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Saúde

Brasil contabiliza média móvel diária de 518 mortes pela covid-19

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Nas últimas 24 horas, foram registrados mais 22.622 casos e 317 mortes.

Amédia móvel diária de mortes causadas pelo novo coronavírus no Brasil ficou em 518 nesta segunda-feira, 30. Esse tipo de média considera os dados dos últimos sete dias e evita distorções provocadas pelas variações diárias dos registros. Nas últimas 24 horas, foram registrados mais 22.622 casos e 317 mortes, segundo levantamento feito por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de saúde.

No total, o Brasil registrou 6.336.278 casos confirmados de covid-19 e 173.165 mortes. Conforme dados do Ministério da Saúde, 5.601.804 brasileiros se recuperaram da doença e outros 560.954 seguem em acompanhamento.

O governador João Doria (PSDB) anunciou nesta segunda-feira, 30, que todo o Estado de São Paulo vai regredir para a fase amarela do plano estadual de flexibilização da quarentena. Dessa forma, comércio, bares, restaurantes, academias e eventos culturais terão mais restrições, principalmente no que se refere à capacidade para público e horário de funcionamento.

O Brasil é o segundo país com mais mortos, atrás apenas dos Estados Unidos, que registrou 267.792 mortes pela covid-19.No total de infectados, de acordo com a Universidade Johns Hopkins (EUA), o Brasil fica atrás dos Estados Unidos e da Índia.

Parceria

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre EstadãoG1O GloboExtraFolha e UOL e feito em conjunto com as secretarias estaduais de Saúde. Os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal. De forma inédita, a iniciativa foi uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia e se manteve mesmo após a manutenção dos registros governamentais.

 

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Saúde

Segundo pedido de uso emergencial da Coronavac é aprovado pela Anvisa

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A diretoria colegiada da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou nesta sexta-feira (22) por unanimidade o segundo pedido de uso emergencial da Coronavac. Desta vez, a autorização vale para as doses envasadas no Brasil.

As duas áreas técnicas presentes na deliberação, a gerência-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos e a coordenação de Inspeção e Fiscalização de Insumos Farmacêuticos, também se manifestaram pela aprovação.

No último domingo (17), a Anvisa aprovou o uso emergencial da vacina, que já está em aplicação em todos os estados do Brasil, mas a permissão era só para as doses importadas prontas da China.

Outra diferença é a embalagem. O Instituto Butantan pediu a aprovação da vacina em frascos-ampola multidose — que contêm dez doses num mesmo recipiente. No outro requerimento, as doses já vinham fracionadas.

Nesse caso, o produto deve ser utilizado até oito horas depois de aberto. “É uma preocupação, porque se essas dez doses não forem utilizadas nessas oito horas, não conseguimos garantir a integridade e pureza da vacina”, disse o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da agência, Gustavo Mendes.

De acordo com o coordenador de Inspeção e Fiscalização de Insumos Farmacêuticos, Fabrício Carneiro de Oliveira, não houve contaminação no envase de nenhuma unidade envasada no Butantan. “Isso demonstra que procedimentos utilizados pela empresa estão adequados para garantir que não haja contaminação involuntária”.

Oliveira ressaltou, no entanto, que caso haja alguma mudança no processo produtivo do Butantan, será necessária outra análise técnica.

A solicitação, feita na segunda-feira (18), compreende 4,8 milhões de doses que já estão prontas no instituto paulista e outras 35 milhões de doses que estão em produção.

A diretora da Anvisa Meiruze Sousa Freitas disse que as análises feitas pela agência não encontraram benefícios na ampliação do intervalo entre as doses que superem os riscos. “O melhor cenário é ampliar o acesso às doses e manter o intervalo estabelecido na bula”, afirmou.

Um estudo da Sinovac Biotech, desenvolvedora do imunizante, disse que o estudo clínico no Brasil mostrou que imunizante foi mais eficaz em um pequeno sub-grupo que recebeu as doses com intervalo de três semanas entre elas.

