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Brasil

Busca de graduação no exterior cresce 37,7%

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Dos 365 mil brasileiros que em 2018 foram estudar no exterior, 50,4 mil buscaram graduação

Em 2017, Giovanna Ballerini Ribeiro Gomes fez seis meses de high school no Canadá. Antes, estudou inglês nos Estados Unidos. E teve a certeza de querer cursar o ensino superior fora do Brasil. “Sempre foi meu sonho”, conta a estudante, agora com 18 anos, que faz parte de uma geração de alunos do País que, de modo crescente, vai para graduação no exterior.

Dos 365 mil brasileiros que em 2018 foram estudar no exterior, 50,4 mil buscaram graduação. Isso representa um aumento de 37,7% em relação a 2017 (36,6 mil). Os dados são da pesquisa Selo Belta 2019, encomendada pela Associação das Agências Brasileiras de Intercâmbio (Belta). E dos 50,4 mil estudantes que foram fazer graduação no exterior, 36,6% (um em cada três) eram de São Paulo.

Os levantamentos da Belta, que responde por 75% do mercado, se dividem em duas partes: a primeira com agências e outra com estudantes (quantitativa). Na parte referente às agências, graduação no exterior subiu no ranking dos tipos de intercâmbio mais vendidos. Saiu da 7.ª posição (2016) para a 4.ª (em 2018). “Antes era um bicho de sete cabeças, hoje é mais acessível”, afirma Maura Leão, presidente da Belta. “Se a família quer qualidade acadêmica, pode somar o custo de uma boa faculdade e acomodação lá fora e ainda tentar uma bolsa. Aí vê que de repente consegue pagar. Antes as pessoas não faziam essa conta”, diz Maura, CEO do Yázigi Travel.

Saída da crise

Carla Gama, diretora-geral da Experimento Intercâmbio Cultural, ressalta que à medida em que a competição por empregos no Brasil se torna mais acirrada, cresce o interesse. “Os cursos estão mais acessíveis à classe média.”

Muitas pesquisas indicam que até 2030 uma parcela relevante das profissões que conhecemos deixará de existir e, de outro lado, o mercado vem migrando suas exigências, deixando de lado apenas diplomas, para exigir habilidades“, afirma Abdul Nasser, professor da FGV In company e do Ibmec no Rio. “As famílias perceberam que investir em educação no exterior amplia os horizontes e possibilita a formação de um networking globalizado.

Para Daniela Ronchetti Perkins, diretora operacional da FPP Edu-Media no Brasil – empresa organizadora das feiras EduExpo e EduCanada -, os estudantes cada vez mais consideram que uma experiência no exterior vai ajudá-los em tempos de crise. “Muitos também têm a intenção de permanecer no exterior após a graduação. Por exemplo, o Canadá dá a oportunidade de o estudante ficar no país legalmente para trabalhar na área após a conclusão do curso.

Comecei a pesquisa pelos Estados Unidos, mas fazer o curso não iria ajudar a imigrar. No Canadá, essa experiência contaria para um futuro processo (de imigração)“, explica Bruno Cortez Sibella, de 34 anos, que buscava uma possibilidade de fazer sua vida fora do Brasil após ter sido demitido. Com o auxílio da Canada Intercambio, o paulista de Santo André fez Broadcast Television and Independent Production no Conestoga College.

Brasil

A preocupação com o futuro do Brasil também conta. “O contexto político-econômico é muito mencionado por quem nos procura“, diz Laila Parada Worby, gerente da Crimson Education Brasil, empresa internacional de consultoria que trabalha com universidades de EUA e Inglaterra. “Alguns pais acreditam que esses cortes (de verba pelo governo federal) vão prejudicar muito o ensino no País.”

As agências também vêm se especializando no recrutamento de estudantes em língua portuguesa. “As pessoas precisam de ajuda nos processos“, diz Laila. Esse apoio ajudou a convencer a família de Giovanna Gomes, que embarca este ano para fazer Bioquímica na Universidade Central Florida. “Minha mãe nunca foi a maior fã da ideia de me ter tão longe assim.

