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Política

Bolsonaro destaca medidas que buscam diminuir o preço do botijão de gás

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Segundo o presidente, um das medidas que o governo busca para diminuir o preço final do botijão de gás seria permitir a venda fracionada

Em post no Facebook o presidente Jair Bolsonaro destacou nesta sexta-feira, 24, possíveis medidas para reduzir preço do botijão de gás. O presidente observou que o botijão de 13 quilos (GLP-13 kg) custa aproximadamente R$ 26 reais nas refinarias, R$ 70 reais para o consumidor final e listou os tributos federais e estaduais e valor de distribuição e revenda como motivos para o atual preço do produto.

Segundo o presidente, as medidas que o governo busca para diminuir o preço final do botijão de gás seriam “permitir a venda fracionada; eliminar a restrição de marcas; e abrir a infraestrutura de abastecimento” em publicação nas redes sociais.

Por Estadão Conteúdo

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Política

Inimigos aliados

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Está ficando visível uma aliança de interesses entre Bolsonaro e seus adversários eleitorais. A Rede Globo é chamada de “globolixo” pelos seguidores de Bolsonaro e pelos seguidores do PT. Eles têm a mesma posição, usam as mesmas palavras e passam a mesma intenção de enfrentar e enfraquecer a Rede Globo.

A Lava-Jato é outro inimigo comum. É como se lutassem com o mesmo propósito de desfazer a Lava-Jato e enfraquecer a luta contra a corrupção.

Da mesma forma, os dois lados que criticavam a Bolsa Escola quando ela era um instrumento educacional gerido pelo MEC, agora se unem em defesa de ampla transferência de renda sem condicionamentos.

De crítico radical, o presidente Lula passou a defender a Bolsa Escola, descaracterizando, porém, sua face educacional e transformando-a em um programa assistencial. Mudou até seu nome. Tirou do MEC sua gestão.

Bolsonaro continuou como duro crítico da Bolsa Família, e agora passa a considerá-la como eixo do seu projeto de reeleição. Assim, a ideia de um programa assistencial por transferência de renda estará tanto no programa do PT, quanto no de Bolsonaro.

Qual das duas propostas oferecerá maior valor, menos condicionalidades e atingirá o maior número de beneficiários? A disputa será travada nesses termos.

Os dois lados começam a se aliar também contra o Teto de Gastos. Bolsonaro ainda não explicita, mas age no sentido de desrespeitar a responsabilidade fiscal seguindo o discurso que caracteriza as esquerdas.

O PT foi contra a responsabilidade fiscal do Plano Real, mas Lula, uma vez presidente, não a desrespeitou. No governo Temer, o PT passou a se opor ao reequilíbrio das contas.

Bolsonaro nunca foi defensor de responsabilidade fiscal. Passou a ser à época de sua campanha, mas já dá sinais de que mudará o Guedes se o Guedes não mudar.

Ambos os lados, de olho nas eleições de 2022, defendem mais gastos sociais sem tirar recursos dos ricos, dos privilegiados, das mordomias, das isenções fiscais, do “andar de cima”.

No primeiro momento, a ala responsável, mas insensível socialmente do atual governo faz a esdrúxula proposta de tirar dos pobres para gastar com os ainda mais pobres.

Tal posição, em breve, dará lugar a outra, a da derrubada do Teto e do consequente aumento de gastos financiados por déficits e emissões de moeda. E assim se produzirá a aliança dos populismos de esquerda e de direita.

Bolsonaro e PT torcem um pelo outro, para que ambos cheguem ao segundo turno. Até lá, comportam-se como inimigos aliados.

Por Cristovam Buarque – Ex-governador do Distrito Federal, ex-senador e ex-ministro da Educação.

 

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Política

Rodrigo Maia critica visita de secretário de Estado norte-americano à fronteira brasileira com a Venezuela

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O presidente da Câmara considerou que a visita de Mike Pompeo “afronta as tradições de autonomia e altivez” das políticas externa e de defesa brasileiras.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), divulgou nota no início da noite desta sexta-feira (18) criticando a visita do secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, à fronteira do Brasil com a Venezuela.

Durante a visita, Pompeo se encontrou com o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, para discutir a imigração venezuelana. De acordo com a embaixada dos EUA no Brasil, a visita é parte de uma agenda de encontros com líderes da América Latina.

O secretário norte-americano conheceu o Posto de Identificação e Triagem da Operação Acolhida, localizado no bairro Treze de Setembro, zona Sul de Boa Vista (RR).