Especialistas consideram que a campanha de vacinação no Brasil pode ser paralisada por falta de doses.

 

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Saúde

Síndrome rara relacionada ao coronavírus atinge crianças

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O estado de São Paulo já registrou 108 casos de uma doença rara que atinge crianças e adolescentes chamada SIM-P (síndrome inflamatória multissistêmica pediátrica). Trata-se de uma manifestação tardia associada à Covid-19.

Monitorada pelo Ministério da Saúde, a doença apresenta mais de 500 casos reportados em todo o país, sendo 35 óbitos, desde o início da pandemia até 24 de outubro. Em São Paulo, foram 7 mortes.

A maioria dos casos do país tem evidência de infecção recente de coronavírus (76,7%), e demais casos (23,3%), histórico de contato próximo com caso confirmado para Covid-19. Há predominância de crianças e adolescentes do sexo masculino (54%) e crianças menores, nas faixas etárias de 0 a 4 anos (39,9%) e de 5 a 9 anos (32,9%).

Segundo o pediatra e infectologista Renato Kfouri, presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, trata-se de um problema extremamente raro e não deve ser motivo de desespero para os pais. “A meningite, que é uma doença rara, é três vezes mais comum”, afirma.

Além da febre alta e persistente, entre os sintomas da doença estão dor abdominal intensa, vômito, diarreia, conjuntivite, manchas vermelhas pelo corpo, inchaço nas articulações e dificuldade respiratória.

Diagnóstico difícil
Foi com alguns destes sintomas, após passar por sete médicos e ter recebido outros diagnósticos, como virose, infecção no sangue e até dengue, que a atendente de educação Eva Vilma Santos da Silva Ribeiro, 32 anos, de Praia Grande (71 km de SP), conseguiu o atendimento correto para a filha Alice, de 5 anos, já no sétimo dia de sintomas. Eva, o pai e avó da menina tiveram Covid-19.

A menina começou com febre alta e a suspeita da mãe de que se tratava da síndrome. “Chegamos no hospital, pediram radiografia, que não deu nada, e o médico disse que minha suspeita não tinha nada a ver. Nos mandou de volta para casa e pediu para observarmos. No quarto dia, ela amanheceu com um sintoma que parecia conjuntivite. Eu já tinha lido sobre isso na internet, por esse motivo desconfiei”, disse a mãe.

Aflita, Eva voltou ao hospital e um exame de sangue detectou “infecção”. “Mas o médico disse que era uma bactéria no sangue. Como fiquei muito preocupada, a levei em um atendimento particular para mais exames”, disse. A família, porém, não teve condições de pagar R$ 1.400 pela internação da menina, além de R$ 4.000 a R$ 5.000 pela diária com exames, custos do hospital particular.

Com uma carta do médico do hospital particular em mãos que citava a síndrome, ela retornou ao atendimento público. Foi então e depois de vários atendimentos, que uma médica chegou ao diagnóstico da síndrome e somaram-se 10 dias de internação.

A mãe afirma que hoje Alice está recuperada e faz um acompanhamento no posto de saúde.

(Por Folha PE)

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Saúde

Como identificar e tratar os diferentes tipos de cefaleia

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Especialista explica os principais tipos de dor de cabeça, sintomas, causas e tratamento adequado.

Motivo de idas aos consultórios médicos, as cefaleias ou as tão conhecidas dores de cabeça são comuns em muitas pessoas, mas nem sempre há um conhecimento sobre as causas das dores. Existem tipos diferentes de cefaleia, ou seja, cada dor tem um motivador específico que, na maioria dos casos, não apresenta gravidade e pode ser tratado com medicamentos.

Alguns tipos, no entanto, podem ser acompanhados por outros sintomas como náuseas, tonturas e sensibilidade à claridade e a ruídos, dependendo da origem. O neurologista do Hospital Brasília Arthur Jatobá Sousa, explica os principais motivos que provocam as dores de cabeça.

