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Política

Bolsonaro ultrapassa os limites da irracionalidade

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Não querendo desmerecer os alunos que são representantes de turma nos colégios, mas caso o presidente, fosse hoje candidato a algum cargo eletivo ou não, não se elegeria nem para representante de classe.

O presidente da República Jair Messias Bolsonaro superou todas as expectativas daqueles que não acreditavam em seu governo. Isto aconteceu na noite desta terça-feira(24), em rede nacional de rádio e televisão, quando o mesmo, se posicionou contrário a todos os líderes mundiais e profissionais da saúde, em relação a medidas a serem todas por cada cidadão em relação a prevenção do covid-19.

Durante seu pronunciamento Jair Bosonaro além de mais uma vez atacar a imprensa, se auto declarou um super herói. Fora das Forças Armadas de o ano de 1988, quando ainda praticava exercícios físicos com regularidade, e hoje aos 65 anos de idade, dentro do grupo de maior risco para contrair o Covid-19, transmitido pelo novo coronavírus, Jair Bolsonaro se acha imune, e caso seja portador da doença, o mesmo acredita que os sintomas seria de uma “gripezinha”. Na verdade não se sabe ao certo se ele é portador ou não da doença, segundo ele mesmo, o qual não se pode confiar nem acreditar no que ele fala, isto por que, já existem mais de 20 pessoas que esteve com ele nos Estados Unidos, e que são positivo para o covid-19, pessoas essas que tiveram a coragem de declarar que foram  acomedido do vírus.

No momento em que o país passa, não importa se você é de direita, esquerda, centro ou de qualquer outro lado, além de combater este inimigo invisível e letal, precisamos rezar muito, para que o nosso presidente se recupere o mais rápido possível, de uma consequência, talvez obtida pelo vírus e que ainda não seja conhecida pelos médicos e cientistas,  doença esta  que parece mexer com a inteligência humana ou absorve toda sua massa cefálica.

As Forças Armadas tem como seus pilares a hierarquia e disciplina, nas escolas militares ensinam aos seus alunos que em um futuro irão comandar, significado de chefe e líder, conhecimentos esses que podem ser obtidos, com a leitura do do livro “Chefia e Liderança”, nele está claramente o significado das palavras, chefe que é aquele que manda e os outros obedecem, já o líder é aquele que dá o exemplo e é seguido por seus pares e subordinados.  

Por fim, esperamos que o mal causado pelo novo coronavírus, seja menor que o causado pelas palavras do chefe do Poder Executivo Nacional, em seu discurso na noite de ontem(24).

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Política

Senadores votarão três projetos nesta semana

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Orçamento de Guerra fica para semana que vem

O Senado definiu hoje (6) a pauta de votações da semana após reunião entre os líderes partidários e de bancada. Três projetos serão votados, todos de autoria de senadores e relacionados ao combate à crise gerada pela epidemia do novo coronavírus. Os líderes também definiram que a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) conhecida como Orçamento de Guerra será feita na segunda-feira da próxima semana, dia 13.

Amanhã (7) será votado um projeto de lei do senador Jorginho Mello (PL-SC) que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O programa prevê auxílio no desenvolvimento de pequenos negócios por meio de financiamentos.

Na quarta-feira (8) serão realizadas duas sessões, cada uma com um item na pauta. A primeira sessão votará um projeto que estabelece medidas de desoneração da folha de pagamento para garantir a subsistência dos empreendimentos e a manutenção de empregos durante a pandemia do covid-19. Esse projeto é de autoria do senador Irajá (PSD-TO).

A segunda votação do dia será de um projeto que visa atender empresas em dificuldades financeiras devido ao arrefecimento da economia, causado pelo estado de calamidade decretado em razão do coronavírus. Ele trata da concessão de empréstimos para empresas do setor privado para quitação de folha de pagamento no período de até três meses. O projeto é do senador Omar Aziz (PSD-AM).

PEC do Orçamento de Guerra

Os senadores votarão a PEC do Orçamento de Guerra na próxima semana. A PEC cria um instrumento para impedir que os gastos emergenciais gerados em virtude do estado de calamidade pública sejam misturados ao Orçamento da União. 

