘Diante da câmera: videoaulas caseiras descomplicadas’; ferramentas Google; ‘Liveboard: seu quadro branco interativo; e gravação de videoaulas em casa: utilização de ferramentas mais avançadas. A partir de agora, os estudantes terão que acessar, antes das aulas, o portal do Educa-PE. Além de permitir o acesso aos links das aulas não presenciais, de acordo com o ano escolar de cada estudante, a plataforma disponibilizará atividades complementares aliadas aos conteúdos propostos pelos professores.

 

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Educação

Internet não chega a 34% dos alunos da rede pública que fizeram Enem

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Na escola privada, 3,7% disseram não ter internet em casa

BRASÍLIA, DF E SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Alunos de escola pública, estudantes mais pobres e negros enfrentam condições desfavoráveis de acesso à internet. Análise no perfil de participantes do Enem de 2018, os mais atuais disponíveis, revela que 3 em cada 10 participantes que concluíam o ensino médio na rede pública naquele ano não tinham acesso à internet. Na escola privada, 3,7% disseram não ter internet em casa.

Os estudantes do 3º ano do ensino médio, chamados de concluintes, compõem o público cuja preparação para o Enem foi mais afetada pelo fechamento de escolas por causa do coronavírus, em março.

Entre pobres e ricos, o abismo é ainda maior. Ao dividir os concluintes no Enem em quatro faixas de renda, 51% do quartil mais pobre não tem internet. Na outra ponta, o acesso atinge 96%.

Somente 1/4 dos concluintes mais pobres têm computador, e, entre os mais ricos, o índice é mais de três vezes maior.

O acesso a celular é disseminado e atinge mais de 90% dos estudantes em todos os recortes. Mas os desafios se impõem mesmo para aqueles precariamente conectados.

Quando as aulas a distância da rede começaram, Iris de Almeida Perruti Cruz, 17, sentiu que teria dificuldades sem ter computador. No início, ela diz, estudava pelo celular ou por um tablet.

Em sua casa, em Guarulhos, a conexão wi-fi foi instalada neste ano. Apesar de dispor do mínimo, ela considera o processo falho. “Tenho uma irmã pequena, às vezes ela chora, pede atenção. Não é fácil estudar assim”, afirma ela.

“Tem gente que não tem o básico na escola, como vão ter acesso à internet e estudar?”, diz a aspirante ao curso de tecnólogo em produção cultural.

Na casa de Gabriela da Silva Tavares, 17, aluna da ETEC (Escola Técnica) na Vila Leopoldina, em São Paulo, o pacote de dados é dividido entre ela, a irmã e os pais.

“Já aconteceu de não conseguir entregar trabalhos da escola e perder as aulas”, diz. “Ou a internet acaba ou fica lenta”.

Todas as redes estaduais do país, que concentram mais de 80% dos alunos de ensino médio, interromperam aulas. A principal aposta das secretarias foi em atividades online para manter o ensino, embora haja iniciativas pela TV.

A legislação brasileira veta o ensino a distância na educação básica, com exceção de uma carga limitada a 20% no ensino médio (percentual pode chegar a 30% na Educação de Jovens e Adultos). Essa é a tendência mundial nos melhores sistemas educacionais.

O princípio de que a escola seja responsável por uma formação além do conhecimento cognitivo, sobretudo para crianças e adolescentes, tem levado a refutar a adoção sistemática do EAD, mesmo que a tecnologia esteja cada vez mais presente nas escolas.

Com um sistema educacional menos regulado, os Estados Unidos registram um fenômeno crescente da modalidade. Em 2016, já havia cerca de 280 mil alunos da educação básica recebendo ensino totalmente virtual por lá.

Nas escolas onde há testes cognitivos, porém, os resultados são piores do que os obtidos nas escolas presenciais, segundo descrito em análise de 2018 do Iede (Interdisciplinariedade e Evidências no Debate Educacional), que se cita relatório do National Education Policy Center da Universidade do Colorado em Boulder.

No Brasil, há apostas em estados como o Amazonas de uma modalidade chamada educação mediada por tecnologia, sobretudo para áreas de difícil acesso físico.

A diferença nessa iniciativa é que aulas são transmitidas ao vivo, e os alunos distantes, mas juntos em uma escola, têm oportunidade de fazer perguntas, interagir com colegas e ter auxílio de um tutor –algo impossível na pandemia.

De acordo com a última Pnad, 79% dos estudantes de 5 a 17 anos da rede pública tinham acesso à internet. Entre os alunos da rede privada, são 97%, segundo tabulação da Consultoria Idados.

Há ainda diferenças de acesso por região. Enquanto 26% dos estudantes do norte não usaram a internet no 90 dias anteriores à pesquisa, o percentual é de 10% no sul, indica a pesquisa TIC Educação 2018.

As desigualdades também aparecem no recorte por raça. Enquanto 35% dos concluintes negros não tinham acesso à internet, esse percentual era de 14% para os brancos. Entre os indígenas, a exclusão atinge 44%, segundo os dados.

Medida provisória do governo, de abril, dispensou o cumprimento de 200 dias aulas e permitiu computar atividades como carga horária mínima. Mas o MEC não acompanha as ações nos estados.

Tais abismos levaram os estados a pedirem para adiar o Enem deste ano. O ministro da Educação, Abraham Weintraub, insistia na manutenção das datas e só adiou a prova em 60 dias, sem dia definido, ante iminente derrota no Congresso sobre o tema.

O exame é a principal porta para o ensino superior público e um critério para bolsas do ProUni (Programa Universidade para Todos) e do Fies (Financiamento Estudantil).

Em 2018, 421.828 concluintes de escola pública não tinham acesso à internet, 34% do total desse grupo. Da escola privada, os 3,7% de estudantes não conectados representavam 7.909 inscritos.

Em transmissão online na semana passada, Weintraub disse que entre 80% e 90% dos participantes do Enem estavam conectados. Questionado sobre a afirmação, o MEC não respondeu qual a fonte usada.

Fred Amancio, secretário de Educação de Pernambuco e presidente em exercício do Consed (que representa os dirigentes estaduais de Educação), diz que a transmissão de aulas pela TV tem ajudado em muitos estados, e há escolas organizando de modo autônomo a manutenção de aulas.

Mas o acesso à internet, diz ele, dá maiores possibilidades de oferta de conteúdos e acompanhamento. “O adiamento do Enem é um alívio pela importância de fazermos o máximo para ampliar as aulas presenciais [após redução do isolamento]”, afirma.

“O exame [deste ano] vai beneficiar quem já é mais beneficiado”, diz Daniel Cara, professor da USP e membro da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Segundo ele, mesmo com as cotas haverá prejuízo para quem mais precisa.

Em nota, o MEC afirma que mantém diálogo com secretários de Educação e com as “comunidades escolar e acadêmica com o intuito de estabelecer medidas conjuntas para apoiar as redes na manutenção de aulas durante a pandemia”.

Por Folhapress

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