Maia considerou que a visita “afronta as tradições de autonomia e altivez” das políticas externa e de defesa do Brasil. Segue a íntegra da nota:

A visita do Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela, no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial norte-americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa.

Como Presidente da Câmara dos Deputados, vejo-me na obrigação de reiterar o disposto no Artigo 4º da Constituição Federal, em que são listados os princípios pelos quais o Brasil deve orientar suas relações internacionais. Em especial, cumpre ressaltar os princípios da (I) independência nacional; (III) autodeterminação dos povos; (IV) não-intervenção; e (V) defesa da paz.

Patrono da diplomacia brasileira, o Barão do Rio Branco deixou-nos um legado de estabilidade em nossas fronteiras e de convívio pacífico e respeitoso com nossos vizinhos na América do Sul. Semelhante herança deve ser preservada com zelo e atenção, uma vez que constitui um dos pilares da soberania nacional e verdadeiro esteio de nossa política de defesa.

Rodrigo Maia, Presidente da Câmara dos Deputados.

Informações: Agência Câmara de Notícias – Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputadosv

 

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Política

PF intima Moro a depor como testemunha no inquérito dos atos antidemocráticos

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Moro será ouvido na condição de testemunha no dia 2 de outubro.

ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sérgio Moro foi intimado a depor nesta sexta-feira, 18, no inquérito do Supremo Tribunal Federal que apura a organização e financiamento de atos antidemocráticos. O pedido partiu da Polícia Federal, que também solicitou oitivas com o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Moro será ouvido na condição de testemunha no dia 2 de outubro, na Superintendência da Polícia Federal de Curitiba. A oitiva foi motivada em razão do ex-juiz da Lava Jato ter ocupado o cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública na época dos fatos solicitados.

Segundo o Estadão

apurou, o depoimento não foi solicitado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) – tal como ocorreu com as intimações da PF a Eduardo e Carlos Bolsonaro.

O inquérito tramita em sigilo no Supremo e já fechou o cerco sobre deputados, youtubers e influenciadores bolsonaristas. No último dia 10, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro, prestou depoimento no caso.

À PF, Carlos disse que nunca utilizou verba pública para manter canais perfis em redes sociais e que não é “covarde ou canalha” para contratar “robôs” para difundir conteúdo e omitir essa informação, em referência a programas que criam perfis falsos e compartilham postagem de forma automatizada.

“Perguntado se se utilizou de robôs para impulsionamento de informações em redes sociais envolvendo memes ou trabalhos desenvolvidos pelo governo federal, respondeu que “jamais fui covarde ou canalha ao ponto de utilizar robôs e omitir essa informação”, disse ele, segundo documento da PF ao qual o Estadão teve acesso.

Em junho, o relator do inquérito, ministro Alexandre de Moraes, afirmou que as investigações da Procuradoria-Geral da República (PGR) apontam a “real possibilidade” de atuação de associação criminosa voltada para a “desestabilização do regime democrático” com o objetivo de obter ganhos econômicos e políticos. A observação consta em decisão de quebra de sigilo decretada pelo ministro no inquérito que apura o financiamento de atos antidemocráticos.

“Os indícios apresentados na manifestação apresentada pela Procuradoria-Geral da República confirmam a real possibilidade de existência de uma associação criminosa”, escreveu Moraes, em decisão que autorizou buscas e apreensões contra apoiadores do governo. O sigilo bancário de dez deputados e um senador, todos bolsonaristas, já foi quebrado no caso. Carlos e Eduardo não foram alvos dessas medidas.

Moraes é responsável por um outro inquérito, que se debruça sobre ameaças, ofensas e fake news disparadas contra integrantes do STF e seus familiares. Como Moraes é relator dos dois processos, um inquérito está subsidiando as investigações do outro.

COM A PALAVRA, A DEFESA DO EX-MINISTRO SÉRGIO MORO

“Nesta 6ª feira (18/9), a defesa do ex-ministro Sergio Moro recebeu intimação para que ele preste depoimento, na condição de testemunha, no âmbito do inquérito 4828, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). A oitiva é motivada em razão de ele ter ocupado, à época dos fatos, a titularidade do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O depoimento deve ocorrer em 2 de outubro, às 13h, na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba.

Rodrigo Sánchez Rios, advogado de Sergio Moro”

Por Estadão Conteúdo

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