A medida flexibiliza travas fiscais e orçamentárias para dar mais agilidade à execução de despesas com pessoal, obras, serviços e compras do Poder Executivo. O texto já foi aprovado pela Câmara e depende da aprovação do Senado para seguir para a sanção presidencial.  (Por Agência Brasil )

 

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Política

Ministro do TSE afirma que eleição de 2020 deve ser definida até junho

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) deve decidir até junho se adia ou não as eleições municipais deste ano. A afirmação foi do futuro presidente do órgão, o ministro Luiz Roberto Barroso, do TSE. Ele assumirá o cargo em maio.

Em entrevista ao site UOL, ele disse que, se houver adiamento do pleito devido à pandemia do novo coronavírus, pretende remarcar a votação para dezembro, no máximo.

“A verdade é que nós estamos monitorando a evolução da doença. Não gostaria de adiar as eleições, acho que ainda não é preciso decidir isso neste momento, mas acho que não podemos fechar os olhos a este risco. Imaginaria junho como sendo o momento em que nós temos que ter uma definição. O que eu sou radicalmente contra é o cancelamento das eleições e fazer todas coincidirem em 2022”, disse Barroso.

Para o ministro, o ideal seria adiar “por um prazo máximo de dois meses” as eleições deste ano. “Neste momento, com a esperança de não ser necessário adiar, é fazer até o início de dezembro”, disse Barroso. Para ele, essa medida evitaria que mandatos sejam estendidos além do tempo concedido pelo voto popular.

Para Barroso, unir as eleições municipais e nacionais em 2022 criaria trabalho enorme para a Justiça Eleitoral julgar, ao mesmo tempo, milhares de registros de candidatos a vereador, prefeito, deputado, senador e presidente. (Do Click Campos)

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Política

Mandetta diz que fica no cargo e pede ‘paz’ para continuar trabalho

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Ele disse que a reunião com o presidente Jair Bolsonaro e outros ministros trouxe mais “união” ao governo.

Oministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que continuará à frente da pasta, mas pediu “paz” para continuar a trabalhar. Em coletivas realizada a pouco com jornalistas, transmitida ao vivo em redes sociais, Mandetta reclamou de críticas que trazem dificuldade ao ambiente da sua equipe, mas disse que a reunião desta segunda-feira, 6, com o presidente Jair Bolsonaro e outros ministros trouxe mais “união” ao governo. “Começamos a semana com mais um solavanco, esperamos que possamos seguir em paz”, disse.

Mandetta afirmou que muitas vezes o trabalho da pasta sofre interferências de forma “constante”. “Temos dificuldade quando, em determinadas situações, por determinadas impressões, críticas não vêm para construir, mas para trazer dificuldade no ambiente de trabalho”, disse o ministro. “E isso vem uma constante, o Ministério da Saúde adotar determinada linha, situação e termos que voltar, fazermos determinados contrapontos para poder reorganizar a equipe”, declarou.

Mandetta afirmou, ainda, que esta segunda-feira foi pouco produtiva no Ministério da Saúde por causa dos boatos de que poderia ser demitido. Ele sinalizou que, caso isso acontecesse, toda a equipe também pediria para sair. Mandetta falou ao lado de todos os secretários e com a presença de outros membros da equipe, que o aplaudiram ao chegar.

“Hoje foi um dia que rendeu muito pouco o trabalho do ministério. Muitos não sabiam o que ia acontecer, chegaram a limpar as gavetas, até a minha gaveta”, declarou.

Mandetta reforçou que o seu trabalho é “técnico”, baseado na ciência, e que ele atua como “porta-voz do trabalho” da equipe. “O que faço é dar alguns pequenos palpites às medidas”, afirmou.

Ele voltou a afirmar que não vai abandonar o paciente (Brasil), e que fica enquanto o presidente Jair Bolsonaro achar que ele é necessário. Disse ainda que, mesmo que deixe o Ministério, estará disposto a ajudar o país e a próxima equipe.

Por Estadão Conteúdo

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