De 2017 para 2018, houve crescimento de 20% nas vendas. Em 2019, já podemos afirmar que temos aumento de 15%“, diz o gerente Carlos Eduardo Madeira, da recém-criada STB Universidades. Outras agências também registraram acréscimo nas vendas. Na Experimento e na CI, ficou entre 15% e 20%. O mesmo ocorre com a Canadá Intercâmbio. A empresa tem perspectiva de crescer 20% na modalidade de graduação naquele país.

Sobre os países mais procurados, os EUA ainda estão no topo do ranking – com destaque para Exatas. “Eles têm cerca de 4,7 mil instituições de ensino superior e muitas oportunidades de bolsa“, explica Maura Leão, da Belta.

Voluntariado

Ser estudante da América Latina, ter ótimas notas no colégio e na prova de proficiência em inglês, praticar esportes, fazer trabalho voluntário, ter determinada condição socioeconômica, tudo pode contar na hora de pedir bolsa a uma instituição de ensino superior nos Estados Unidos. “Acho bem democrático o processo de bolsas no Estados Unidos. Diferentes aspectos vão agregando para o aluno obter bolsa“, explica Maura Leão, da Belta.

De acordo com Laila Parada Worby, gerente da Crimson Education Brasil, as instituições americanas tendem a ser mais generosas com bolsas. “Segundo a Fulbright Commission, são 600 universidades americanas que oferecem bolsas de mais de US$ 20 mil para alunos internacionais“, conta. “No ano passado, 55% dos alunos atendidos pela Crimson receberam bolsa, sendo que nem todos solicitaram. A média de bolsa por aluno foi de US$ 25.131 por ano“, diz.

No Canadá, a política muda de uma instituição para outra, então o estudante deve escolher em qual pretende estudar e entrar em contato para saber como proceder. O governo canadense também concede bolsas. Uma delas é a Elap (Programa de Futuros Líderes das Américas), que há dez anos mantém acordos com instituições latino-americanas. Entre 2009 e 2017, os brasileiros ficaram com um quarto das bolsas concedidas: 1.070.

Já o governo português não concede bolsas a estudantes internacionais. Mas as instituições de ensino podem escolher dar algum apoio financeiro – que nunca chega a 100%.

Maura Leão ressalta a importância de prestar a atenção às datas de inscrição. “O pedido de bolsa às vezes é em janeiro, mas as aulas vão começar só em setembro.” Na França, por exemplo, as candidaturas para universidades públicas, realizadas pelo Campus France Brasil, costumam ir do meio de novembro até janeiro.

Portugal

A ida de brasileiros para estudar em Portugal só cresce: do ano letivo 2017/18 para 2018/19, a alta é de 32%, segundo a Direção Geral de Estatísticas da Educação e da Ciência, que não dispõe do total só em cursos de graduação. “Mas a maioria, cerca de 70%, é para graduação“, diz Cristiane Lazoti, diretora e fundadora da EduPortugal, entidade privada que capta alunos do Brasil para cerca de 40 instituições lusas de ensino superior.

Além disso, o país é atraente pelo idioma, pela cultura, por aceitar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para o ingresso de algumas universidades e pelos bons preços das anuidades, como destaca Tomás Furtado de Souza, de 20 anos, aluno de Gastronomia no Politécnico de Coimbra desde 2018. “Minha primeira opção era o Canadá, mas os custos eram elevados“, conta o jovem. “Gastaria mais ou menos o equivalente a R$ 100 mil por ano só com universidade.” Pela graduação em Portugal, o aluno paga R$ 11 mil anuais.

Países onde o idioma oficial não é nem o português nem o inglês, como Alemanha, Holanda e França, também têm ganhado a procura de brasileiros, sobretudo via cursos na língua inglesa, com valores mais em conta. “Nunca me imaginei na Holanda, mas enviei currículo e me aceitaram“, relata a paulistana Amanda Raith, de 18 anos, que começa neste ano na reconhecida University of Twente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Por Notícias ao minuto)

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Brasil

Número de cirurgias bariátricas aumenta 84,73% em sete anos

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Segundo a pesquisa a obesidade afeta 18,8% dos brasileiros e mais da metade (55,7%) tem excesso de peso

número de cirurgias bariátricas realizadas no Brasil aumentou 84,73% ao passar de 34.629 em 2011 para 63.969 em 2018, segundo balanço feito pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Metabólica e Bariátrica (SBCBM).  Nos oito anos em que o levantamento foi feito, 424.682 pessoas fizeram a operação de redução do estômago, o que corresponde a 3,12% das pessoas que estão dentro do grupo de pacientes aptos e para quem há indicação de cirurgia (13,6 milhões em todo o país).

