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Política

Bolsonaro critica políticos de manhã e elogia à tarde; Aliados tentam adesão a atos. Jornais de terça (21)

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O presidente Jair Bolsonaro deu declarações contraditórias sobre os parlamentares nesta segunda-feira (20), mas terminou o dia fazendo um aceno para tentar melhorar a articulação política com o Congresso.

O Globo destaca que, pela manhã, o presidente afirmou que o “grande problema” do Brasil é a classe política. Mais tarde, no Palácio do Planalto, disse que “valoriza, sim, o Parlamento”. O matutino carioca lembra que Bolsonaro compartilhou um texto há três dias que falava sobre um país “ingovernável” sem conchavos políticos.

A divulgação do texto pelo presidente desgastou ainda mais a relação com o Congresso em um momento em que o governo precisa da aprovação de propostas como a medida provisória da reforma administrativa, que expira no dia 3 de junho. “Após críticas, Bolsonaro faz aceno ao Congresso”, informa a manchete do Globo.

A Folha de S.Paulo também dá ênfase às declarações de Bolsonaro sobre os parlamentares. Pela manhã, ao dizer que o problema do Brasil é a classe política, Bolsonaro afirmou que quer conversar. “O que eu mais quero é conversar. Mas sei que tem gente que não quer apenas conversar”, disse.

Segundo a Folha, mesmo que o presidente tenha se incluído na classe política, foi orientado a baixar o tom depois de receber um diagnóstico do núcleo moderado do Planalto que afirmou que as declarações colocariam em risco as pautas governistas.

Política

Carlos chama fake news de ‘lixo’ e fala em ‘novo movimento pessoal’

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No post publicado nesta quarta-feira, no Twitter, Carlos diz estar vivendo “um novo movimento pessoal”, sem especificar a que se refere.

Um dia depois de o Facebook ter removido uma rede com 73 contas falsas ligadas ao presidente Jair Bolsonaro, a seus filhos e aliados, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) postou um comentário dizendo estar “cagando” para o que chamou de “lixo” das fake news.

Filho “02” do presidente, Carlos Boslonaro sempre foi influente nas redes sociais do pai e comanda o “gabinete do ódio”, instalado no terceiro andar do Palácio do Planalto. A existência do “gabinete do ódio” – núcleo que alimenta a militância digital bolsonarista com um estilo beligerante nas redes sociais – foi revelada pelo Estadão em setembro do ano passado.

No post publicado nesta quarta-feira, 9, no Twitter, Carlos diz estar vivendo “um novo movimento pessoal”, sem especificar a que se refere. “Totalmente ciente das consequências e variações. Aos poucos vou me retirando do que sempre defendi. Creio que possa ter chegado o momento de um novo movimento pessoal. Estou cagando para esse lixo de fake news e demais narrativas. Precisamos viver e nos respeitar”, escreveu ele.

Carlos Bolsonaro também disse que “surpresas virão”, mas, novamente, manteve o tom enigmático. “Ninguém é insubstituível e jamais seria pedante de me colocar nesse patamar! Todos queremos o melhor para o Brasil e que ele vença! Apenas uma escolha pessoal pois todos somos seres humanos! Seguimos! E surpresas virão! Não comemorem, escória!”, emendou o filho do presidente.

O material investigado pelo Facebook identificou pelo menos cinco funcionários e ex-auxiliares que disseminavam ataques a adversários políticos de Jair Bolsonaro. Nessa lista está Tércio Arnaud Thomaz, que é assessor do presidente, integra o chamado “gabinete do ódio” e, de acordo com o Facebook, mantinha contas com ataques a adversários políticos de Bolsonaro. Um dos funcionários envolvidos nessa rede identificada pela plataforma também trabalhava para Carlos. Das 73 contas removidas pelo Facebook, 38 eram do Instagram.

Por Estadão Conteúdo

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Política

Facebook remove rede de contas falsas ligada ao PSL e à família Bolsonaro

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O Facebook anunciou, hoje, a remoção de uma rede de contas e páginas, tanto na rede social quanto no Instagram, ligadas ao Partido Social Liberal (PSL) e a gabinetes da família Bolsonaro. Segundo a empresa, essas contas estavam envolvidas com a criação de perfis falsos e com “comportamento inautêntico” – quando um grupo de páginas e pessoas atuam em conjunto para enganar outros usuários sobre quem são e o que estão fazendo.

Mesmo com os responsáveis tentando ocultar suas identidades, as investigações da rede social encontraram ligações de pessoas associadas ao PSL e a alguns dos funcionários nos gabinetes do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos -RJ), do presidente Jair Bolsonaro, e também de Anderson Moraes e Alana Passos, ambos deputados estaduais pelo PSL no Rio de Janeiro.

O Facebook afirmou que quando investiga e remove esse tipo de operação se concentra mais “no comportamento, e não no conteúdo – independentemente de quem esteja por trás dessas redes, qual conteúdo elas compartilhem, ou se elas são estrangeiras ou domésticas.”

“A atividade incluiu a criação de pessoas fictícias fingindo ser repórteres, publicação de conteúdo e gerenciamento de páginas fingindo ser veículos de notícias”, disse o Facebook em comunicado.

Alguns dos conteúdos publicados por essa rede foram removidos automaticamente pelo Facebook por terem violado a política interna da rede social, inclusive por discurso de ódio.

Segundo a rede social, o grupo usava uma combinação de contas duplicadas e contas falsas para evitar a aplicação de políticas da plataforma. As contas removidas não foram divulgadas, mas, na imagem usada como exemplo dos conteúdos divulgados, é possível ver as páginas “Jogo Político” e “Bolsonaro News” no Facebook.

O Facebook afirmou que chegou ao grupo a partir de notícias na imprensa e por meio de referências durante audiência no Congresso brasileiro.

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Política

Se Bolsonaro quiser, o Centrão, claro, tem nome para o MEC

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Cresce em Brasília a movimentação do Centrão para assumir o comando do Ministério da Educação. Lideranças passaram a defender o nome do ex-deputado Alex Canziani, filiado ao PTB de Roberto Jefferson, para a cadeira deixada por Abraham Weintraub. Canziani foi presidente da Frente Parlamentar da Educação e, em 2018, disputou uma vaga ao Senado.

Ele deve vir à capital federal nos próximos dias. Auxiliares palacianos, no entanto, não confirmam a intenção do presidente Jair Bolsonaro em nomeá-lo. Líder do governo, o deputado Vitor Hugo (PSL-GO) está confiante de que pode levar a melhor. Enquanto isso, o MEC está desde o dia 18 sem um ministro.

Por PE Notícias

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