Quais são os tipos mais comuns de dor de cabeça?

A diferença entre as dores de cabeça está na região em que ocorrem e os motivos que as desencadeiam. O tratamento para cada uma delas depende também da identificação, requerendo medicamentos específicos. Por isso é fundamental a avaliação médica em casos persistentes ou episódios de fortes dores.

Enxaqueca – apresenta dor intensa e pulsante que pode ocorrer associada a outros sintomas como náuseas, vômitos, tonturas e sensibilidade à luz e a ruídos. Normalmente acontece em apenas um d​os lados da cabeça, por alguns minutos ou horas, chegando até 72 horas.

Cefaleia tensional – causada pela rigidez dos músculos do pescoço, das costas e do couro cabeludo, pode ser provocada por estresse, ansiedade e má postura, seja acordado, seja dormindo. Apresenta dor moderada, como se fosse uma pressão nos dois lados da nuca ou na testa; normalmente ela não atrapalha a realização de atividades.

Em decorrência da sinusite – um tipo de cefaleia secundária, ou seja, que tem a causa oriunda de algum outro quadro clínico. A sinusite provoca inflamação dos seios da face que, por sua vez, desencadeia a dor de cabeça, além de outros sintomas como dor em volta do nariz, febre, congestão e corrimento nasal.

Cefaleia em salvas – doença rara que apresenta dor aguda que afeta um dos lados do rosto e o olho. A dor surge normalmente durante o sono e se repete diversas vezes durante o dia, com sintomas associados: lacrimejamento, vermelhidão nos olhos, pálpebra inchada e corrimento nasal.

Casos graves – a dor de cabeça pode representar gravidade em algumas situações, como quando ocorre de maneira súbita e intensa e é muito forte. Nesses casos, a dor pode ser sintoma de hemorragias ou infecções que normalmente se apresentam em pacientes com Aids, câncer ou imunossupressão, ou seja, com o sistema de defesa imunológico fragilizado.

Outro tipo de dor que também deve ser um sinal de alerta é a que começa de maneira súbita e aumenta rapidamente, sem sinais associados, como os da cefaleia em salvas (lacrimejamento, olhos vermelhos) ou como na enxaqueca (que começa gradualmente).

Além disso, quadros associados de sinusite, otite e infecções na pele da face são agravantes para o desenvolvimento de abscessos cerebrais e meningite, dessa forma, também devem ser vistos com atenção.

De acordo o neurologista: “Alguns alimentos podem ser ‘gatilhos’ para a dor de cabeça, como laticínios, bebidas alcoólicas, comidas com muito tempero ou muito sódio. Outros fatores associados à dor de cabeça incluem estresse emocional, insônia, jejum prolongado, hipertensão arterial e uso de substâncias ilícitas.”

Em casos semelhantes, que apresentem sinais de dores súbitas, recorrentes e intensas, busque atendimento médico para uma avaliação adequada e a indicação de um tratamento eficaz.

Como prevenir?

Hábitos e fatores ambientais podem desencadear dores cabeça, entre os principais estão: estresse constante; mudanças de temperatura; má alimentação; poucas horas de sono; fatores hormonais. Para se proteger, mantenha um estilo de vida mais saudável, durma e se alimente bem, priorizando frutas, verduras, legumes e carnes magras, e cuide do emocional, buscando uma vida mais tranquila.

Quais os tratamentos?

Os tratamentos para as cefaleias incluem medicação específica para cada uma das causas somente por meio de uma avaliação médica especializada serão possíveis o diagnóstico e a identificação das causas do problema. “Também é fundamental manter os exames médicos em dia, para o acompanhamento do histórico do organismo. Em casos de surgimento de dor de cabeça forte e súbita, procure atendimento médico o quanto antes,” conclui.

Por Notícias ao minuto

 

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