Segundo a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2018, do Ministério da Saúde, a obesidade afeta 18,8% dos brasileiros e mais da metade (55,7%) tem excesso de peso. Essas pessoas podem ter a qualidade de vida afetada por doenças como hipertensão arterial, diabetes tipo 2, alterações do colesterol e triglicérides, além de aumentar as chances de arteriosclerose, além de outras patologias.

“A obesidade tem que ser encarada hoje como uma doença. Não é falta de força de vontade, não é desleixo, é uma doença que não deixa a pessoa emagrecer. Existe um desequilíbrio entre a sensação de fome a de saciedade e com isso a pessoa come mais do que deveria ou mesmo comendo pouco gasta pouca caloria e vai engordando ao longo da vida”, explicou o cirurgião bariátrico e membro da SBCBM, Admar Concon Filho.

Os dados mostram ainda que, das 63.969 cirurgias bariátricas realizadas em 2018, 77,4% foram através de convênio médico; 17,8% foram pelo SUS (Sistema Único de Saúde) e 4,8%, com recursos particulares. “Algumas pessoas não têm acesso, seja pelo local onde moram, por não terem um convênio médico ou outros motivos; outras têm medo de fazer o procedimento e outras não têm informação mesmo. Para outras, falta que o próprio indivíduo obeso se reconheça como portador de uma doença crônica incurável”, disse.

Outro motivo que afasta os pacientes da cirurgia é o medo. Segundo Concon, no passado a taxa de mortalidade ficava em torno de 2% a 3%, enquanto hoje é feita por videolaparoscopia e passou a ser minimamente invasiva, deixando a taxa de complicações semelhante à de uma cesárea ou uma cirurgia de vesícula, que é de menos de 0,5%.

“A população não sabe disso, então é preciso uma campanha muito grande de conscientização. Hoje já se sabe que o melhor tratamento para a obesidade mórbida é a cirurgia bariátrica, porque no tratamento clínico conservador o emagrecimento é muito pequeno e a recidiva é muito alta. A chance do obeso que não opera morrer pela obesidade é muito maior do que a chance de morrer pela cirurgia”, disse. 

A cirurgia bariátrica é indicada para aqueles que tem obesidade por mais de dois anos, que tenham tentado o tratamento clínico com o endocrinologista ou com o especialista em obesidade para emagrecer e não obteve sucesso. “Nós levamos em conta o IMC (Índice de Massa Corpórea) que é calculado com base no peso e na altura da pessoa. O IMC de 40 para cima tem indicação de cirurgia e aquele que tem de 35 para cima, mas já tem doenças provocadas ou agravadas pela obesidade, também tem essa indicação”. 

Concon destacou ainda a importância de o paciente ser acompanhado por uma esquipe multidisciplinar formada por psicólogo, nutricionista, endocrinologista, cardiologista, preparador físico, enfermeira, fonoaudióloga. “Ele tem que ter a consciência de que vai ter uma ferramenta que vai ajudá-lo a emagrecer, mas ele tem que ter sua participação, seguindo todas as recomendações do pós cirurgia, incluindo o acompanhamento do endócrino para o resto da vida, porque a doença obesidade continua lá”.

Por meio de nota, o Ministério da Saúde informou que as cirurgias bariátricas são recomendadas nos casos em que o obeso mórbido não consegue emagrecer com dieta, sendo o último recurso para esses casos. O procedimento é permitido somente para aqueles que passaram por avaliação clínica e acompanhamento com equipe multidisciplinar por, pelo menos, dois anos, observando se os resultados obtidos na preparação foram positivos.

“O SUS oferta cirurgias bariátricas e reparadoras aos cidadãos maiores de 16 anos diagnosticados com obesidade grave desde 2008.” O Sus já oferecia cinco tipos de cirurgias bariátricas e incorporou a técnica da gastroplastia videolapariscópica. “Técnica menos invasiva, que possibilita a perda de peso tanto por uma diminuição do tamanho do estômago, quanto por uma diminuição da superfície intestinal”, disse o Ministério da Saúde. 

Segundo dados do Ministério, em 2018 foram realizadas 11.402 cirurgias bariátricas que tiveram custeio federal na ordem de R$ 72,9 milhões. Até o mês de maio de 2019 foram realizados 5.073 procedimentos em todo o país e o custo já chega a R$ 31,5 milhões. Os valores são repassados às gestões locais que monitoram a lista de pacientes que farão cirurgia bariátrica, com base na indicação médica.

O Ministério esclareceu ainda que para ajudar a adoção de uma alimentação mais saudável, a pasta disponibiliza o Guia Alimentar para a População Brasileira e o livro Alimentos Regionais Brasileiros, que trazem informações e orientações para facilitar a adoção de escolhas mais adequadas, baseada principalmente no consumo de alimentos in natura ou minimamente processados.

“O Brasil também se comprometeu a reduzir 144 mil toneladas de açúcar de bolos, misturas para bolos, produtos lácteos, achocolatados, bebidas açucaradas e biscoitos recheados, seguindo o mesmo parâmetro do feito para a redução do sódio, que foi capaz de retirar mais de 17 mil toneladas de sódio dos alimentos processados em quatro anos”, diz a nota. Com informações Agência Brasil

Por Notícias ao Minuto

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Traficante internacional é preso em condomínio de luxo em Angra dos Reis

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O traficante André de Oliveira Macedo, conhecido como André do Rap, foi preso na manhã deste domingo (15), em Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio, por uma equipe da Divisão Antissequestro do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope). Ele era procurado pela Interpol e apontado como um dos chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

A operação contou com uma equipe de 23 policiais do Garra, o Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos, do Gope, o Grupamento de Operações Penitenciárias Especiais e da Divisão Antisequestro.

O traficante foi encontrado em um condomínio de luxo no bairro Itanema, que fica às margens da BR-101 (Rodovia Rio-Santos). Na residência, foram apreendidos dois helicópteros, um deles um B 4 avaliado em mais ou menos R$ 7 milhões e uma lancha de 60 pés, avaliada em R$ 6 milhões. A casa era alugada, mas ele tinha uma mansão na cidade, fora de um condomínio.

Segundo as investigações, André do Rap era um dos responsáveis por enviar cocaína para a Europa, passando pelo Porto de Santos. Ele usava o Porto de Santos, no litoral paulista, para fazer o transporte das drogas. Os entorpecentes saíam de Santos, eram recebidos na Calábria, na Itália, e distribuídos para todo o continente europeu.

O preso era dono de um sítio investigado pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) em Bertioga. Segundo o Deic, ele substituiu Wagner Ferreira, o “Cabelo Duro”, assassinado na porta de um hotel no bairro do Tatuapé, zona leste, logo depois das mortes de Gegê do Mangue e do Paca, no Ceará.

Outras duas pessoas, com mandados de prisão em aberto por envolvimento com o tráfico, também foram encontradas no condomínio e presas.

A investigação

A Polícia Civil de São Paulo buscava o traficante internacional havia três meses e recebeu a informação na noite deste sábado (14) que havia uma pessoa morando com nome falso em uma mansão em Angra que tinha acabado de comprar uma lancha de R$ 6 milhões.

Os suspeitos estavam dormindo quando a polícia chegou à mansão, por volta das 6h30. Para o diretor do Departamento de Operações Policiais, Oswaldo Nico Gonçalves, a compra da lancha foi decisiva para encontrar o traficante. “Ele estava brincando, achando que nunca ia ser preso”, disse.

André do Rap era procurado por tráfico internacional desde 2013. Segundo a Polícia Federal, ele faz parte de uma quadrilha que usava contêineres para transportar cocaína pura do Porto de Santos para a Europa, África e Cuba. Ainda de acordo com a PF, a droga era colocada em mochilas e sacolas, que eram inseridas nos contêineres por funcionários particulares, sem o conhecimento dos donos das cargas ou dos navios.

A droga seguia junto com um lacre clonado. No local de destino, membros da organização criminosa rompiam os lacres, recuperavam a cocaína e colocavam os lacres clonados, para não gerar suspeitas.

Por Ana Clara Monteiro, Rianne Netto, César Galvão e Robinson Cerântula, TV Globo em São Paulo e G1 Sul do Rio e Costa Verde

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Pesquisadores encontram árvore mais alta da Amazônia, que pode ter mais de 400 anos de existência

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